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Windows 12 vai ser mais inteligente e compatível… Com tudo!

O Windows domina o mundo dos computadores, mas, num mundo cada vez mais focado no mobile, que claro está, não tem grande presença da Microsoft (especialmente após a “morte” do Windows Phone), é inegavelmente uma boa ideia reinventar a forma tudo funciona.

É exatamente por isso que o Windows vai evoluir, vai mudar, e vai ficar muito mais compatível com todo o tipo de aparelhos. Sim! Mesmo os baseados noutros sistemas operativos.

Portanto, num mundo perfeito, poderia usar um tipo de aparelho, com um outro qualquer tipo de aparelho, e a coisa funcionaria de forma quase perfeita, 100% do tempo. Mas… Não é assim que o mundo da tecnologia atual funciona. Infelizmente, os ecossistemas estão cada vez mais fechados, com cada fabricante a proteger o que é seu, para fazer com que os consumidores façam escolhas mais assertivas.

É por isso que a Huawei tinha o sistema super dispositivo, em que podia ligar smartphones e portáteis da mesma fabricante, de forma muito perta da perfeição. Afinal, poderia até controlar o smartphone através do portátil, ou o portátil através do smartphone. Era incrível. Além deste sistema, temos também o Galaxy Connected Experience da Samsung, que integra smartphones e computadores Samsung, de uma forma muito superior à normal.

Mas, enquanto a Huawei desapareceu e o seu ecossistema acabou por não dar em nada, a Samsung, bem como outras fabricantes, estão a apostar cada vez mais na conectividade com computadores. Como? Através do Windows 11 ou 12, claro. Sendo exatamente por isso que o já mencionado Galaxy Connected está agora a abrir as portas da compatibilidade em funcionalidades como o Quick Share. Uma funcionalidade que facilita o processo de partilha de ficheiros entre smartphones e tablets Samsung, com um qualquer tipo de computadores baseado no sistema operativo da Microsoft.

As experiências Multi-Dispositivo são cada vez mais importantes!

É por isto que a Samsung está a apostar na tecnologia, e talvez mais importante que isso, a Qualcomm está a ter isso em conta no desenvolvimento de processadores para as novas gerações de aparelhos Android (Snapdragon Seamless).

A Microsoft não pode deixar o comboio passar, e como tal, vai também apostar na tecnologia MDE.

Como é que isto poderá funcionar?

Por exemplo, se estiver a ver um filme ou uma série no seu smartphone Android ou iOS, assim que abrir o seu portátil Windows, vai receber uma mensagem a perguntar se quer continuar a consumir o conteúdo multimédia, agora no computador.

Dito tudo isto, segundo uma patente recente da Microsoft, o plano é integrar Windows, Windows Phone, QNX, IBM z/OS, Linux, Android, iOS, OS X e NetBSD, e provavelmente outros ao longo do tempo.

A tecnologia Windows MDE permite (em teoria) também a ligação a suportes legíveis por computador, E/S e interfaces de rede. Algo que por sua vez permitiria o controlo remoto de aparelhos.

Porém, sou muito honesto, não acredito que isto chegue ao Windows 11! Deve ser uma das funcionalidades chave do Windows 12. Ou seja, a próxima geração do sistema operativo da Microsoft com data de lançamento marcada para 2024.

A Microsoft sabe que tem de evoluir. Como tal, vai fazer uma grande aposta na Inteligência Artificial, e como dissemos neste artigo, na tecnologia MDE (Multi-Dispositivo).

Fonte: leak.pt

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Como prometido pela Microsoft, o Copilot já começou a chegar ao Windows 10

O Copilot é a porta de entrada da Microsoft para a IA e tudo o que esta pode trazer. Com um lugar já garantido no Windows 11, tinha ficado a dúvida se esta novidade poderia ou não chegar ao Windows 10. A gigante do software já tinha prometido e agora, discretamente, começou a trazer a nova IA para o seu sistema operativo.

O Copilot já começou a chegar ao Windows 10

Muitos julgavam que os desenvolvimentos de novidades para o Windows 10 tinham terminado. Com o seu fim programado para 2025, e com o Windows 11 a crescer de forma sustentada, entendia-se que este sistema iria apenas receber atualizações básicas e de segurança nos próximos 2 anos.

A verdade é que isso parece agora ser contrariado, com uma novidade a ser preparada para o Windows 10. A Microsoft resolveu trazer o Copilot e a sua IA para este sistema, abrindo assim as portas para esta realidade a muitos utilizadores que continuam neste sistema, sem terem intenções de fazer a atualização.

Tal como prometido pela Microsoft, os testes foram iniciados e esta novidade está disponível no canal Release Preview do programa Insider do Windows 10. Com a build 9045.3757 tem início a avaliação do que está a ser preparado e irá em breve ser aberto aos utilizadores.

Microsoft traz agora a mesma IA do Windows 11

O Copilot no Windows 10 funciona de forma muito semelhante ao que temos no Windows 11, com um botão no lado direito da barra de tarefas que permite abrir o chatbot com tecnologia de IA. Existem algumas pequenas diferenças nos recursos porque algumas das funcionalidades ou ações disponíveis no Windows 11 não existem nesta versão do Windows.

Os utilizadores do Windows 10 Home ou Pro que estão no canal Release Preview podem testar o Copilot agora. Provavelmente será apenas uma questão de dias ou semanas até que todos os utilizadores do Windows 10 em mercados suportados tenham acesso a este novo recurso.

A Microsoft explicou que estava rever a sua abordagem ao Windows 10, a menos de dois anos do fim do suporte ao sistema operativo. Revelou que está a fazer investimentos adicionais neste seu sistema e pode haver mais recursos de IA no futuro.

Fonte: pplware.sapo.pt

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Microsoft vai dar (muita) liberdade aos utilizadores no Windows 11

Qualquer empresa que tenha um domínio de mercado, gosta de controlar tudo aquilo que entra ou se mantém no seu ecossistema. Este é o caso da Apple com todos os seus produtos, e claro, é também o caso da Microsoft com o seu velho mas sempre tão importante sistema operativo Windows.

No entanto, da mesma maneira que a Apple foi obrigada a meter USB-C nos seus smartphones, e está também a ser “mais ou menos” obrigada a suportar RCS no iMessage, bem como a abrir os seus smartphones à instalação de apps vindas de fora, a Microsoft também está a ser encostada à parede para relaxar um pouco a forma como controla o Windows.

O mundo está mesmo a mudar!

Microsoft vai dar (muito) mais liberdade aos utilizadores no Windows 11

Portanto, a Microsoft anunciou no seu bloque que o Windows 11 vai respeitar a Lei dos Mercados Digitais (DMA) no Espaço Económico Europeu. Para isto acontecer, algumas modificações importantes tiveram de ser feitas ao sistema operativo. Um SO que agora permite escolher fornecedores e desinstalar a grande maiora das aplicações integradas. Uma novidade para este ecossistema!

Mais concretamente, é agora possível desinstalar o Microsoft Edge, bem como o Bing Search que costuma estar sempre presente na barra de tarefas do Windows 11. Na realidade, a partir de agora, apenas não é possível desinstalar o Explorador de Ficheiros, nem o Phone Link.

Além de tudo isto, vai também ser possível mexer no Quadro de Widgets da Microsoft, mais concretamente desativar o feed de notícias e anúncios publicitários. Porém, vale a pena salientar que estas capacidades vão estar apenas disponíveis nos países dentro do Espaço Económico Europeu, onde podemos incluir Portugal.

Talvez mais importante que tudo isto, é o facto do Windows 11 agora se lembrar das suas opções como utilizador. Seja a escolha do navegador, ou do cliente de e-mail, o Sistema Operativo vai respeitar as suas opções e não vai mudar nada da noite para o dia.

Quando é que tudo vai acontecer?

Primeiramente, vai tudo acontecer no canal Insider Beta para teste. Entretanto, tudo indica que as alterações vão ser empregues no Windows 11 no início de 2024. Estas alterações devem dar o salto para o Windows 12 que entretanto também deverá começar a ser o foco da Microsoft.

Caso não saiba, a próxima versão do Windows deve chegar ao mercado ainda durante 2024!

Fonte: leak.pt

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Verifique o estado de saúde do seu computador

Ao usar as ferramentas do Windows para fazer um diagnóstico ao PC, vai conseguir resolver os problemas do sistema operativo que podem estar a afectar o desempenho do computador.

O seu PC pode parecer estar a funcionar bem, mas, mesmo assim, ter problemas que não tenha detectado e que estejam a afectar a sua “saúde”. Tal como deve verificar regularmente o óleo, a água e a pressão dos pneus de um automóvel, deve utilizar com alguma regularidade as ferramentas do Windows para analisar e optimizar o desempenho do PC. Estes recursos da Microsoft estão espalhados por diversas áreas do sistema operativo, mas o programa gratuito Wintoys torna tudo mais fácil através de uma interface bem organizada e que permite o acesso a tudo, de forma fácil. Faça o download deste software na Microsoft Store.

1 – Abra o programa e clique no separador ‘Health’. É aqui que vai encontrar funcionalidades importantes (como a que permite um arranque mais rápido), que podem ser activadas/desactivadas usando os sliders ou o menu suspenso. Para optimizar a velocidade de arranque, ligue o ‘Fast Startup’ e o ‘Hibernation’. Nesta última, a indicação ‘20%’ refere-se à quantidade de memória reservada para a cópia de acesso rápido do sistema que o PC pode ter de utilizar, para arrancar. Este é o mínimo necessário para um arranque rápido, por isso, recomendamos que deixe esse parâmetro como está; se, por exemplo, aumentar para 40%, também vai tornar mais rápida a reactivação, após a hibernação.

2 – Se está experienciar falhas inexplicáveis, como o ‘ecrã azul da morte’, poderá não saber que ferramentas utilizar para as resolver – isto deixa de acontecer com o Wintoys. Vá à secção ‘Repair’ e assinale as caixas junto das opções disponíveis: o ‘DISM’ verifica se os ficheiros que o Windows utiliza para reparar o sistema corrompido são válidos. O ‘SFC’ corrige quaisquer problemas com os ficheiros do sistema e o ‘CHKDSK’ muda os dados dos sectores corrompidos do disco rígido para áreas seguras. Depois de escolher as opções pretendidas, clique em ‘Scan’.

3 – Carregue no botão ‘View Logs’ para ver os resultados do check-up. Se estes indicarem que é necessário efectuar reparações, feche a caixa, clique no ‘x’ e, em seguida, no botão ‘Repair’. Tenha em atenção que, embora possa executar uma verificação ‘CHKDSK’ na unidade ‘C:’ enquanto o Windows está em execução, não pode utilizar a função de reparação, para não correr o risco de mudar dados em que o Windows “confia”. Se escolher esta opção, a correcção será feita quando reiniciar o computador.

4 – Quanto mais utiliza o PC, maior é a desorganização e a quantidade de “lixo” que tem: neste caso, o Windows pode fazer uma “limpeza”. Use a opção ‘Cleanup’ para organizar o PC: aqui, temos a ‘Taskbar’, que permite fixar e desafixar itens da barra de tarefas; a ‘Junk Files’, para eliminar todos os ficheiros inúteis; a ‘File Explorer’, para remover pastas afixadas automaticamente no ‘Acesso Rápido’ do Explorador de Ficheiros; a ‘Microsoft Store’, para limpar a cache dessa loja; a ‘DNS’, para limpar a cache do DNS; e a ‘System Restore’, para eliminar pontos de restauro do sistema antigos.

5 – O Wintoys tem várias funcionalidades, pelo que pode activar uma opção e depois ver mais ao pormenor que definições tem cada uma. Ligue o ‘Sensor de Armazenamento’ que, quando está activado, remove automaticamente os ficheiros temporários para manter o Windows a funcionar sem problemas. Clique no símbolo de definições para abrir esta opção dentro do Windows; aqui pode reduzir o período de tempo que os ficheiros permanecem na reciclagem e eliminar automaticamente ficheiros antigos na pasta ‘Transferências’.

6 – Se o ecrã do computador estiver a congelar sem uma razão aparente, clique em ‘Restart’ > ‘Graphics Driver’. Isto irá fazer com que o seu ecrã fique totalmente preto pelo menos durante trinta segundos e é natural que, quando a imagem regressar, algumas opções tenham mudado para o que é recomendado pelo Windows, como por exemplo, a escala de visualização. Caso isto aconteça, clique nas teclas ‘Windows+I’ para abrir as ‘Definições’ > ‘Sistema’ > ‘Ecrã’ e mude essa definição.

7 – Depois do separador ‘Health‘, vale a pena ir ao ‘Boost’. Aqui, tem opções de acesso rápido aos programas iniciados quando o Windows arranca, para desactivar os que não são necessários. Também pode permitir que o sistema operativo maximize a utilização dos componentes do PC, activando a ‘Ultimate Performance’. Assim, caso precise de mais poder de processamento, active esta funcionalidade e, depois, desligue-a, quando deixar de ser necessário, para não consumir tanta energia.

Fonte: pcguia.pt

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Windows 1.0: Passaram-se 40 anos desde o anúncio do seu lançamento

A Microsoft continua a ser a empresa que se destaca nos sistemas operativos para desktop. É verdade que há outros, mas é a Microsoft, com o Windows, que detém uma grande parte do mercado. Por falar em Windows, o anúncio da primeira versão faz 40 anos.

O Windows 1.0: A interface “amigável” entre o MS-DOS e utilizador

O Windows 1.0, como a versão sugere, foi a primeira versão final do sistema que na época foi vendida por $99. Este Windows na realidade não era um sistema operativo próprio, mas sim uma interface que fazia a ligação entre o DOS e o utilizador.

Este sistema operativo, que foi anunciado a 10 de novembro de 1983 (há 40 anos) e lançado a 20 de novembro de 1985 (há 38 anos), necessitava como recursos mínimos o MS-DOS 2.01 256 KB de RAM e claro um disco rígido. O MS-DOS da altura só conseguia suportar 1 MB de aplicações, tentando mesmo assim criar um sistema multitarefa.

Os computadores dessa década (XTs) tinham apenas 512Kb de memória.

No seu lançamento, esta versão do sistema operativo da Microsoft vinha em 4 disquetes de 360KB cada, uma contendo o famoso jogo Reversi, um calendário, um bloco de notas, uma calculadora, um relógio, o “command prompt”, o Write, o Painel de Controlo, o popular Paint, além de programas de comunicação.

Nessa altura já permitia a utilização do rato, o sistema de janelas e de ícones. A versão 1.0 ainda não suportava a sobreposição de janelas.

Fonte: pplware.sapo.pt

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Em breve poderá remover o Edge, Bing e mais apps do Windows 11, mas com uma condição

Uma das grandes queixas do Windows 11 e de outras versões é a quantidade de apps da Microsoft instaladas. Estas não são usadas por todos, mas ficam presas ao sistema. Em breve isso poderá mudar de cenário no Windows 11, graças a uma medida da União Europeia, associada à Lei dos Mercados Digitais no Espaço Económico Europeu.

Já todos nos habitámos a ver no Windows 11 as muitas apps da Microsoft. Estas não são muitas vezes usadas e ficam apenas presentes por estarem agregadas e dependentes do sistema operativo. Não é o desejado, mas é algo a que os utilizadores se habituaram.

Isso terá em breve de mudar, graças a uma das medidas mais importantes da União Europeia nos últimos anos. A Lei dos Mercados Digitais no Espaço Económico Europeu irá obrigar a mudanças em muitos serviços, prometendo sempre manter a privacidade dos utilizadores no centro das suas ações.

A Microsoft avançou agora a informação de que quer também o Windows 11 a ser compatível com esta medida da União Europeia e por isso fará alterações. De todas, a mais visível está associada às apps presentes no sistema e à possibilidade de as remover de forma definitiva.

As mudanças permitirão que os PCs nos mercados da UE desinstalem o Microsoft Edge, desabilitem o Bing no Windows Search e desliguem o feed de notícias da Microsoft e os anúncios no Widgets Board. A empresa garante também que o Windows 11 reconhecerá os padrões do utilizador e permitirá que desinstalem quase todas as apps integrados do sistema operativo.

A única questão aqui é que não será um processo aberto a todos. Apenas os utilizadores no espaço da União Europeia vão ter acesso a esta possibilidade. No caso de Portugal esta será uma certeza e por isso os nossos utilizadores vão estar abrangidos por esta alteração.

Estas mudanças vão ser lançadas numa versão de testes do Windows 11 no Insider Beta Channel nas próximas semanas e estarão disponíveis no início do próximo ano. A Microsoft afirma que o Windows 11 será totalmente compatível com a Lei dos Mercados Digitais no Espaço Económico Europeu até 6 de março de 2024.

Fonte: pplware.sapo.pt

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A Microsoft quer o Windows 11 mais leve e passa a permitir remover ainda mais apps nativas

Há muito que a Microsoft quer tornar o Windows 11 um sistema ainda mais leve e com menos apps desnecessárias para os utilizadores. Estes devem poder controlar quais as apps que têm instaladas e escolher as que querem remover. Esse passo foi agora ainda mais longe, com a Microsoft a permitir remover ainda mais apps nativas do Windows 11.

A Microsoft prepara-se para lançar uma atualização para o Windows 11 que aumentará significativamente o controlo dos utilizadores sobre as apps integradas presentes neste sistema operativo. Nessa versão o utilizador poderá remover uma variedade ainda maior de apps da gigante do software que estão presentes.

Esta mudança, atualmente em teste na última build 23585, criada para o canal Dev, permitirá aos utilizadores remover apps pré-instaladas. Aqui teremos presentes apps como a Câmara, Cortana, Fotografias, Pessoas e o cliente Remote Desktop.

Esta atualização reflete o compromisso contínuo da Microsoft em oferecer uma experiência de utilização mais flexível e personalizada no Windows 11. Faz parte de um lote alargado e de um processo iniciado já há algum tempo e onde os utilizadores controlam o que têm presente neste sistema.

A capacidade de remover estas apps dá resposta a uma solicitação muito frequente dos utilizadores do Windows11. Estes têm pedido à Microsoft mais autonomia na gestão das apps que acompanham o seu sistema operativo, algo que agora parece estar a ser reforçado.

Naturalmente que a remoção destas apps não é o fim da sua presença no Windows 11, como seria naturalmente esperado. Os utilizadores ficam com o controlo completo e podem a qualquer momento fazer a instalação destas, vindas diretamente da loja de apps da Microsoft.

Este novo controlo é importante e permitirá dar aos utilizadores a possibilidade de ganhar espaço importante, ao mesmo tempo que removem apps que não usam e/ou não querem ter presentes. Como sempre, este deverá ser um processo simples e que não terá nenhum impacto no sistema no final.

Fonte: pplware.sapo.pt

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Petição apela à Microsoft para prolongar o suporte do Windows 10 para além de 2025

O Public Interest Research Group (PIRG), organização sem fins lucrativos, apelou à Microsoft para prolongar o suporte do Windows 10, uma vez que as consequências de descontinuar o sistema operativo seriam catastróficas.

Lucas Gutterman, responsável pela campanha, revelou que mais de 400 milhões de computadores com Windows 10 não podem ser atualizados para o Windows 11o que significa que 43% dos PCs ficarão à deriva quando o suporte terminar, a 14 de outubro de 2025.

O abandono do Windows 10 pela Microsoft pode fazer com que mais computadores se tornem obsoletos do que qualquer outra ação alguma vez realizada.

A empresa estabeleceu objetivos ambientais ambiciosos, mas o impacto desta decisão ameaça destruir o seu progresso.

Afirmou Lucas Gutterman. De acordo com o especialista, o fabrico destes dispositivos já gerou 46 milhões de toneladas de CO₂. O ativista menciona outras tentativas da Microsoft de estender o suporte a versões mais antigas do Windows, como o XP.

Os utilizadores do Windows XP receberam atualizações de segurança durante 13 anos. Mesmo quando o suporte terminou, ainda estava a funcionar em 30% dos computadores em todo o mundo. Forçar uma transição para o Windows 11 é mau para o planeta.

Uma das vantagens do Windows 10 é a sua retrocompatibilidade que, combinada com os requisitos de hardware, permitiu que muitos computadores migrassem sem problemas.

Uma das prioridades da PIRG é defender o direito à reparação

Os grupos que compõem a rede estão a trabalhar com legisladores e empresas para permitir que os utilizadores reparem os seus computadores sem garantia. Isto ajudaria a reduzir a quantidade de resíduos eletrónicos gerados todos os anos.

O apelo à Microsoft gira em torno dessa questão e pede a extensão do período de suporte do Windows 10.

Caro Satya Nadella, CEO da Microsoft,

Não deite fora milhões de computadores. A decisão de terminar o suporte para o Windows 10 pode causar o maior aumento no número de computadores descartados até à data e impedir a Microsoft de atingir os seus objetivos de sustentabilidade. Os rigorosos requisitos de hardware da nova versão do sistema operativo poderão fazer com que 40% dos PCs em utilização sejam deixados para trás.

A decisão da Microsoft de deixar de apoiar milhões de computadores em funcionamento nos nossos hospitais, empresas e lares é um mau negócio para os clientes que esperam que os seus dispendiosos dispositivos durem.

Todo o software chega a um ponto em que deixa de ser suportado, mas quando as consequências para o nosso ambiente são tão grandes, não o devemos aceitar.

Lucas Gutterman deslocou-se aos escritórios da Microsoft em Redmond WA para entregar 20 mil assinaturas de apoio à petição, que foram posteriormente enviadas por via eletrónica.

O Windows 10 continua a ser o mais popular

Apesar de estar há dois anos no mercado, o Windows 11 não conseguiu arrancar como a Microsoft esperava. De acordo com os dados da Statcounter, a última versão do sistema operativo está instalada em 20,28% dos computadores. Em contrapartida, o Windows 10 tem uma quota de mercado de 71,6%, mantendo uma tendência estável ao longo de 2023.

A versão mais recente do Windows 10 (22H2) será descontinuada a 14 de outubro de 2025. Esta versão inclui as edições Home, Pro, Enterprise e Education. É difícil prever se a Microsoft irá prolongar a data ou reduzir os requisitos de hardware para o Windows 12.

Fonte: pplware.sapo.pt

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A última novidade do Windows 11 deixa-o usar uma caneta para escrever em qualquer lado

Quem usa o Windows 11 tem acompanhado todas as mudanças e melhorias que a Microsoft tem trazido para este sistema. São focadas nas suas funcionalidades e nas apps que estão nativas, garantindo o melhor aos utilizadores. Uma novidade está agora a ser distribuída para todos, deixa usar uma caneta para escrever em qualquer lado do Windows 11.

Cada vez mais os PCs com o Windows permitem que os utilizadores interajam com o Windows com ecrãs de toque e até com a utilização de canetas. Estas podem substituir o rato em muitas situações, indo ainda mais longe em muitas situações.

A Microsoft sabe que este parece ser o futuro e como tal aposta em dar ao Windows 11 funcionalidades que integram a utilização das canetas. O Windows Ink é a prova disso e estava até agora limitado ao que poderia ser usado e como este receberia o input dos utilizadores.

Com a nova atualização, acessível a todos os utilizadores, a Microsoft dá ainda mais capacidades nesta área. As canetas passam a poder ser usadas para escrever em qualquer campo de texto ou de pesquisa que o sistema apresente aos utilizadores.

A Microsoft melhorou a tecnologia de reconhecimento de escrita manual para ser mais precisa nesta atualização. Além disso, há gestos para excluir, selecionar, juntar e dividir palavras. Existe até um gesto para dividir o texto numa nova linha.

Qualquer dispositivo compatível com Windows Ink poderá usar esta novidade assim que a nova atualização estiver instalada. Por agora, a Microsoft permite usar esta funcionalidade no Windows 11 apenas para o idioma inglês e nos EUA no momento, com suporte para idiomas adicionais em breve.

Com esta atualização, a Microsoft tratou também de outras situações e bugs do Windows 11. Falamos da gestão de memória no ctfmon.exe corrigido, melhorias no novo recurso de iluminação dinâmica e muito mais. Quem quiser pode e deve procurar esta atualização nas Definições do Windows 11 e assim aceder a estas novidades importantes.

Fonte: pplware.sapo.pt

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Não vai mudar para o Windows 11? Altere estas definições!

É verdade que a Microsoft já lançou o Windows 11 há algum tempo e tem empurrado as pessoas como pode. Para além disso, o Windows 10 também já deixou de ser vendido nas lojas. No entanto, por culpa de algumas especificações pedidas ou por desconfiança várias pessoas preferem continuar no Windows 10. Assim se não vai mudar para o Windows 11 há algumas alterações que temos de fazer.

Se fizermos as mudanças de que vamos falar a seguir, vamos ganhar mais velocidade e privacidade no Windows 10 e afinal de contas é o que todos queremos. Em alguns casos há tralha a mais de que não necessitamos. Noutros funções desativadas que deveriam estar a funcionar.

Não vai mudar para o Windows 11? Altere estas definições!

Desativar a otimização de entrega de atualizações

A otimização da entrega do Windows Update garante a distribuição mais rápida de atualizações do Windows e aplicações da Microsoft Store. A funcionalidade utiliza a distribuição peer-to-peer à medida que os dispositivos partilham ficheiros de atualização com outros PCs que já os descarregaram.

Claro que isto não é um processo unidirecional, mas sim bilateral. Isto porque o nosso PC também vai enviar para outras pessoas ficheiros semelhantes aos que descarregámos. É tal e qual como se estivéssemos a utilizar Torrents. A funcionalidade de Otimização de Entrega já existe há algum tempo e nunca se ouviu falar de falhas graves de segurança até ao momento. Seja como for algumas pessoas não gostam de utilizar para não estarem a ocupar largura de banda a partilhar ficheiros com outras pessoas e como tal pode desativar.

Esta novidade chega ativada por defeito mas pode ser desligada. Para isso basta irmos a definições, atualizações e segurança e do lado esquerdo escolhermos a opção otimização da entrega. Depois abaixo de Permitir a transferência a partir de outros PCs basta desativarmos a opção. Ou seja passar o botão de ligado para desligado.

E pronto é realmente simples desativar esta opção.

Notificações que incomodam

O centro de ação do Windows 10 é onde surgem todas as notificações relacionadas com aplicações, reminders e os programas que foram instalados recentemente. Quando não são muitas menos mal mas quando são torna-se complicado.

Ora é possível controlarmos tudo o que se passa ao nível das notificações para não haver problemas.

Assim temos de ir a definições, sistema e do lado esquerdo temos de dar um clique em Notificações e ações. Depois do lado direito podemos desativar algumas notificações que não fazem tanta falta. Por exemplo, Mostrar a experiência de boas vindas ao Windows ou receber truques, dicas e sugestões sobre como utilizar o Windows.

Publicidade dirigida que pode revelar informações sobre si

A Microsoft, por vezes, utiliza o menu Iniciar para anunciar algumas aplicações. É por esse motivo que algumas vezes lá vemos algumas que nunca descarregámos. Seja como for é fácil remover e até é boa ideia para quem vai continuar no Windows 10.

Assim temos de ir a definições, personalização, início e depois é só desativarmos a opção Apresentar sugestões ocasionais em início.

Por uma questão de privacidade talvez não seja má ideia desativar a publicidade dirigida a si no Windows 10. Ou seja, aquela mostrada porque sabe o que procura e está associada à sua conta. Para isso tem de ir a definições, privacidade, geral e do lado direito desativar a primeira opção, ou seja, permite que as aplicações utilizem o ID de publicidade…

Desativar aplicações em segundo plano

O Windows 10 tem muitas aplicações nativas a correrem em segundo plano. Muitas delas não são necessárias. Assim será boa ideia desativá-las. Para esse efeito vá ao menu Iniciar e escolha opção definições.

Agora carregue em privacidade.

Agora na nova janela e do lado esquerdo deslize até encontrar a opção aplicações em segundo plano. Aí pode desativar o que achar que está a mais. No entanto cuidado para não desativar coisas demais. Por exemplo, o Alarmes e Relógio é importante para algumas funções. Ainda assim, pode desativar, por exemplo, o XBOX Game Bar se não precisa, o visualizador 3D ou a Cortana. Pode experimentar. Atenção que se algo não estiver depois a funcionar bem, basta voltar aqui e ativar a execução em segundo plano.

Desativar a sincronização automática de pesquisa

Isto vem ativado por defeito mas muitas pessoas não querem que este tipo de informações se sincronizem entre todos os dispositivos. Tudo a pensar na privacidade e no perigo de um equipamento cair nas mãos erradas. Se também não gosta desta função não se preocupe porque é fácil desativar.

Basta ir a definições, contas e depois desativar o que pretende que não seja sincronizado na opção sincronizar as suas definições.

E pronto com estas dicas fica com o PC mais rápido, mas também mais seguro.

Dito isto se não vai mudar para o Windows 11 deve mesmo fazer estas alterações.

Fonte: leak.pt

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