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A próxima grande atualização do Windows 10 já tem nome e a sua lista das novidades

A Microsoft tem no Windows 10 o seu sistema operativo mais importante dos últimos anos. Os seus desenvolvimentos são continuos e as novidades estão a chegar a um ritmo elevado.

Depois da confusão que foi a atualização de outubro de 2018, é agora a hora de chegar uma nova. Esta já tem nome e também uma lista definida de novidades que vão ser apresentadas.

Começam a ser cíclicas as novas versões do Windows 10 com o intuito de trazer novidades. Pelo menos 2 vezes por ano surgem as atualizações esperadas, com todas as novidades que foram criadas até esse momento.

Agora, depois de uma última atualização problemática, é hora de preparar a próxima ronda de novidades. A Microsoft vai chamar-lhe Windows April 2019 Update e, como o nome indica, tem também já uma data para ser lançada.

Com base na linha de builds 19H1, esta deverá ser terminada até ao fim do fim do primeiro quadrimestre, sendo depois tornada pública e instalada em todos os PCs. As novidades são muitas e têm sido já apresentadas de forma frequente.

O Edge vai passar a estar baseado no Chrome

Uma das mais importantes novidades desta nova atualização será mesmo a mudança radical que o Edge vai sofrer. A Microsoft optou por abandonar o seu motor de browser, o EdgeHTML, sendo usado o Blink.

Assim sendo, é ainda é cedo para saber o que isto representará, mas há a certeza de ser um browser rápido e com suporte para extensões.

A Microsoft tem já um programa de testes preparado para avaliar a novidade. Para aderir ao novo programa Insider dedicado ao Edge, os utilizadores só necessitam de se registar nesta página.

O menu iniciar e as apps vão contar com um tema light

Também ao nível do menu iniciar e da parte gráfica vão haver várias mudanças. A mais representativa e mais visível vai ser a chegada de um tema Light ao Windows 10. Este terá cores mais claras e será mais ajustado para uma utilização mais leve.

Além disso, o próprio Menu Iniciar terá mudanças no desempenho, com a criação de vários processos para controlar de forma mais precisa a sua utilização com a finalidade de evitar problemas.

As atualizações vão reservar espaço no Windows 10

As atualizações do Windows 10 vão também ser alvo de melhorias de monta. Primeiramente, o Windows passará a reservar espaço para a instalação de atualizações. Desta forma não vão haver mais situações de falta de espaço.

Para os utilizadores do Windows 10 Home há também uma surpresa. Estes vão passar a poder colocar as atualizações em pausa, garantindo assim que estas são instaladas apenas quando o utilizador pretende.

O Windows 10 vai ter uma sandbox nativa e segura

No campo da segurança vão surgir novidades que vão proteger ainda mais os utilizadores. A mais importante é mesmo a Sandbox que a Microsoft preparou para os utilizadores.

O Windows Sandbox vai conseguir isolar de forma segura e simples todas as aplicações que não se considerem seguras.

Com o Windows Sandbox, o Windows 10 criará áreas completamente seguras e que têm por base o seu próprio sistema operativo. Outra vantagem óbvia é que com poucos cliques está acessível uma máquina virtual sem toda as complicações que normalmente existem.


Depois de uma atualização de outubro desastrosa, que terminou apenas em dezembro, espera-se sem dúvida que esta corra melhor. Todas estas novidades vão melhorar o Windows 10 para que possa ser ainda melhor. Querem ainda continuar o seu crescimento e trilhar o caminho para o domínio do mercado.

Fonte: pplware.sapo.pt

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Dica: Aprenda a ativar a autenticação de dois fatores no Gmail

A autenticação com base num utilizador e password continua a ser o método mais usado para serviços online. No entanto, caso as suas credenciais sejam descobertas, facilmente qualquer utilizador poderá aceder à sua informação.

Para aumentar a segurança na sua conta, nada melhor que ativar a autenticação em duas etapas, também conhecido como autenticação de dois fatores.

Com a verificação em duas etapas, o utilizador adiciona uma camada extra de segurança à sua conta. Depois de configurar tal funcionalidade, sempre que proceder à autenticação da sua conta receberá um código adicional no seu smartphone para confirmar a autenticação.

Como ativar a autenticação de dois fatores no Gmail

Para ativar a autenticação de dois fatores no Gmail deverá seguir os seguintes passos:

Passo 1) Aceder às Definições da sua conta aqui.

Passo 2) Em seguida deverá carregar em Segurança, no menu do lado esquerdo e depois procurar por Validação em dois passos

Passo 3) Irá receber informações sobre o que significa a Validação em dois passos. O ponto forte deste mecanismo é que mesmo que alguém obtenha a sua password esta não é suficiente para aceder à sua conta. Para avançar carregue em Começar.

Passo 4) O Google irá indicar-lhe em que smartphones tem iniciada sessão com a conta Google, sendo que a sessão será terminada. Para isso carreguem em Ativar.

Passo 5) Indiquem agora o número de telemóvel para onde deve ser enviado pela Google o código de autenticação adicional por cada sessão estabelecida. O utilizador poderá receber o código por Mensagem de Texto ou via chamada telefónica.

E está feito! A configuração é bastante simples e é, sem dúvida, um importante mecanismo de segurança. Além disso, sempre que proceder a uma autenticação, é informado da localização e dispositivo que está a proceder à mesma.

Se ainda não têm autenticação de dois fatores no Gmail não deixem para depois… ativem já!

Fonte: pplware.sapo.pt

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Dica Android: Como evitar apps falsas na Google Play Store

O sistema operativo Android prima pela sua abertura bem como pela facilidade de personalização. Seja através de apps na Google Play Store ou através de ROMs de terceiros (custom ROMs).

Ao mesmo tempo, sendo o sistema operativo mais popular do mundo, torna-se num alvo apetecível para mentes menos honestas. Assim sendo, é comum vermos aplicações aparentemente inofensivas, mas que, na verdade, se fazem passar por outras apps. Vamos ajudar a evitar apps falsas.

Verdade seja dita, numa loja tão vasta como a Google Play Store, não menosprezando os seus filtros e segurança, há sempre uma nova ameaça à espreita.

Nesse sentido, uma das práticas mais comuns são as apps falsas. Aplicações que imitam outras apps extremamente populares para enganar o utilizador mais distraído e chegar ao seu smartphone.

Com o intuído de apresentar publicidades ou, no pior dos casos, roubar informações do seu smartphone, é preciso estar ciente deste risco. Pois bem, como podemos identificar uma app falsa na Google Play Store?

1 – Atenção aos resultados da pesquisa na Google Play Store

Um simples (mas atento) escrutínio dos resultados da pesquisa pode fazer toda a diferença. Veja-se o seguinte exemplo em que simplesmente pesquisamos por “WhatsApp”.

Aparecem dezenas de resultados. Muitas apps na Google Play Store, onde a grande maioria com o mesmo esquema de cor no seu ícone. Porquê? Tudo isto para confundir o utilizador e, quiçá, levá-lo a instalar uma app que não o WhatsApp.

Depois, é comum surgirem duas apps com o mesmo ícone sendo uma delas gratuita e a outra paga. Todavia, neste caso o uso de ícones similares é propositado e indutor do erro. Cuidado com esta artimanha extremamente popular na Google Play Store.

Em síntese, por vezes, sem saber o utilizador acaba por instalar uma app muito similar. Esta pode até fazer as mesmas funções mas, por via da regra, esconde sempre uma segunda intenção.

2 – Atente no número de instalações

Em segundo lugar, quando duas apps Android são muito similares, podemos prestar atenção a esta métrica. Se o ícone, o nome e demais elementos são similares ou mesmo idênticos, veja-se o número de instalações.

Assim sendo, se uma app foi instalada milhares de vezes, ao passo que a outra tem algumas centenas de instalações, esta última será a app falsa. Em síntese, esta é uma forma simples e eficaz de discernir o trigo do joio.

3 – Atente na pontuação e análises dos utilizadores

Em terceiro lugar, as análises ou reviews dos utilizadores podem ser da mais extrema importância. Afinal de contas, não foi por acaso que a Google Play Store implementou esta funcionalidade!

Primeiramente veja o número de avaliações à app em questão. Quanto maior este for, mais confiável será a avaliação numérica final. Note-se ainda que na Google Play Store a pontuação é apresentada sob a forma de estrelas, sendo 5 o valor máximo.

Em seguida é sempre bom ler alguns dos comentários e avaliações dos utilizadores. O testemunho de alguém que já tenha instalado a app no seu dispositivo Android é sempre valioso.

4 – Ler a descrição da app e a sua apresentação na Google Play Store

Dentro da página de cada app, podemos ver e ler a sua apresentação. Esta conta, por vezes, com um vídeo de resumo / apresentação da mesma e dá-nos informações úteis.

Além disso, por norma uma aplicação fidedigna dedica bastante atenção à criação de uma boa apresentação. Algo que se traduz em vídeo e imagens apelativas e sucintas.

5 – Atente no programador da app para Android

Diz-me quem te fez e dir-te-ei quem és. Por último, a análise e escrutínio do autor da aplicação pode revelar muito sobre o conteúdo e teor desta. Assim sendo, aconselhamos os nossos leitores a prestarem atenção a este quesito. Sobretudo, caso todos os passos acima não sejam suficientes para aquietar as suas legítimas dúvidas.

Nesse sentido, veja bem a indicação do estúdio responsável pelo desenvolvimento da app para Android.

Por via da regra poderão também consultar a página Web do programador e apurar a sua credibilidade. Assim sendo, temos várias formas de nos precaver contra apps potencialmente perigosas ou simplesmente enganadoras.

Fonte: pplware.sapo.pt

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Nova build do Windows 10 avança o plano da Microsoft de acabar com as passwords


A Microsoft tem um plano bem definido do que toca aos processos de autenticação do Windows 10. Quer acabar com as passwords e passar a usar métodos alternativos de autenticação.

Se até agora se tinha limitado a mostrar ideias e conceitos, mudou completamente e a mais recente build Insiders do Windows 10 traz uma novidade que permite que os utilizadores se possam autenticar com o seu telefone.

O desejo da Microsoft, e até da maioria dos utilizadores, é abandonar a utilização de passwords. Para além de serem complicadas de memorizar, são um ponto de falha e de quebra de segurança.

Para isso a empresa tem criado formas alternativas de autenticação, que vão para além dos sistemas biométricos. A forma mais simples parece ser a utilização dos smartphones para transmissão de códigos de autenticação.

Nova build vai acabar com as passwords

Na mais recente build do Windows 10 a Microsoft passou a permitir a autenticação sem password, recorrendo apenas a um código recebido no smartphone. No entanto, este código só precisará de ser usado uma vez.

Microsoft já não precisa de passwords no Windows 10

Ao autenticar num novo PC, espera-se que o utilizador use essa nova conta e que se autentique com o código recebido. Dai em diante, a autenticação deverá ser configurada para usar o Windows Hello, através das várias formas de biometria usada.

Desta forma, as passwords nunca serão colocadas, até porque a conta do utilizador não terá qualquer definida, desde que tenham um número de telefone associado. Estas contas podem ser já criadas, em qualquer app da Microsoft que requeiram a autenticação para Android ou iOS.

Depois de alguns dias em testes nas builds do Windows Home, esta novidade foi agora alargada a todos e pode ser já testada. Espera-se que chegue aos utilizadores finais do Windows 10 na próxima grande atualização, que devera ser lançada em abril deste ano.

Fonte: pplware.sapo.pt

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ESET integra iniciativa internacional “No More Ransom”

A ESET foi anunciada como o mais recente parceiro da “No More Ransom”. Esta iniciativa visa ajudar as vítimas de ataques de ransomware a recuperar os seus dados pessoais.

Até ao momento, esta iniciativa já ajudou mais de 72 mil vítimas em todo o mundo.

Com os seus 130 parceiros, o portal online “No More Ransom” hospeda um conjunto de 59 ferramentas de desencriptação gratuitas de vários fornecedores de software de segurança, abrangendo 91 famílias de ransomware. Utilizadores de todo o mundo podem aceder às ferramentas gratuitamente de modo a que consigam recuperar os seus dados mantidos como reféns por ataques de ransomware.

Disponibilizadas desde 2016, as ferramentas de desencriptação “No More Ransom” conseguiram até agora evitar a extorsão de cerca de 22 milhões dólares por parte de cibercriminosos.

Faz muito tempo que a ESET ajuda as vítimas de ransomware a recuperar dados encriptados, já que as suas ferramentas de desencriptação, foram já descarregadas mais de 250.000 vezes. A partir de agora, duas dessas ferramentas também estarão disponíveis para um público maior através da plataforma gratuita, centralizada e fácil de usar do “No More Ransom”.

O ransomware cresceu e tornou-se numa das maiores ameaças virtuais enfrentadas por empresas e consumidores, e a ascensão do GandCrab e SamSam em 2018 mostrou como a ameaça continua em crescente e a adaptar-se. Um relatório revelou recentemente que 40% de todos os ataques bem-sucedidos baseados em malware envolvem ransomware.

O projeto “No More Ransom” reconhece que a luta contra o ransomware exige um esforço conjunto, e o envolvimento da ESET representa o seu compromisso contínuo de parceria com a polícia para combater o cibercrime e permitir que todos desfrutem de tecnologias mais seguras.

A ESET já colaborou com as agências de segurança pública em grandes remoções de infraestrutura maliciosa, incluindo a interrupção da família de malware Gamarue.

Essa colaboração global entre os setores público e privado envolveu a Microsoft, o FBI, a Interpol e a Europol. A ESET também trabalhou com várias organizações internacionais para descobrir a Operação Windigo, uma operação cibercriminosa que envolveu o controlo de dezenas de milhares de servidores Unix. E, mais recentemente, fez uma parceria com órgãos de segurança pública e com o Google a propósito da 3ve, uma importante operação de fraude de anúncios on-line.

A parceria mais recente da ESET continuará com seu compromisso de colaborar com os parceiros da lei e da indústria para criar um mundo digital mais seguro.

Fonte: pplware,sapo.pt

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Google Docs: Fale que o editor de texto escreve sozinho

Uma das melhores plataformas de produtividades online é sem dúvida a suite da Google. Esta plataforma tem vindo a ganhar várias funcionalidades, que a tornam uma verdadeira concorrente do Office da Microsoft.

Uma das funcionalidades interessante desta plataforma é a possibilidade de falar e esta escrever o que diz.

Fale e o Google Docs escreve

O Google Docs, integrado no Drive, é uma ferramenta que se assemelha ao popular Word da Microsoft. Apesar de não ser tão completa, oferece as funcionalidades essenciais para que possa elaborar e formatar textos. Uma das funções em destaque é o “Google Digitação por Voz” que permite que o utilizador fale e a plataforma escreva o que diz.

Para aceder a esta funcionalidade dever ir a Ferramentas > Google Digitação por Voz. Não se esqueçam de verificar se o vosso microfone está a funcionar corretamente.

Em seguida é só carregar no ícone laranja e começar a falar para que a plataforma reconheça o que está a dizer e transcreva para o documento. De acordo com o que testámos, o reconhecimento de voz é bastante apurado.

Além de passar o texto falado para escrito, o utilizador pode também usar esta funcionalidade para usar comandos de voz, como, por exemplo, pedir à plataforma para selecionar um parágrafo ou que coloque uma determinada palavra a negrito.

Para saber quais os comandos disponíveis basta que aceda à Ajuda desta funcionalidade (usando o botão ? que aparece junto ao ícone do microfone)

Se usam o Google Docs experimentem esta funcionalidade que é bastante interessante. Se não usam, aqui fica uma boa oportunidade para testarem esta fantástica suite de produtividade online. De referir que esta funcionalidade está disponível em vários idiomas.

Usar esta funcionalidade no smartphone ou no tablet ainda dá mais importância à capacidade de perceber o que estamos a dizer. Testem e vejam o fantástico trabalho feito pela Google.

Fonte: pplware.sapo.pt

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Dica Windows 10: Como mapear uma pasta partilhada na rede

Aceder a um diretório no sistema local é algo relativamente simples. Mas e se pretender aceder a uma pasta partilhada por outro PC através rede?

Existem várias formas para realizar tal configuração, mas a mais simples é mapear esta pasta numa unidade de rede. Vamos aprender como fazer essa configuração.

Ao mapear uma pasta partilhada numa drive de rede, pode aceder facilmente à mesma, através do Explorador de Ficheiros no Windows, em outro computador. Tal configuração é relativamente simples, isto porque o Windows também oferece funcionalidades que simplificam todo o processo.

Para começar a usar tal funcionalidade deve ativar, no PC que vai partilhar a pasta, a opção “Deteção de rede“. Tal configuração é realizada em Definições > Rede e Internet

Em seguida basta ir a “Alterar as opções de partilha para diferentes perfis de rede” e depois selecionar a opção “Ativar a deteção de rede

De referir que este procedimento não é propriamente necessário, mas simplifica! Se souberem o endereço da pasta partilhada podem indicá-lo diretamente na configuração.

Como mapear uma pasta partilhada?

Mapear uma pasta partilhada numa drive no Windows é um processo relativamente simples. Para tal basta abrir o Explorador do Windows, selecionar Este PC e em seguida carregar em Mapear unidade de rede

Em seguida basta que indiquem qual a letra para a unidade que pretendem e indiquem, qual a pasta na rede que vão mapear para essa drive.

Se tudo correr bem, deverá aparecer no Explorador de Ficheiros a pasta partilhada já mapeada na drive que foi escolhida.

Esta é uma configuração simples, especialmente para quem acede com regularidade a pastas partilhadas na rede. Se pretender remover o mapeamento, basta que clique com o botão do lado direito sobre a drive e escolha a opção Desligar.

Fonte: pplware.sapo.pt

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Ofertas de ano URCDKey: Office 2019 e Windows 10 PRO – a melhor oferta

Com o final do Natal de 2018 e o aproximar do fim de ano a passos largos, a URCDKey meteu mãos à obra e lançou a sua mais recente campanha de pós-Natal com ofertas muito interessantes.

Não é a primeira vez que falamos deste tipo de plataforma, onde é possível adquirir uma chave de licença para o sistema operativo Windows, para o Office  e para muitos títulos de entretenimento nas mais variadas plataformas. Vale a pena conhecer e aproveitar estas promoções, sem dúvida.

O que é ou quem é a URCDKey

Nascida no ano de 2011 e com origem em Hong Kong, a URCDKey especializou-se como plataforma onde se podem adquirir códigos, licenças e chaves de jogo e software a preços muito competitivos.


O URCDKey foi uma das primeiras lojas do mercado online profissional a lidar com jogos MMO. Com quase cinco anos de posição constante no mercado, tem vindo a tornar-se um dos líderes nas transacções da sua tipologia de produto online.

É possível encontrar chaves para todas as plataformas de jogos mais conhecidas como por exemplo a Steam, a Origin ou a Uplay.

O sistema de funcionamento é muito simples. Uma vez escolhida a chave ou licença que se pretende, procede-se ao pagamento do mesmo via PayPal, Visa ou MasterCard e, uma vez confirmado esse mesmo pagamento, recebemos no espaço aproximado de 10 minutos, no nosso correio eletrónico e de forma confortável a chave ou licença adquirida.

Oferta de 20% com a URCDKey

Ao usar o código TT20% aquando da aquisição de uma das seguintes licenças, poderemos aceder a um desconto de 20% imediato:

Jogar é com a URCDKey

Nem só de trabalho vive o homem…por isso é que temos de incluir um pouco de lazer na nossa vida. Para tal sugerimos um desconto de 3% nos seguintes títulos e gif cards, ao usar o código UK3% :

Natal da URCDKey ainda ativo!

Como ainda existe um cheirinho de Natal no ar, a URCDKey mantém em ativo a sua promoção de Natal para quem quiser tentar a sua sorte. Podrão dar uma vista de olhos no site especial de Natal e escolher uma de muitas ofertas à disposição.

https://www.urcdkey.com/

Fonte: pplware.sapo.pt

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Telemóveis: Formatar e dar de novo, passo a passo

Vai comprar um telemóvel e quer deixar o antigo a um familiar? Tem um computador ou tablet que já não usa e vai doá-lo a alguém? Aprenda como o formatar e dar de novo, um passo de cada vez.

Fazem parte das nossas vidas e às vezes até é difícil desfazer-mo-nos deles. Mas como na época natalícia nem custa tanto abrir os cordões à bolsa, há quem aproveite esta altura para comprar um telemóvel novo. E quem diz um telemóvel diz um tablet ou um computador. No entanto, muitas vezes os aparelhos que ficam ainda funcionam.

E funcionam bem. Às vezes, basta uma limpeza para tudo voltar a ficar como dantes. Seja para reciclar ou para deixar o aparelho a algum familiar — porque não? –, o melhor mesmo é apagar tudo. Mas apagar a sério. É isso que o ECO lhe ensina neste guia, de forma simples e num passo de cada vez. Aprenda a formatar e a dar de novo!

Primeiro, guarde o que precisa

Antes de começar, certifique-se de que guardou todos os ficheiros que lhe podem vir a fazer falta. Podem ser documentos, fotografias, gravações, vídeos e por aí em diante. Guarde tudo o que precisar num sítio à parte. Pode, por exemplo, meter tudo na internet — o ECO já deu várias sugestões de “nuvens” gratuitas onde pôr fotografias e outros ficheiros: Google Drive OneDrive são apenas duas hipóteses.

Mas não são as únicas. Se for um dispositivo móvel, pode ligar o aparelho ao computador e descarregar uma cópia de todos os dados — se for Android e tiver um cartão com memória adicional, é boa ideia guardar também uma cópia de segurança de toda essa informação. Se for um computador, a melhor opção é mesmo passar tudo para um disco rígido externo ou selecionar o essencial e passar para uma pen.

Com a cópia de segurança feita, passemos então à fase de limpeza e formatação. Mais uma vez, tenha a certeza de que já guardou uma cópia dos seus dados mais importantes. Os processos que explicamos em diante vão resultar no restauro total do sistema, isto é,apagam toda a informação dos aparelhos. Toda, mesmo.

Formatar um iPhone ou iPad

O restauro de um iPhone ou de um iPad faz-se de maneira parecida. Mas o primeiro passo é desligar a sua conta iCloud, para ter a certeza de que não perde nenhum dos seus dados. Para isso, aceda às Definições, abra o menu iCloud e, no fundo da janela encontrará, a opção Apagar Conta. Carregue aí e, de seguida, em Apagar do meu iPhone/iPad. Terá de confirmar a seleção, digitando o seu código de desbloqueio.

Agora, a sua conta da Apple está desvinculada do aparelho. Para restaurar, aceda uma vez mais às Definições e selecione a opção Geral. Carregue em Repor e, depois, em Apagar conteúdo e definições. Digite o código de segurança e selecione a opção ApagariPhone/iPad. A partir daqui, o aparelho apaga todos os dados do utilizador e reinicia ou desliga-se. Volte a ligar o telemóvel ou tablet. Se surgir a tela Hello (ou Olá) é porque o processo foi concluído com sucesso. Parabéns: acabou de formatar o seu dispositivo.

Formatar um Android

Tal como nos dispositivos da Apple, repor um telemóvel ou um tablet Android (da Google) é um processo bastante semelhante. Só há um problema: o nome das opções pode variar consoante a marca e o modelo. Neste guia, o ECO explica o processo em traços gerais. Ainda assim, a partir daqui, não é difícil adaptar o processo ao equipamento que quer repor. Comece por aceder às Definições e, de seguida, à opção Cópia de segurança e restauro. Escolha a função Repor definições de fábrica, ou a correspondente no seu aparelho.

Aqui, verá um ecrã um todas as contas que tem associadas ao telemóvel ou ao tablet: Facebook, email e por aí em diante. No fundo da janela, terá um botão com a indicação Repor definições. Poderá ter também uma indicação para escolher se quer ou não formatar o cartão de memória. Selecione a opção do seu agrado e carregue no botão da reposição. Confirme, introduzindo a password do dispositivo. A partir daqui, o telemóvel ou tablet irá entrar em modo de restauro e formatar-se. Poderá reiniciar ou desligar-se. Ligue-o. Se aparecer a opção para escolher o idioma do sistema, é porque o processo foi concluído com sucesso.

Formatar um Macintosh

Sejamos francos: o mundo dos computadores não é tão intuitivo como o dos dispositivos móveis. Mesmo assim, já lá vão os tempos em que formatá-los era um bicho-de-sete-cabeças. Adivinhe: não é. E o ECO ensina-lhe como o fazer. Comece por desconectar o seu Mac do iTunes. Abra a aplicação iTunes e, na barra de tarefas, clique em Loja e em Desautorizar este computador. Introduza o seu e-mail e password da Apple e confirme.

De seguida, é preciso desligar o sistema da conta iCloud. Carregue na maçã da Apple, no canto superior esquerdo. Vá às Preferências do Sistema e escolha o ícone iCloud. Carregue em Terminar sessão e reinicie o computador. Aqui, é preciso alguma perícia: enquanto o Mac reinicia, vá pressionando as teclas Command R ao mesmo tempo. Faça isso até ouvir a música de arranque do computador e o logótipo da Apple surgir no centro do ecrã. Se tiver feito tudo bem, acabou de entrar no modo de recuperação do computador — se o Mac reiniciou normalmente, reinicie-o novamente e vá tentando até o computador iniciar nesse modo especial.

O próximo passo é formatar o disco rígido. E esta parte tem de ser feita manualmente. Se completou com sucesso o passo anterior, neste momento deverá estar a ver o menu OS XUtilities, em inglês. Escolha a opção Disk Utility e clique em Continue. Na aba Internal, selecione o disco rígido principal do seu Mac, que poderá ter vários nomes: Macintosh HD, Hard Drive, ou outro título do género. Clique na opção Unmount e, depois, Erase. O computador irá formatar a partir daqui, limpando todos os dados — incluindo o sistema.

Cumprida esta parte, já só tem de reinstalar o sistema operativo. Parece difícil, mas não é: a janela OS X Utilities deverá abrir automaticamente no final da formatação. Haverá um botão com a indicação Reinstall OS X. A partir daqui, vá seguindo os passos indicados para descarregar uma versão do macOS (ou OS X). No final, o seu Mac deverá estar como novo e, ao reiniciar, terá a opção para criar uma nova conta de utilizador. Faça-o apenas se ficar com o Mac para si. Se for para outra pessoa, este passo já não é tarefa sua.

Formatar um PC

Nem toda a gente sabe formatar um PC. E também nem toda a gente sabe que formatar um computador com Windows 7, 8.1 ou 10 é das coisas mais fáceis de se fazer. A Microsoft tem vindo a apostar em ambientes cada vez mais intuitivos e, especialmente na mais recente versão do sistema, o processo é bastante user friendly — que é como quem diz, é desenhado para que qualquer utilizador básico o saiba manusear.

O computador é Windows 7? Poderá precisar de um CD com uma cópia genuína do sistema operativo. De qualquer forma, comece por clicar no menu Iniciar e abra o Painel de Controlo. Entre em Sistema e Segurança e, depois, em Cópia de Segurança e Restauro. Procure a indicação Recuperar as configurações do sistema no seu computador e clique nela. Escolha a opção Métodos de recuperação avançada em depois, clique em Retornar o meu computador às condições de fábrica. Se não tiver esta opção, terá escolher a função Reinstalar o Windows. A partir daqui, siga à risca as indicações que surgirem no ecrã, até concluir o processo.

O computador é Windows 8.1 ou Windows Entre nas Definições. Selecione Alterar as configurações do PC e aceda ao menu Atualizar e segurança. Clique em Recuperação e, depois, em Começar. A partir daqui, siga as indicações que forem surgindo no ecrã. Mas se o PC em causa for um já recente Windows 10, o processo até é mais fácil. Entre nas Definições, vá até Atualizar e segurança e, na aba Recuperação, clique também em Começar. A partir daqui, a lengalenga é igual: siga as instruções à risca e vai ver que não se perde. O resultado final é um computador completamente limpo, sem ficheiros e como se tivesse acabado de vir da fábrica — bom, pelo menos, ao nível do software

Fonte: eco.sapo.pt

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Linux Mint 19.1 (Tessa) – Um Linux que substitui na boa o Windows 10

O Linux Mint é uma das distribuições Linux mais populares do mundo. Para quem quer dar os primeiros passos numa boa alternativa ao sistema operativo Windows e também MacOS, esta é normalmente uma das distribuições Linux sugeridas, mas é também uma das que tem maior comunidade.

Recentemente foi lançado o Linux Mint 19.1 (Tessa). Vamos conhecer as novidades.

O Linux Mint é uma das distribuições Linux preferidas dos utilizadores devido à sua usabilidade e simplicidade, uma vez que há muitos pacotes onde já vêm instalados por omissão: plugins do browser, players, entre outros.

O Linux Mint 19.1 é baseado no Ubuntu 18.04 LTS e está disponível em 3 versões, cada uma com o seu ambiente gráfico: Cinnamon, MATE e Xfce.

Nesta versão, além das melhorias ao nível do visual e de desempenho nas três versões, foram também corrigidos vários bugs. Esta versão traz também melhorias ao nível do atualizador de pacotes, ao nível de Artwork, o kernel foi atualizado para a versão  4.15.0-20 entre outras pequenas atualizações.

O Mint 19.1 (Tessa) tem suporte de segurança até 2023. Esta é sem dúvida uma das distribuições a ter em conta para quem procura um sistema operativo estável e com bom suporte.

Podem fazer o download aqui

Fonte: pplware.sapo.pt

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