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WordPress: Como aumentar o limite de upload de ficheiros?

O WordPress é, sem margem de dúvida, uma das plataformas de conteúdos (tipicamente também designado de CMS – content management system) mais populares da Internet. Com o WordPress o utilizador pode criar facilmente sites, blogs, sites de comércio eletrónico, etc. etc… de uma forma rápida, simples e muito profissional.

Hoje vamos ensinar como podem ultrapassar a limitação ao nível do upload de ficheiros/imagens.

Por omissão, o tamanho do upload no wordpress vem limitado aos 2MB. Se tentar fazer o upload de um ficheiro com tamanho superior ao permitido, irá receber a informação que o ficheiro excede o tamanho máximo tal como mostra a figura seguinte… mas ha solução!

Existem várias formas de aumentar o limite de upload de ficheiros no wordpress.  A forma mais simples é fazê-lo através do ficheiro php.ini devendo ser alteradas as seguintes variáveis:

upload_max_filesize = 32M
post_max_size = 32M
max_execution_time = 300

Depois da alteração, devem reiniciar o serviço Web e verificar se o tamanho de upload passou para os 32MB (Podem definir mais que 32M, devendo para isso alterar o valor da variável upload_max_filesize).

Outra das formas de manipular os valores de upload é inserindo as seguintes variáveis no ficheiro functions.php que está dentro do tema em uso no WordPress.

@ini_set( 'upload_max_size' , '32M' );
@ini_set( 'post_max_size', '32M');
@ini_set( 'max_execution_time', '300' );

Fonte: pplware.sapo.pt

5 mitos sobre as redes Wi-Fi que deve conhecer

As redes Wi-Fi são hoje amplamente usadas nos mais diversos cenários. Quando começaram a ser implementadas e usadas de forma massiva, foram muitos os mitos que começaram a circular sobre esta tecnologia… muitos deles sem qualquer fundamento.

Hoje apresentamos 5 mitos sobre a tecnologia Wi-Fi.

As redes sem fios (redes wireless ou Wi-Fi) e toda a tecnologia de suporte têm vindo a evoluir bastante nos últimos anos. Dada a popularidade desta tecnologia, há vários mitos sobre a mesma que hoje iremos esclarecer.

#1 – As redes Wi-Fi têm efeitos nocivos para a saúde

Desde que se começaram a usar as redes Wi-Fi, um dos primeiros mitos é que as mesmas faziam mal à saúde. Na verdade, até aos dias de hoje, ainda não há qualquer estudo fiável que relacione problemas de saúde com a tecnologia Wi-Fi.

Por outro lado as redes Wi-Fi funcionam em frequências muito baixas e a radiação que os routers emitem é “não-ionizante”, ou seja, radiações cuja a energia é insuficiente para ionizar átomos ou moléculas, o que significa que não são nocivas para o ser humano.

#2 – É muito simples furar a segurança de uma rede Wi-Fi

Há quem diga que é fácil… mas não é totalmente verdade. Como sabemos o standard Wi-Fi mais poderoso da atualidade, o WPA2, já foi quebrado, mas para quebrar uma rede Wi-Fi com este protocolo é preciso ter conhecimentos (bastante) avançados e também poder computacional e tráfego para analisar. Entretanto também já foi homologado o WPA3 que garantirá a melhor segurança das redes Wi-Fi.

Além dos protocolos de segurança a usar, não esquecer que devemos mudar as credenciais que vêm de fábrica dos equipamentos e não disponibilizar a chave de acesso à rede a “toda a gente”.

#3 – Paredes são a principal interferência das redes Wi-Fi

Como é do conhecimento geral, as redes Wi-Fi são bastante susceptíveis a interferências mas perdem também performance devido a algumas barreiras (ex. paredes grossas, humidade, eletrodomésticos, etc). Isto quer dizer que o sinal sofre um “enfraquecimento” devido à influência de fenómenos como a reflexão, refracção, difração ou até mesmo absorção, além das interferências causadas especialmente por equipamentos que funcionam na mesma gama de frequências.

#4 – A tecnologia Bluetooth não interfere com a tecnologia Wi-Fi

Como a tecnologia Bluetooth também funciona na gama dos 2,4 Ghz é possível que haja interferências entre as tecnologia. Atualmente este problema é fácil de ultrapassar já que as redes Wi-Fi podem funcionar nos 5Ghz.

#5 – Compatibilidade entre standards é perfeita

Há vários standards do Wi-Fi que são retrocompatíveis. Por exemplo, o 802.11n é compatível com o 802.11g! No entanto, a atual norma, o 802.11ac, já só funciona nos 5Ghz e não é retrocompatível com normas que funcionam apenas nos 2,4 Ghz… daí existirem routers dual band para disponibilizarem suporte para equipamentos com normas mais antigas (como é o caso do 802.11b).

gama de 5 GHz, como não é muito utilizada, é menos susceptível a interferências, não havendo assim degradação de sinal. Além disso, usando as tecnologias adequadas, é possível ter um maior throughput (taxa efetiva de transmissão) em redes que funcionam nos 5 GHz.

E são estes alguns mitos das redes Wi-Fi. Se conhecer outros partilhem connosco. Alguns são um total disparate mas há outros mitos que têm algum fundamento.

FONTE: pplware.sapo.pt

8 alternativas gratuitas ao poderoso Office da Microsoft em 2018

Não há dúvidas de que o Office da gigante Microsoft é a melhor e a mais completa suite de produtividade. No entanto, para quem usa apenas o básico (e não só) deste tipo de plataformas, são várias as alternativas que estão disponíveis no mercado.

Hoje deixamos 8 fantásticas alternativas ao Office da Microsoft.

#1 FreeOffice 2018

Chama-se FreeOffice e é uma suite de produtividade desenvolvida pela empresa alemã SoftMaker. Esta suite incluiu uma alternativa gratuita ao Word, Excel e Powerpoint e, além disso, todos os documentos criados nesta plataforma são agora compatíveis com o Office da Microsoft.

#2 LibreOffice

O LibreOffice é, indiscutivelmente, uma das principais alternativas ao Office da Microsoft. Esta suite de produtividade está disponível para Windows, macOS e Linux.

Esta plataforma tem ganho muitas novas funcionalidades, e digamos que possui todas as funções necessárias para um utilizador de nível intermédio. O LibreOffice oferece ferramentas idênticas ao WordExcel e PowerPoint. O Draw é uma ferramenta de diagramas semelhante ao Visio. Existem também o Math que é usado para criar fórmulas simples e complexas e o Baseque é um estilo de Microsoft Access. Tal como o Office 365, o LibreOffice também está disponível na cloud – ver aqui.

#3 Apache OpenOffice

Uma vez que o Libreoffice “deriva” do OpenOffice estes têm muitas funcionalidades em comum. O Apache OpenOffice é um software completo de produtividade equivalente ao Microsoft Office e que antes de se tornar uma ferramenta de código aberto (licença LGPL) era conhecido como StarOffice desenvolvido inicialmente pela StarDivision, posteriormente adquirida pela Sun Microsystems.

O Apache OpenOffice está disponível para Windows, MacOS e Linux.

#4 OnlyOffice

O OnlyOffice é uma plataforma open source que é distribuída com a licença AGPL v.3 estando o código disponível no GitHub. Esta plataforma de produtividade está disponível em 22 idiomas e disponibiliza também uma interface Web.

#5 WPS Office for Linux

O WPS Office (também conhecido por Kingsoft Office) é um clone do Microsoft Office que disponibiliza as seguintes ferramentas:

  • Writer– Estilo Word
  • Presentation– Estilo Powerpoint
  • Spreadsheets– Estilo Excel

Esta suite tem total suporte com o Microsoft Office e está disponível em algumas distribuições Linux, como é o caso do Deepin OS.

#6 Calligra Suite

O Calligra é uma das suites de produtividade mais antigas que existem.  Esta plataforma foi criada “em volta” do ambiente gráfico de trabalho KDE mas tem suporte para outras plataformas. Do Calligra fazem parte:

  • Calligra Words – Processador de texto
  • Calligra Sheets – Folha de cálculo
  • Calligra Stage – Apresentações
  • Calligra Author – Para criação de Epubs
  • Calligra Plan – Para planear projectos
  • Krita – Paint
  • Calligra Flow (formerly Kivio) – Criação de gráficos de fluxo
  • Karbon (formerly Karbon14) – Para trabalhar com imagens gráficas vectorizadas
  • Braindump – Notas
  • Kexi – Gestor de base de dados

#7 Google Drive

O Google Drive é a suite de produtividade Web da Google. Esta suite é muito completa em termos de funcionalidades e as ferramentas são variadas:

  • Google Docs – Estilo Word
  • Google Sheets – Estilo Excel
  • Google Slides – Estilo PowerPoint
  • Google Forms – para formulários
  • Google Drawings – para desenhos
  • Google My Maps – Mapas
  • Google Sites – para alojamento de sites
  • Drive Word Cloud – Para criar “arte” com palavras
  • Moqups – Para criação de Moqups

Segundo o site do projeto, esta é a verdadeira alternativa à suite Office. Tal como a plataforma da Microsoft, o FreeOffice vem também com um estilo de Word, Excel e PowerPoint. O FreeOffice tem compatibilidade com o Windows, macOS, Linux e Android.

 

Fonte: pplware.sapo.pt

AmpliFi: Este é o router que toda a gente o saberá configurar

Já conhece o router AmpliFi? O Pplware já fez uma breve apresentação do mesmo e, apesar do tamanho, as características deste equipamento são simplesmente fantásticas.

O router AmpliFi, além de trazer as últimas tecnologias ao nível do Wi-Fi, é um autêntico sistema Mesh. Hoje vamos ver como podemos gerir este equipamento através de uma app.

Configurar o AmpliFi demora menos de 60 segundos. A configuração pode ser realizada através de uma página Web, fornecida pelo próprio sistema do equipamento, ou então através da app AMPLIFI que está disponível para iOS e Android.

O que podemos fazer e ver via app?

A app AMPLIFI é super intuitiva e tem uma interface bastante elegante. Após estarmos ligados à rede difundida pelo router, basta abrir a app no smartphone para iniciar a configuração do mesmo. Em termos de opções, o utilizador pode configurar o sistema Mesh do Amplify ou então configurar o Mesh Point de forma independente.

No próximo passo a app identifica que o router está online, fornecendo até o uptime do mesmo, e permite que o utilizador configure o Acesso remoto ao mesmo. Ativando esta configuração, que pode ter autenticação via credenciais do Facebook ou Google, o utilizador pode aceder ao equipamento a partir de qualquer parte do mundo.

Configurações gerais

Em termos de configurações do próprio equipamento este router permite tudo e mais alguma coisa, incluindo controlar a luminosidade do LCD/LED. Além disso há opções para configurar o DHCP, WPS, Port Forwarding, etc.

Utilizadores ligados / tráfego

Como qualquer outro equipamento desde segmento, este router permite também visualizar um conjunto de estatísticas. Em termos de tráfego é possível saber o tráfego geral ao nível de download e upload. Na mesma interface é possível realizar testes ao ISP.

Rede Guest / Acesso remoto

Outra das funcionalidades interessantes é a possibilidade de criar redes guest. Para tal basta que indique por quantas é que pretende difundir o SSID associado a essa rede e também o número de utilizadores que se podem ligar à mesma. Nas opções gerais do equipamento temos as opções para acesso ao Centro de Ajuda, Apoio ao cliente em direto e Acesso Remoto.

Este kit completo (Ubiquiti AmpliFi Long Range Router e Extender Kit) pode ser adquirido aqui.

Fonte: pplware.sapo.pt

Microsoft vai terminar suporte ao Windows 7 antes do tempo em alguns PCs

Estando focada no Windows 10, a Microsoft quer que, no mais curto espaço de tempo, os utilizadores abandonem os sistemas mais antigos e que abracem esta nova versão. Para isso terminou já o suporte ao Windows XP e prepara-se para também deixar de suportar o Windows 7 até 2020.

Enquanto muitos esperam que este dia demore a chegar, a Microsoft tem outros planos e já começou a bloquear o suporte para o Windows 7 em alguns PCs com hardware específico e mais antigo.

Não foi declarado de forma oficial ou dado a entender pela Microsoft, mas a verdade é que o suporte para o Windows 7 está a ser terminado de forma subtil e muito discreta, deixando os utilizadores sem outra alternativa que não atualizar as suas máquinas.

A Microsoft tinha-se comprometido em manter atualizações de segurança no Windows 7 até 2020, garantindo a segurança deste sistema até ao último dia do suporte, mas do que tem sido reportado, para alguns PCs este foi terminado.

Com a atualização de segurança de março da Microsoft para o Windows 7 veio um problema que impedia a sua instalação em processadores que não tivessem suporte para SSE2 (Streaming Single Instructions Multiple Data Extensions 2).

Na prática, esta limitação, que não foi corrigida nas atualizações de segurança que foram lançadas nos meses seguintes, restringe a utilização do Windows 7 em máquinas mais antigas, onde se incluem as que têm processadores Intel Pentium III.

Agora, para a instalação destas atualizações de segurança, a Microsoft está a exigir que os utilizadores “atualizem as suas máquinas com um processador que suporte SSE2 ou que virtualizem essas máquinas”.

Não está clara a razão pela qual a Microsoft não resolve este problema, mas a verdade é que desde que lançou o Windows 10, a empresa tem procurado a todo o custo que os utilizadores migrem para esta versão. Esta pode ser mais uma forma de, discretamente, trazer mais utilizadores para a mais recente versão do Windows.

FONTE: pplware.sapo.pt

Windows 10 está a deixar muitos PCs Obsoletos

O Windows 10 será suportado até 14 de Outubro de 2025, pelo menos pelas indicações da Microsoft.

Já tinha tido a sensação que os meus PCs tinham ficado lentos e obsoletos após as ultimas actualizações do Windows 10, mas a final não era uma sensação só, mas sim uma certeza.

A Microsoft lançou sua actualização mais recente do Windows 10 no início deste ano. O nome, Creators Update, faz com que pareça maior do que é; é realmente um pequeno passo em frente. Mas cerca de 10 milhões de clientes do Windows 10 enfrentam uma surpresa desagradável: as suas máquinas não podem actualizar para o Creators Update e outras ficam muito lentas.

As vendas de PCs têm estado em declínio muito porque os PCs duram muito, mais de uma década em muito dos casos.

Os PCs não são smartphones, que morrem num espaço de dois a quatro anos. Então se tivermos um PC com Linux este ainda pode durar mais que o esperado.

O Windows 10 necessita de mais hardware do que os sistemas mais antigos e do que o Linux, mas se analisarmos as alterações surge uma pergunta:

O que é que a Microsoft adicionou nestas ultimas actualizações que valeu a pena?

Na realidade e na minha sincera opinião pareceu que aqui foi mesmo para tornar obsoletos o hardware mais antigo. Desde do Windows 7 que fiquei com essa impressão.

A Microsoft não suporta o hardware antigo para sempre. Mas prometeu e em alguns casos não cumpriu.

As modificações não foram assim tão profundas que de uma actualização que justifiquem puxar mais pelo hardware ou mesmo a aquisição de novo hardware.

Existe sempre a possibilidade transformar esses PCs mais antigos em máquinas mais rápidas com algumas distribuições leves de Linux e que na maior parte das vezes dão perfeitamente para trabalhar ou navegar.

A verdade é que os computadores ficaram mais lentos e isso notou-se bastante bem, pede-se é que a Microsoft seja mais verdadeira, e indique qual o modelo de gestão que esta a seguir!

FONTE: itovnp.blogspot.com

Dica: Como usar as novas menções que o Gmail apresentou

O novo Gmail está cheio de novidades e de funcionalidades melhoradas. Foi uma decisão certa a da Google quando resolveu alterar este seu serviço de email.

As muitas novidades têm vindo a ser disponibilizadas e apresentadas em detalhe. Hoje é a vez das menções, que vos ajudam a adicionar contactos às mensagens, recorrendo apenas a uma @.

É nos pequenos pormenores e nas pequenas alterações efetuadas que se vê a forma como a Google melhorou o seu serviço de email. Está mais intuitivo e mais simples de usar, ao mesmo tempo que recebeu novidades importantes, que os utilizadores pediam.

Uma delas vem na forma de menções, que permitem aos utilizadores adicionarem remetentes às mensagens, apenas com o mencionar dos mesmos nas mensagens. Tudo é simples, rápido e intuitivo.

Como mencionar alguém numa mensagem do Gmail

O processo é todo igual à escrita de uma mensagem. Só precisam de escrever o texto que querem enviar e, quando referirem o nome do utilizador que querem adicionar, devem precedê-lo de uma arroba (@).

Basta colocarem a arroba e escrever as primeiras letras do nome ou do e-mail do utilizador para que surja uma caixa com os nomes correspondentes e que existam no vosso Gmail.

Só precisam de escolher o contacto correspondente e este é de imediato adicionado à lista de recetores da mensagem. O mesmo será mantido no texto, com a referência anterior.

É importante que se recordem que este novo contacto passará a fazer parte da lista de pessoas que recebem a mensagem e que no próprio email haverá um link para um contacto direto ao destinatário mencionado.

Podem usar estas menções da mesma forma como já o fazem noutros serviços, como o Twitter ou o Facebook, para indicarem um contacto específico. É uma melhoria mínima, mas que facilita e acelera a escrita de mensagens no Gmail, como seria esperado.

Fonte: pplware.sapo.pt

Problemas no Chrome? Use a função de deteção de malware do browser

Os browsers por estarem mais expostos na Internet são, por norma, uma das aplicações mais atacadas por malware e por outro tipo de problemas de segurança.

A Google, ciente deste problema, resolveu dotar o Chrome de ferramentas de proteção. Uma delas permite detetar malware e limpar o browser de forma simples.

É com recurso a esta ferramenta integrada no Chrome que a Google pretende manter o seu browser limpo de malware e outro tipo de problemas de segurança, cada vez mais frequentes. A sua utilização é simples e pode ser feita a qualquer momento.

Encontre a função de limpeza da Google

Apesar de estar sempre ativa e a monitorizar os ficheiros que o utilizador acede quando usa o browser, é possível usar esta funcionalidade a qualquer momento. Para isso, aceda às definições do Chrome e procure a zona Avançadas.

Deve expandir esta zona e procurar no final, a opção Limpar definições. Esta dará acesso à opção para localização e remoção de software prejudicial. É com o botão Localizar que iniciam o processo de pesquisa.

Pesquise malware no Chrome

Se quiserem, podem ativar ou desativar a opção para enviar os detalhes da pesquisa e dos problemas encontrados para a Google. Estes dados vão incluir as definições do sistema e dos processo do PC, bem como informação sobre os problemas encontrados.

Este é um processo que irá demorar algum tempo, olhando para todo o disco e tentando encontrar software malicioso. O tamanho do disco da máquina e o número de ficheiros presentes irá influenciar o tempo de pesquisas.

O que pode esta ferramenta encontrar?

O processo de pesquisa não se limita a tentar encontrar malware no browser, mas vai mais longe e procura também adware, barras de pesquisa e todo o tipo de aplicações maliciosas que possam prejudicar o Chrome e o utilizador.

No final, caso não seja encontrado qualquer problema, a mensagem do Chrome será a indicar isso mesmo. Se, por outro lado, for encontrado qualquer software malicioso, será proposto ao utilizador a sua remoção e a resolução do problema.

Esta é uma excelente ferramenta e que devem usar sempre que detetarem comportamentos anormais no Chrome. Apesar de estar apenas disponível para o Windows, é ainda assim uma grande ajuda para os utilizadores.

FONTE: pplware.sapo.pt

Facebook: autenticação de dois fatores deixa de obrigar uso de número de telefone

A utilização de medidas de segurança adicionais nos mecanismos de autenticação é hoje uma das práticas mais aconselhadas. Para além de passwords fortes, é também indicada a utilização da autenticação por dois fatores.

O Facebook alterou agora as suas regras e deixou de obrigar a utilização do número de telefone neste processo, podendo ser usadas as conhecidas aplicações para geração dos códigos de autenticação.

Esta nova medida vinha a ser pedida há algum tempo pelos utilizadores do Facebook. Queriam poder deixar de usar o número de telefone para receber os códigos de autenticação, via SMS.

A partir de agora, quando o utilizador optar pela utilização de autenticação por ‘dois fatores’, o Facebook irá dar informações com maior detalhe sobre a forma de funcionamento e permitir a utilização de dois métodos: ou a utilização do número de telefone, para receber uma mensagem de texto, ou a utilização de uma app de autenticação – como o Google Authenticator ou Duo Mobile – para gerar os códigos de acesso.

Fica assim mais simples a utilização deste mecanismo de segurança essencial nos processos de autenticação, deixando de depender do número de telefone e do envio de mensagens.

Apesar de estar agora a dar mais foco neste novo método, o Facebook continua a permitir a utilização do número de telefone para a autenticação de dois fatores, de preferência em conjunto com este novo método.

https://www.facebook.com/security/videos/10155778358606886/

9 Truques para melhorar o sinal Wi-Fi

Desespera enquanto tenta ver um vídeo usando o Wi-Fi da sua casa? Muitos portugueses têm problemas deste género, mas existem algumas formas de melhorar significativamente o sinal.

Desespera enquanto tenta ver um vídeo usando o Wi-Fi da sua casa? Os mais novos queixam-se que não conseguem jogar ou ver filmes em streaming no computador ou no tablet, utilizando o Wi-Fi em vez da Internet fixa? Muitos portugueses têm problemas deste género, mas existem algumas formas de melhorar significativamente o sinal Wi-Fi da sua casa.

Antes de mais, é importante que saiba exatamente qual a internet que contratou com a sua operadora de telecomunicações. Depois, sugerimos que recorra a um speed test, ou seja, um teste de velocidade, para perceber se esta vai ao encontro da contratada. Caso não seja, deverá entrar em contacto com a fornecedora e resolver o problema.

Por outro lado, caso note que a Internet contratada não é muito rápida e se as suas necessidades não correspondem a essa velocidade, considere mudar de operadora. Atualmente já existem pacotes de telecomunicações com Internet fixa até 1 Gbps (gigabit per second).

1. Reiniciar o router para melhorar o sinal Wi-Fi
A primeira dica apresentada é, realmente, a mais básica, mas não deixa de ser importante referir. Com apenas um clique poderá reiniciar o seu router e, algumas vezes, esta poderá ser a solução para o problema de uma fraca rede Wi-Fi. Todos estes equipamentos têm um botão para reiniciar, que poderá ajudar.

Na realidade, são raras as vezes que desligamos o router quando não estamos a aceder à Internet, sendo que isto poderá levar a uma baixa performance do dispositivo.

2. Atualize o seu router
O router permite que tenha Internet em todas as divisões da habitação, pelo que é importante que este equipamento não seja demasiado antigo. As operadoras de telecomunicações dispõem de diversos aparelhos que variam consoante a tecnologia utilizada – ADSL ou fibra ótica – e diferem também na sua constituição, sendo que uns permitem níveis de difusão do sinal mais elevados que outros, permitindo melhorar o sinal Wi-Fi da sua casa.

A atualização do router poderá ter um custo associado, dependendo do equipamento e da operadora em questão. No entanto, este passo poderá ajudá-lo a melhorar o sinal Wi-Fi lá de casa.

3. Atualize também o firmware
O firmware é um software que está instalado no router cujo intuito é o de controlar o hardware. Assim, o firmware retém informação e os dados não são perdidos após uma eventual falha de energia. Este tipo de software destaca-se pela rapidez e pretende ser um intermediário entre o hardware e o software, para que estes possam comunicar. O firmware é feito para cada dispositivo e é possível alterá-lo, embora, por norma, este se atualize e realize eficazmente as suas tarefas.

No entanto, poderão existir problemas mais sérios no seu router que impeçam o firmware de funcionar corretamente. Desta forma, caso não consiga, de todo, melhorar o sinal Wi-Fi, poderá pedir à sua operadora que faça uma atualização do firmware.

4. Para um router mais antigo: ajuste as antenas
Caso não consiga, ou não queira, alterar o seu router e este é um equipamento já antigo, veja se tem antenas exteriores. Estes dispositivos de última geração têm apenas antenas interiores, mas nos mais antigos isso não se verifica.

Se detém um router com duas antenas externas, então ajuste-as. Estas devem estar colocadas de forma a que fiquem perpendiculares entre si, isto é, uma na vertical e outra na horizontal. No caso de o router apenas ter uma antena externa, poderá optar por adquirir outra, e, assim, irá conseguir melhorar o sinal Wi-Fi.

5. Tente alterar o canal de conexão da sua rede
Se vive num apartamento, é mais provável que tenha problemas com o seu sinal de Wi-Fi. Isto acontece porque existem muitos routers à sua volta – o seu e os de todos os vizinhos –, o que gera interferências.

Para conseguir melhorar o sinal Wi-Fi pode ainda optar por alterar o canal de conexão da sua rede. Em resumo, todos os equipamentos deste género operam em diferentes canais e será vantajoso para si tentar procurar um canal com menos interferências.

Todo o processo é muito fácil. Deverá utilizar um software como o WiFi Analyzer – para Android – ou o Network Analyzer Lite – para dispositivos iOS. Estes softwares identificam o melhor canal para conectar o seu router através de gráficos.

6. Coloque o router num local adequado
Um router emite ondas por todas as divisões para transmitir Wi-Fi. Ora, quantas mais paredes tiver a sua casa e quantos mais objetos estiverem a impedir essa transmissão, pior será a propagação do sinal de Wi-Fi.

Deste modo, para melhorar o sinal Wi-Fi, o ideal será colocar o router o mais central possível na sua habitação e também numa posição mais elevada. Isto porque estes equipamentos, por norma, transmitem as ondas de baixo para cima. Deste modo, as ondas são propagadas pelas divisões e têm menos obstáculos, uma vez que os móveis e outros objetos se encontram mais abaixo.

Outra dica para poder melhorar o sinal Wi-Fi é afastar o seu router de eletrodomésticos, devido ao facto de estes transmitirem também ondas e poderem interferir com o sinal do seu dispositivo.

7. Cuidado com a utilização indevida
Há quanto tempo não muda a password da sua Internet? Já pensou que alguns vizinhos podem estar a usufruir do seu Wi-Fi e, por isso, o sinal deste é mais fraco? Esta poderá ser uma das razões pelas quais tem uma Internet lenta.

Assim, consiga facilmente melhorar o sinal Wi-Fi através da alteração da palavra-chave. Mudá-la algumas vezes por ano poderá evitar que alguém usufrua do seu pacote de telecomunicações, garantindo ainda a sua segurança.

8. Restrinja programas que consomem muita Internet
Jogos online, vídeos e filmes em streaming, por exemplo, são atividades que exigem uma conexão à Internet constante e, como tal, podem comprometer o sinal da rede Wi-Fi. Como tal, aconselha-se o controlo do consumo de dados através do QoS (Quality of Service) que existe nos routers.

O QoS permite priorizar algumas atividades em detrimento de outras. Por exemplo, pode dar prioridade a chamadas de vídeo e dar menos importância a jogos online. Poderá ainda bloquear alguns programas que considera consumirem muita Internet. Deste modo, consegue melhorar o sinal Wi-Fi.

9. Aumentar o sinal Wi-Fi
Para além de melhorar o sinal Wi-Fi, pode considerar aumentar o mesmo. Ou seja, pode comprar um amplificador de sinal para conseguir obter Internet até nos locais mais distantes do seu router. Isto é especialmente relevante para quem tem uma casa com pisos ou até com paredes muito grossas. Assim, pode melhorar o sinal Wi-Fi aumentando o seu alcance.

Se, mesmo após todos estes conselhos, não melhorar o sinal Wi-Fi de sua casa, deverá contactar a operadora de telecomunicações e tentar perceber como será possível resolver o seu problema. Não se esqueça que deve sempre ter serviços de telecomunicações de acordo com a utilização que faz dos mesmos. Se utilizar muito a Internet lá de casa, mas tiver pouca velocidade, o ideal será trocar de serviço, podendo inclusive poupar com a agregação de diversos serviços num pacote.

FONTE: jornaleconomico.sapo.pt