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A atualização de outubro do Windows 10 está de volta e desta vez sem erros e problemas

As últimas semanas têm sido muito complicadas para o Windows 10 e para a Microsoft. O problema da atualização de outubro mostrou que existem problemas graves e que esta atualização não estava pronta para ser lançada.

Depois de ter sido retirada, para análise e correção dos problemas, a Microsoft resolveu trazê-la de volta, desta vez sem erros e problemas. Já é possível instalar esta nova versão depois de todos os problemas.

Depois de ter sido lançado no início do mês passado, a atualização de outubro teve de ser retirada alguns dias depois, devido a todos os problemas que foram sendo conhecidos. O maior deles foi mesmo a eliminação dos ficheiros dos utilizadores.

A Microsoft rapidamente resolveu o problema, colocando a versão corrigida em testes no programa Insiders, tomando uma atenção especial e monitorizando o progresso dos testes.

Só agora, ao fim de 1 mês de testes, é que a versão corrigida e sem problemas volta a estar disponível para instalação por todos os utilizadores instalarem, desta vez livre de problemas e sem erros.

A Microsoft vai lançar esta atualização de outubro de forma muito controlada e restrita, alargando com o tempo a sua disponibilização.

Os utilizadores devem procurar a atualização manualmente para a poderem instalar e, mesmo assim, poderá não estar imediatamente disponível, caso existam problemas identificados.

Como resultado paralelo destes problemas, a Microsoft comprometeu-se a ser mais aberta na divulgação dos desenvolvimento e dos processos de testes do Windows 10.

Nos próximos meses essa informação será tornada pública e também como isto mudará o próprio Windows 10.

É hora de voltar a tentar instalar esta atualização, que traz novidades importantes e que virá melhorar ainda mais o Windows 10. Caso não a tenham nas atualizações, devem esperar mais alguns dias para ela surgir.

Fonte: pplware.sapo.pt

Microsoft admite ter de melhorar o Windows para jogadores

O responsável pela Xbox na Microsoft revela que há muito trabalho a fazer no Windows para agradar aos gamers .Phil Spencer promete alterações na Loja do Windows nos próximos meses e ainda outras melhorias.

«Penso que temos ainda muito a fazer. Estou muito empenhado no Windows, ouvi o feedback acerca da Store. Vou ter uma liderança maior sobre o que está a ser feito na Windows Store e torná-la adequada aos gamers e ao que estes pretendem ver», admitiu Phil Spencer durante o evento X018, neste fim de semana. O responsável pela Xbox na Microsoft promete resolver alguns dos pontos criticados na Windows Store e revela que está a ser preparado um redesenhoda app Xbox para o Windows 10.

A Microsoft publica todos os jogos first-party através da Store e “obriga” os jogadores a usá-la para descarregar e instalar estes títulos. Os problemas surgem quando se percebe que há restrições que geralmente não se aplicariam, como os overlays de apps como Fraps ou Discord não serem permitidos, ou o Nvidia Shadowplay não ser suportado em alguns títulos. O próprio processo de download e instalação tem bugs por vezes, as instalações falham e surgem códigos de erros que causam dores de cabeça aos jogadores. Para melhorar a experiência global, a Microsoft admite ter mesmo muito trabalho pela frente.

O trabalho prometido por Spencer para a Store pode ajudar a resolver alguns destes problemas. O atualização da app Xbox pode ajudar a oferecer mais funcionalidades aos jogadores, como maior controlo sobre os chats ou sobre o processo de instalação e atualização.

Fonte: exameinformatica.sapo.pt

‘Linux on Dex’ da Samsung transforma os smartphones Android num PC com Ubuntu

De forma lenta, mas bem decidida, o Linux tem conseguido ganhar espaço em áreas onde antes não tinha presença. O caso maior é mesmo o do Windows 10, mas outros têm mostrado interesse neste sistema operativo.

A Samsung tinha já anunciado que os seus dispositivos, com suporte para a Dex, iam receber em breve o Linux, como uma plataforma para criação de um PC, diretamente a partir do smartphone. Esse passo está mais perto, com o Linux on Dex a entrar em beta.

Cada vez mais dispositivos móveis estão a dar aos utilizadores a possibilidade de serem transformados e tornarem-se com computadores pessoais. Num processo simples, que passa por ligar a um ecrã, tudo se altera de imediato.

A Samsung está a procurar levar este conceito mais longe e apresentou o Linux on Dex, que vai trazer um desktop Linux aos seus equipamentos, com todas as apps associadas.

O Linux on Dex era até agora uma ideia e um protótipo, mas a Samsung tornou este projeto em algo palpável e que pode ser usado por todos. O Linux on Dex entrou em beta e pode ser em breve instalado no Samsung Note 9 e no Samsung Tab S4.

Os utilizadores que quiserem testar o Linux on Dex só precisam de ter um desses equipamentos e fazer o registo no programa de testes da Samsung. Devem também garantir que o seu dispositivo tem 4GB de RAM e 13GB de armazenamento livre.

https://youtu.be/SgMHhrO8d8s

Na base desta versão do Linux on Dex, a Samsung colocou o Ubuntu 16.04 LTS, numa versão especialmente desenvolvida pela Canonical para esta arquitetura. A ideia da Samsung é dar aos programadores uma plataforma de trabalho que podem usar em mobilidade.

Este conceito da Samsung alarga ainda mais o Dex e torna-o num sistema a que muitos estão habituados a trabalhar, tendo apena de recorrer a um cabo HDMI e a um monitor para ter uma estação de trabalho pronta a ser usada.

Fonte: pplware.sapo.pt

As suas palavras-passe são seguras? No Safari do macOS há uma forma simples de o saber

O tema da segurança está sempre presente quando usamos computadores, smartphones ou a Internet. Em qualquer sistema operativo ou em qualquer aplicação, importa ter sempre palavras-passe fortes e complexas.

Com o macOS Mojave, a Apple deu ao Safari uma ferramenta importante. Consegue agora validar a segurança das palavras-passe presentes e ajudar o utilizador a torná-las mais seguras.

Muitas das novidades do macOS são visuais e fáceis de serem detetadas pelos utilizadores. Outras, como que a trazemos hoje, podem passar despercebidas, mas são de importância elevada.

O browser da Apple tem agora a possibilidade de avaliar as palavras-passe gravadas e ajudar o utilizador a alterá-las para serem mais seguras.

A segurança das palavras-passe guardadas no macOS?

Esta novidade está dentro do Safari e pode ser acedida na zona de Palavras-passedas definições deste browser. Assim, ao acederem às Definições, vão encontrar esse separador.

Ai dentro acedem às palavras-passe que o Safari tem armazenadas. Podem também encontrar, caso existam palavras-passe com problemas, alertas para indicar essas falhas.

Redefinir uma palavras-passe diretamente no Safari

Em cada um dos casos que surja um alerta, os utilizadores podem passar o rato e ver um alerta com a indicação do problema. Tipicamente, e por análise do Safari, as palavras-passe estão repetidas em vários sites e/ou serviços da Internet.

O utilizador tem também a possibilidade de clicar num atalho que o levará diretamente à página de alteração das palavras-passe de cada serviço. O Safari fará a memorização da nova palavra-passe.

Mudar uma palavra-passe guardada no Safari

Por fim, e caso a mudança das palavras-passe seja feita manualmente, existe a possibilidade de realizar a alteração de forma manual. Basta clicar duas vezes na entrada e aceder aos dados.

Depois, é necessário alterar apenas o Nome de utilizador e a Palavra-passe, para que a mudança necessária seja realizada. Dai em diante o Safari assumirá os novos dados.


Esta é a forma simples de avaliar a segurança das palavras-passe que estão guardadas no Safari e que estão a ser usadas na Internet. Validem o estado das vossas e reajam a esses problemas com a sua mudança e com o aumento de segurança que isso irá trazer.

Fonte: pplware.sapo.pt

iFixit já “autopsiou” o novo MacBook Air e torceu-lhe o nariz…

A especialista denota maior facilidade em reparar o novo portátil do que acontecia com os anteriores, mas isso não significa que sejam mesmo mais fáceis.

A especialista iFixit dá sempre as boas-vindas aos novos produtos tecnológicos que chegam ao mercado através do “bisturi”, desmanchando-os para testar a facilidade da sua reparação. O MacBook Air 13 Retina, anunciado recentemente pela Apple, e que chegou esta semana às lojas, foi a mais recente a receber o tratamento especial da empresa de reparações.

Durante o processo, a iFixit denotou uma maior facilidade em desmontá-lo, quando comparado com os modelos anteriores, mas mantém uma dificuldade muito acima da média, valendo-lhe uma pontuação de 3 em 10. Apesar da especialista não ser fã de fitas adesivas, refere que é uma melhor solução comparativamente aos modelos anteriores, que utilizavam cola solvente, prendendo os componentes.

Um dos primeiros testes foi retirar o teclado e compreender a composição das teclas. Isto para verificar se já era imune ao “terror” dos grãos de areia. O “infame” sistema de butterfly continua presente, mas com uma membrana de proteção. A boa notícia é que o teclado já não tem a bateria, os altifalantes ou trackpad colados, o que facilita a sua desmontagem.

O acesso à motherboard também foi fácil, tendo apenas alguns parafusos e conectores de cabos ligados. A desmontagem continuou acessível nos processos seguintes, com diversas placas, infelizmente agarradas com silicone. Existem ainda outros acessórios modelares, tais como o sistema Thunderbolt e o jack para os auscultadores. A especialista notou que cada componente tem a sua própria placa, e são facilmente substituíveis. A bateria também foi simples de retirar, presa com quatro parafusos e alguns adesivos, mas é necessário forçar a desmontagem da motherboard e dos auscultadores para lhe ter acesso.

As dificuldades surgiram depois, com a forma de retirar o trackpack. Se o MacBook Pro deu um primeiro passo para substituir o componente, neste novo portátil partilha um cabo com o teclado, que está preso em baixo da motherboard. Esta terá de ser primeiro desmontada e só depois o trackpad…

O que deixou os técnicos da iFixit aborrecidos foi a integração do teclado na tampa superior, requerendo uma desmontagem completa para o substituir. Pior ainda é que a RAM e o módulo de armazenamento estão soldados e não podem ser substituídos.

Fonte: tek.sapo.pt

NOS Net – A nova app da NOS para gerir facilmente o seu router

Se há uns anos era complexo aceder a um router de uma operadora e proceder a configurações, hoje em dia é tudo mais simples e prático.

Além das melhorias ao nível das interfaces de gestão dos equipamentos, as operadoras têm apostado também em apps que permitem aos utilizadores interagir com os equipamentos de rede. Recentemente a NOS lançou a app NOS Net. Vamos conhecer as novidades.

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A aplicação NOS Net permite gerir a Internet de sua casa à distância através do seu tablet ou smartphone. Através desta app o utilizador pode fazer:

  • Gestão de acessos, configurando a que horas cada equipamento pode ter acesso à Internet
  • Realizar configurações Rápidas ao nível Wi-Fi como, por exemplo alterar o nome e password da rede Wi-Fi ou até gerir uma rede para amigos ou vizinhos.

Para quem não precisa de ter a net sempre ligada ou pretende poupar energia, agora pode definir um horário para ter a rede Wi-Fi ligada/desligada. Com a funcionalidade Eco Wi-Fi só precisa de configurar uma hora de início e de fim e a periodicidade.

A App NOS Net é gratuita e está disponível para iOS e Android através de download na App Store e Google Play. Para além da app, em aminhanet.nos.pt também é possível aceder a todas as funcionalidades de gestão, configuração e personalização da rede Wi-Fi de casa.

A App NOS Net permite gerir e configurar os routers Wi-Fi da NOS, mesmo os das gerações mais antigas, ainda que com um leque de funcionalidades mais limitado, estando disponíveis as funcionalidades de mudar nome e password Wi-Fi, identificar os equipamentos ligados ao Router, emparelhar Wi-Fi via WPS assim como a otimização Wi-Fi.

Homepage: NOS
Preço: Gratuito

 
Fonte: pplware.sapo.pt
Há mais 10,8% de clientes de redes de alta velocidade em Portugal

A Anacom revelou os dados mais recentes sobre a cobertura e expansão das redes de alta velocidade. Há mais 10,8% de clientes destas redes do que no primeiro semestre de 2017.

A Autoridade Nacional de Comunicações anunciou hoje que o número de clientes residenciais que dispunham de redes e serviços de alta velocidade em local fixo atingiu os 2,4 milhões no primeiro semestre deste ano, um aumento de 10,8% face ao semestre homólogo. Os maiores aumentos registaram-se no Alentejo (30,8%) e na Região Centro (21,3%).

A cobertura de redes de alta velocidade chegou aos 71,8%, explica o comunicado de imprensa. A Madeira e a Região Centro foram as que mais aumentaram a cobertura, com crescimentos de 19,5 e 10%.

No período em questão, existiam cerca de 4,5 milhões de alojamentos cablados com redes de alta velocidae, mais 4,8% que no semestre homólogo. No final de junho, o número estimado de alojamentos cablados com fibra ótica ascendia a 4,2 milhões, mais 10,5% do que anteriormente. Já o número de alojamentos cablados com acessos de alta velocidade suportados em redes de TV por cabo aumentou 0,4%, chegando aos 3,5 milhões, o que se traduz numa cobertura de 55,8%.

 

Fonte: exameinformatica.sapo.pt

Mesh WiFi: uma solução para levar a rede sem fios a todos os cantos da casa

“A net aqui é fraca”. Uma expressão do nosso tempo que normalmente denota que a conexão WiFi não é a melhor, em algumas partes da casa. Sem dúvida um problema do primeiro mundo, mas um que é cada vez mais chato e inconveniente para os estilos de vida super conectados de hoje em dia, e com tendência a agravar-se, com o advento da “Internet of Things”

Até há pouco tempo a solução para este problemas passava apenas pela instalação de access points tradicionais extra e repetidores de sinal.

as redes WiFi dos diversos pontos de acesso nem sempre é instantânea e transparente, podendo afectar a performance da ligação e a agradabilidade de utilização.

Ao longo do ultimo ano começou a ser introduzido no mercado, tanto por startups com soluções próprias e inovadoras, como pelas marcas mais tradicionais, um novo tipo de produto que pretende dar resposta a estes problemas, os Sistemas de WiFi Mesh.
Estes sistemas fazem uso de um conjunto de nós interligados.

Nesta topologia, os nós de rede interligam-se entre si da maneira mais eficiente de forma automática, providenciado sempre a ligação mais rápida possível, ao mesmo tempo que asseguram algum nível de redundância na rede.
As grandes vantagens destes sistemas são:
– configuração simplificada: basta espalhar os nós pela casa que a rede auto-configura-se. Ao utilizador cabe apenas escolher um nome e as opções de segurança, o que pode ser feito via APPs de smartphone.
– gestão automática: o sistema ajusta em tempo real o caminho das comunicações pelos vários nós, providenciando sempre a melhor performance possível. Além disso, é capaz de compensar automaticamente a falha de algum nó ou ligação, reencaminhado o tráfego por caminhos alternativos.
– transição transparente entre nós: todos os nós transmitem e recebem efectivamente a mesma rede wifi, fazendo a gestão do tráfego internamente. Para o utilizador o resultado é uma ligação estável e ininterrupta a uma só rede wifi, sem quebras de performance, falhas de sinal ou soluços motivados por re-conexões.
– facilidade de expansão: basta acrescentar nós.
– uma vantagem mais subjectiva prende-se com a integração estética destas soluções, que são desenhadas mais como “bibelots” do que como peças tecnológicas. Alguns exemplos:

ginar um futuro onde sistemas Mesh de menor custo e baseados em protocolos unificados se tornem o standard das redes sem fios caseiras.

Por agora, pesados os prós e os contras, quem estiver interessado em entrar já no mundo Mesh pode encontrar algumas soluções no famoso comparador KuantoKusta:

Netgear Orbi, considerado um dos melhores sistemas actualmente disponíveis.
Linksys Velop
TP-Link Deco
ASUS Lyra
devolo Magic

 

Fonte: portal.zwame.pt

Afinal ainda é possível ativar o Windows 10 com uma chave do Windows 7 ou 8.1

Quando lançou o Windows 10, a Microsoft fez questão de oferecer a atualização aos utilizadores do Windows 7 e do Windows 8.1. Muitos aceitaram esta oferta de imediato, mas muitos acabaram por rejeitar.

É claro que hoje querem atualizar e não o podem fazer de forma gratuita. Mas, a Microsoft tem deixado algumas portas abertas e mais uma foi descoberta. Há um novo método para ativar o Windows 10 com uma chave do Windows 7 ou 8.1.

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Este novo processo vai permitir a qualquer atual utilizador do Windows 7 ou do Windows 8.1 ter a mais recente versão deste sistema operativo, de forma gratuita e completamente legal.

A única imposição e requisito para que possam realizar esta atualização é que tenham uma licença legal e ativa de um destes sistemas. Será esta licença que será usada para registar o Windows 10.

Instalar o Windows 10

O primeiro passo é o mais simples. Só precisam de instalar o Windows 10, recorrendo a uma pen ou a um DVD. Existem formas simples de obter estas imagens de instalação, fornecendo até a Microsoft a sua descarga.

Algo que vão necessitar é de uma chave de ativação, para terminarem a instalação do Windows 10. Temporariamente, podem usar uma das duas genéricas que a própria Microsoft fornece.

Windows 10 Home – YTMG3-N6DKC-DKB77-7M9GH-8HVX7

Windows 10 Pro – VK7JG-NPHTM-C97JM-9MPGT-3V66T

Se preferirem, e se tal for proposto, podem também usar a versão de testes, que disponibiliza o Windows 10 durante 30 dias.

Ativar o Windows 10 com a licença do Windows 7

Agora que o Windows 10 está funcional, é hora de o ativarem com a chave de registo do Windows 7 ou 8.1.

Basta que acedam às Definições do Windows 10 e depois a Atualizações e Segurança. No separador Ativação, devem escolher a opção Alterar a chave do produto.

Na caixa que for apresentada, devem agora colocar a chave do Windows 7 ou do Windows 8.1. De seguida devem continuar o processo até ao final.

Uma outra alternativa, para a alteração da chave do Windows 10 é através de um simples comando numa janela de DOS com permissões de administrador:

slmgr.vbs -ipk LICENCA-WINDOWS-7

Devem mudar LICENCA-WINDOWS-7 pela chave do Windows 7 ou do Windows 8.1 que possuírem.

Após estes passos o Windows 10 ficará ativo e funcional, com a nova chave de registo, que trouxeram do Windows 7 ou do Windows 8.1.

Uma vez que vão fazer uma instalação de raiz, lembrem-se de fazer as necessárias cópias de segurança antes, para depois poderem recuperar os dados.

Esta é a resposta a muitos utilizadores que querem agora fazer a atualização para o Windows 10. Não se sabe quanto tempo irá estar disponível, mas por agora funciona de forma perfeita.

Fonte: pplware.sapo.pt

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Windows 10: Sem espaço após instalar a atualização? “Ganhe” até 20 GB

Tendo em conta as novidades integradas e patches de segurança, as atualizações do Windows devem ser sempre instaladas. Esta atualização é bem maior do que as que acontecem à terça-feira e há casos em que os utilizadores têm recebido a notificação de que estão a ficar sem espaço em disco.

Se foi um dos que ficou sem espaço em disco após a atualização saiba como pode “ganhar” até 20 GB.

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São vários os métodos que existem para limpar espaço em disco no Windows 10. Se antes teria que haver a intervenção do próprio utilizador, hoje em dia está tudo mais automatizado. No entanto, se o utilizador pretender limpar o sistema num determinado pode seguir os seguintes passos.

Como limpar espaço em disco usando o Sensor de Armazenamento

Uma das funcionalidades recentes do Windows é o Sensor de Armazenamento que já apresentamos. Na prática esta funcionalidade permite libertar espaço automaticamente eliminando ficheiros que não necessita como, por exemplo, ficheiros temporários e conteúdos na reciclagem.

Para ativar esta funcionalidade devem mudar o botão para Ligado.

Em seguida devem carregar em “Alterar a forma como é libertado espaço automaticamente.” Aí dentro ativem a opção Eliminar versões anteriores do Windows Caso pretendam realizar uma limpeza imediata carreguem em Limpar agora, caso contrário tal só acontecerá automaticamente após 10 dias.

Outra das formas é acedendo a Definições > Sistema > Armazenamento e depois carregar em Libertar Espaço Agora.

Em seguida selecionem “Instalações anteriores do Windows” para que esses ficheiros, que não são propriamente necessários, sejam removidos.

O Windows 10 oferece as ferramentas necessárias para que o utilizador liberte espaço em disco de uma forma segura. Se foi um dos utilizadores que ficou sem espaço após a instalação da atualização de outubro, então siga as nossas dicas e diga-nos quanto espaço ganhou.

 

Fonte: pplware.sapo.pt

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