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Dica: Ativar e configurar a proteção anti-malware do arranque do Windows 10

A segurança do Windows 10 tem sido aumentada ao longo dos tempos, com pequenas mas importantes atualizações. Muitas delas não são conhecidas, mas dada a sua importância, merecem ser mostradas e explicadas.

Um desses casos é o ELAM, um complemento que garante uma proteção importante contra malware que possa estar presente nos drivers carregados no arranque do Windows 10.

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Desde o Windows 8 que a Microsoft tem no arranque do seu sistema operativo o Secure Boot. Esta funcionalidade garante, entre outras coisas, o carregamento do ELAM (Early Launch Anti-Malware). Este garante uma validação dos drivers carregados, deixando de fora os que potencialmente podem trazer problema de segurança.

Ativar a proteção anti-malware do arranque do Windows 10

Não tendo uma forma direta de ser ativo, o ELAM pode ser ativado pelo editor de registo do Windows 10. Basta que naveguem para a área abaixo e ai criem uma nova chave chamada EarlyLaunch.

HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Policies\

Podem fazê-lo selecionando Policies e carregando com o botão direito do rato, escolher a opção Novo e Chave.

 

De seguida, devem criar um registo dentro desta chave, de nome DriverLoadPolicy. Este será uma DWORD(32bits), carregando como botão direito do rato na nova área criada.

Os valores a atribuir dependem da proteção que quiserem colocar:

  • valor 8 garante a proteção Good Only (drivers assinados e não alterados),
  • valor 1 é para Good e unknown (assinados e não detetados como malware antes),
  • valor 3 para Good, unknown e bad but critical (os anteriores e infetados, com estes últimos a apenas se forem essenciais) e
  • valor 7 para All (todos os drivers são carregados, mesmo que com problemas).

Após esta alteração devem reiniciar o Windows, para que o ELAM faça efeito de imediato no arranque que vão fazer, testando a alteração que fizeram. Se quiserem reverter só precisam de eliminar o registo DriverLoadPolicy.

Apliquem esta medida, que não vai ter resultados visíveis, mas que garantirá que têm o Windows ainda mais seguro, desde o arranque e eliminando assim potenciais problemas no Windows 10 logo desde o seu início.

Fonte: pplware.sapo.pt

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ESET Internet Security: Tenha o seu PC super seguro

A ESET é uma das marcas de referência no segmento da segurança de sistemas. A empresa dispõe de um vasto leque de soluções de segurança direcionadas para Windows, macOS, Linux e Android.

Uma das soluções de segurança de referência o ESET Internet Security. Vamos saber mais sobre esta solução.

O meu PC precisa de Antivírus?

Uma das questões que se coloca atualmente, uma vez que alguns sistemas incluem já plataformas de segurança, é se precisamos de adquirir um Antivírus! A resposta é sim… e que seja de qualidade!

Apesar de existirem várias soluções de segurança gratuitas disponíveis, os produtos que adquirimos garantem-nos mais e melhor proteção, temos um produto do qual podemos solicitar suporte e, além disso oferecem-nos muitas funções que vão além da simples proteção contra ameaças no sistema, como por exemplo proteção ao nível das compras onlineproteção de Atividade bancária e pagamentos ou até do furto da própria máquina.

ESET Internet Security… qual o nível de proteção do meu sistema?

Antes de apresentar a solução propriamente dita é importante referir que o ESET Internet Security é uma solução de segurança premiada. O ESET Internet Security protege o nosso sistema de uma das maiores pragas da atualidade, o ransomware, e também garante a proteção nas transações quando realizamos compras online.

Depois de instalarmos esta solução (instalamos com o idioma PT-BR) é questionado ao utilizador se pretende que o Internet Security dê automaticamente feedback à ESET com o objetivo de melhorar os mecanismos de proteção. É ainda possível ativar/desativa a proteção contra aplicações suspeitas.

Após a instalação, o utilizador pode ainda ativar ferramentas de segurança adicionais como é o caso do Controlo dos pais ou então o Antifurto que é uma funcionalidade que pode ajudar a encontrar o seu computador se este for furtado. Com a funcionalidade Antifurto ativa, é possível monitorizar os ladrões recorrendo à câmara do sistema, obter screenshots do computador, ver a localização do computador entre outras ações.

Comparativamente à nossa análise do ESET Internet Security, versão 10, esta nova versão ( ESET Internet Security versão 12), tal como referimos aqui, inclui camadas extra de segurança em cima de uma solução básica contra malware.

Além disso a solução consegue agora oferecer aos utilizadores uma visão geral do que a conseguiu detetar, bloquear e mitigar enquanto os computadores operavam tranquilamente sem abrandamentos, o processo de instalação é bem mais rápido e os utilizadores podem agora testar dispositivos inteligentes ligados ao router por vulnerabilidades de portos e firmware, domínios maliciosos, palavras-passe de routers standard e infeções de malware.

Fazer um scan a um ficheiro basta que arraste o mesmo para cima da interface do ESET. Outra das opções é selecionar o ficheiro com o botão do lado direito do rato e despois escolher a opção do ESET para fazer o Scan. O utilizador também pode fazer um scan a todo o sistema ou a diretórios definidos.

Configuração do ESET Internet Security

Ao nível da configurações, o ESET Internet Security oferece várias opções ao nível das ferramentas de segurança, proteção de rede, proteção de internet e proteção ao nível do próprio sistema.

É possível, por exemplo, ativar a firewall para filtrar o tráfego de entrada e saída do sistema, ativar a proteção contra ataques de rede (IDS), ativar os mecanismos de proteção em tempo real, proteção no acesso à internet, proteção antiphishing, etc.

Proteção de Atividade bancária e Pagamento

A Proteção de Atividade bancária e Pagamento é uma camada adicional de proteção com o objetivo de proteger os dados durante transações online. O ESET Smart Security permite pré-definir um conjunto de sites que vão acionar a abertura de um “navegador protegido”. É possível adicionar um site ou editar a lista de sites na configuração do produto.

A configuração desta funcionalidade encontra-se em Configuração avançada > WEB e EMAIL > Proteção de pagamento bancário. Para adicionar

Por exemplo, vamos adicionar à lista de Sites Protegidos o site da Caixa Geral de Depósitos (CGD)

Agora, se inserirmos o endereço da CGD num browser do sistema, iremos receber a informação que o site vai ser aberto num “navegador protegido”.

Quanto custa o ESET Internet Security?

Antes de adquirir o ESET Internet Security saiba que o pode experimentar gratuitamente aqui. O produto custa 34,99€ e neste momento está com um desconto promocional de 25% – saber mais aqui.

Fonte: pplware.sapo.pt

Google obriga JavaScript na sua autenticação para os utilizadores estarem mais seguros

No seu plano de manter o máximo de segurança dos utilizadores, a Google realiza alterações periódicas, que conseguem aumentar as proteções e detetar problemas antes destes existirem.

A mais recente alteração pode ser incómoda para muitos, pois obriga a que o JavaScript esteja ativo para que possa ser feita a autenticação dos utilizadores.

Apesar de ser uma das mais usadas linguagens de programações usadas na Internet, muitos utilizadores não permitem que os seus browsers corram os scripts presentes nas páginas web e simplesmente barram a sua execução.

A partir de agora, e se forem utilizadores da Google e dos seus serviços, esta posição vai ter de ser mudada. A gigante das pesquisas passou a obrigar a utilização de JavaScript para que seja feita a autenticação nos seus serviços.

Para alertar os utilizadores que não estejam capacitados para usar os seus serviços, porque têm o acesso ao JavaScript bloqueado, é apresentada uma mensagem que pede que seja um browser com suporte para esta linguagem.

Na verdade, a Google está a exigir a presença do JavaScript para que possa avaliar a segurança da conta dos utilizadores, antes mesmos destes realizarem a autenticação. Recorrendo aos seus algoritmos, a Google vai avaliar o processo de autenticação e detetar situações em que as contas dos utilizadores tenham sido comprometidas.

A somar a esta novidade, a Google anunciou também novas medidas que vão ajudar o utilizador a melhorar a segurança das suas contas, apoiando-os a na sua configuração em momentos chave e sempre que for preciso.

A Gogle estima que a obrigação de utilização do JavaScript tenha um impacto mínimo nos utilizadores. A utilização desta linguagem está disseminada por toda a Internet e apenas 0,1% dos utilizadores a tem desligada. Os ganhos de segurança vão suplantar os receios dos utilizadores e esta novidade acabará por ser positiva para todos.

Fonte: pplware.sapo.pt

Saiba o que é e para que serve um certificado SSL

Os Certificados de Segurança SSL – Secure Socket Layer ou TLS – Transport Layer Security permitem-lhe encriptar as comunicações entre o servidor web e os visitantes do seu site.

Ao ativar um certificado SSL o site transmite aos seus visitantes uma imagem de segurança e reforça a preocupação com dados pessoais ou informações sensíveis. Conheça quais os tipos de certificados SSL existentes, o que são certificados WildCard, e quais as principais diferenças entre certificados pagos e gratuitos.

Porque devo implementar um certificado SSL?

O roubo de identidade online e alertas sobre sites inseguros são motivos de preocupação nos consumidores e levam à perda de vendas ou visitas. A não existência de um certificado SSL poderá levar a perda de confiança por parte dos visitantes, penalização nos motores de busca e à perda de reputação.

Quais os tipos de certificados SSL existentes?

Existem três tipos de certificados:

  • DV – Domain Validated
  • OV – Organization Validated
  • EV – Extended Validation

Os certificados DV – Domain Validated são os mais simples e conforme o nome indicada, efetuam apenas validação do domínio para os quais são gerados. São indicados para pequenos websites.

Os certificados OV – Organization Validated efetuam não só a validação do domínio, mas também da empresa ou instituição que lhe serve de base. Esta validação aumenta a reputação para o visitante ou cliente, na medida em que garante a existência de uma entidade legalmente constituída, que foi sujeita a um processo de validação. São indicados para sites que representem empresas ou organismos públicos.

Os certificados EV – Extended Validation são semelhantes aos OV, mas acrescentam a barra verde e apresentam o nome da empresa. São os certificados mais avançados e indicados para sites eCommerce ou que tratem dados sensíveis.

O que são certificados WildCard?

Os certificados WildCard permitem proteger o domínio (com e sem www ) bem como todos os sub-domínios *.dominio.com que necessite. São indicados para sites ou plataformas que tenham vários sub-domínios a proteger, permitindo usar sempre o mesmo certificado.

Qual a diferença comparando com certificados gratuitos?

Existem algumas diferenças entre certificados SSL gratuitos e certificados SSL comerciais.

Os certificados SSL gratuitos são uma boa solução para ambientes de desenvolvimento ou plataformas internas. No entanto, face a certificados comerciais têm as seguintes desvantagens:

  • Sem validação da identidade;
  • Sem soluções empresariais ( OV, e EV );
  • Gestão mais complexa;
  • Sem suporte;
  • Sem selo de segurança;
  • Curta duração ( 90 dias ).

Os certificados gratuitos cumprem apenas de forma parcial a função de um certificado SSL que é a encriptação. Não efetuam qualquer validação da autenticidade que é um ponto fundamental e relevante para qualquer negócio.

Sendo a confiança e verificação da identidade pontos fundamentais para qualquer presença online, os certificados comerciais oferecem maior reputação. Desde os certificados DV que efetuam uma validação do domínio, até aos OV e EV que efetuam validação da empresa, existe sempre um processo de validação para estes certificados.

Por outro lado, estes certificados incluem também um selo de segurança, suporte permanente e reinstalações ilimitadas o que oferece segurança aos visitantes e também aos titulares do site.

Dependendo da tipologia de site deverá escolher o certificado que melhor se adapta às suas necessidades.

Qual o Certificado SSL correto para mim?

Dependendo do tipo de site e target, o certificado indicado muda. Para pequenos sites e projetos, sites institucionais sem dados sensíveis e registos, um certificado DV – Domain Validated será suficiente.

Caso tenha um website corporativo, com informação sensível, ou que tenha como objetivo disponibilizar serviços ou ofertas da sua empresa, um certificado OV – Organization Validated será o mais indicado na medida em que transmite segurança adicional para os visitantes e clientes.

Caso se trate de um site eCommerce e que faça do online uma aposta elevada, o certificado EV – Extended Validation será o mais indicado. Ao efetuar a validação da empresa e ativar a barra verde, transmitirá maior segurança e confiança aos visitantes e clientes, o que resultará em maiores conversões.

Artigo produzido para o Pplware pela empresa PTISP. A PTisp é acreditada por várias CA – Certificate Authority e dispõe de elevada experiência na implementação e gestão de certificados SSL.

Fonte: pplware.sapo.pt

A PC Assiste utiliza um certificado SSL no site, assim como se tornou obrigatória a implementação do mesmo em todos os sites desenvolvidos por nós.

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Chegou o devolo Magic: Wi-Fi Mesh com Powerline até 2,4 Gbps

A devolo acaba de apresentar em Portugal a linha devolo Magic. Pela primeira vez, foram reunidas as tecnologias WiFi e Powerline mais poderosas da atualidade num único produto.

Esta nova linha de produtos de comunicação oferece uma maior velocidade, alcance e estabilidade.  Vamos saber mais sobre esta tecnologia!

Foi em Lisboa que a Devolo deu a conhecer a nova geração de tecnologia da empresa. Chama-se devolo Magic e oferece a conveniência do Mesh-WiFi com um chip de nova geração baseado na arquitetura G.hn para o Powerline extremo.

Os novos chips tornam possíveis as velocidades até 2.400 Mbps. A nova função de emparelhamento automático facilita ainda mais a instalação. Devolo Magic– para experiências multimédia mágicas em toda a casa.

A rede doméstica do futuro chegou

Em vez dos 1.200 Mbps de largura de banda possíveis até agora, estes novos adaptadores high-end oferecem velocidades até 2.400 Mbps. Atualmente, isto faz deles os produtos Powerline mais rápidos no mercado, permitindo aos utilizadores a melhor experiência de utilizador possível para todas as aplicações multimédia dos dias de hoje.

Estes produtos possibilitam a transmissão de múltiplos vídeos 4K – ou até 8K – pela casa, simultaneamente e sem falhas. Aplicações de realidade virtual exigentes e jogos online ansiosos por velocidade atuam sem problemas e o acesso a aplicações baseadas na nuvem é estável para utilizadores que trabalhem num escritório doméstico.

Instalação fácil e maior conveniência com a devolo Home Network App

A instalação dos adaptadores devolo Magic nunca foi tão fácil. Uma vez ligado o primeiro adaptador, todos os outros adaptadores conectados nos dois minutos seguintes são emparelhados automaticamente – e não precisa de carregar em qualquer outro botão! Subsequentemente, cada tomada fica equipada com uma ligação à Internet rápida e individualmente encriptada. O software devolo Cockpit baseado em navegador é gratuito e pode ser usado para mais configurações.

A devolo lançou também a nova devolo Home Network App em simultâneo com esta nova linha de produtos. Além de uma interface de utilizador ainda mais simplificada, a app oferece um assistente de instalação intuitivo que guia os utilizadores passo-a-passo por todo o processo de instalação.

Preços e disponibilidade

Estes produtos WiFi estão disponíveis como Adaptadores Isolados (1 adaptador), Starter Kits (2 adaptadores) e Multiroom Kits (3 adaptadores). Os modelos LAN estão disponíveis em isolado ou Starter Kits.

A devolo Magic estará disponível online e em lojas físicas no último trimestre de 2018. A devolo garante uma garantia de três anos em todos os produtos..

Fonte: pplware.sapo.pt

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MEO VoIP Nomada, nova plataforma de serviço

A MEO disponibiliza, a partir de hoje, uma renovada plataforma associada ao serviço VoIP Nómada (números 30 20x xxxx) dotando este serviço de maior qualidade e segurança.

A operadora é atualmente a única a disponibilizar esta gama de serviços nómadas, diretamente obtidos e configuráveis pelo cliente MEO a partir da sua Área de Cliente.

O que é o VoIP?

O serviço VoIP (Voice over Internet Protocol) é um serviço adicional de internet fixa que permite criar um número de telefone da gama30 20x xxxx e fazer e receber chamadas telefónicas através de qualquer ligação à internet.

O serviço VoIP está apenas disponível para clientes MEO com serviço de internet fixa e permite fazer e receber chamadas dentro e fora de casa para todas as redes nacionais e internacionais.

Na Área de Cliente e na página de gestão da NET FIXA de um pacote MEO é possível criar ou remover números VoIP Nómada e ainda modificar permissões do tipo de chamadas.

A criação do número VoIP Nómada exige, por questões de segurança, que o acesso à Área de Cliente MEO seja efetuada em casa do cliente ligado diretamente ao router da operadora por cabo ou WiFi.

Após estar criado e configurado nos equipamentos, um número VoIP Nómada pode efetuar ou receber chamadas em qualquer parte do mundo, aplicando-se sempre o mesmo tarifário. As chamadas são grátis para números fixos e nómadas!

Saber mais aqui.

Fonte: pplware.sapo.pt

Próxima versão do Chrome vai trazer problemas a centenas de sites da Internet

A Google assumiu há alguns anos o papel de “guardiã da Internet” e tem no seu browser uma das armas mais eficientes para esta tarefa. Um exemplo desta posição é a identificação dos sites sem HTTPS como não sendo seguros.

A próxima versão do Chrome irá ter uma novidade que para muitos pode ser negativa. Devido a problemas com certificados, esta versão vai trazer complicações a centenas de grandes sites da Internet quando os utilizadores lhes acederem.

Desde que o Chrome passou a marcar os sites sem HTTPS como não seguros, que tem havido uma corrida aos certificados. Este movimento depende de empresas certificadas e que precisam de obedecer a um conjunto muito restrito de regras.

Uma dessas empresas, a Symantec, teve problemas de segurança com a emissão de certificados e, por isso, a Google tem estado a criar barreiras no seu browser para que a confiança nestes certificados deixe de existir. Até agora, e desde a versão 66, o Chrome deixou de confiar alguns certificados emitidos pela Symantec.

O passo maior será agora implementado na versão 70 do Chrome, que chega na próxima semana, onde todos os certificados emitidos pela Symantec antes de junho 2016 vão deixar de ser confiados.

O investigador de segurança Scott Helme avaliou os certificados usados pelos principais sites que estão referenciados no Alexa (1 milhão) e descobriu que centenas destes sites estão a usar ainda estes certificados, mesmo sabendo dos problemas de segurança que a Symantec teve. Nessa lista estão presentes vários sites portugueses.

O acesso do Chrome a estes sites será ainda possível, mas será complicado aos utilizadores menos experientes conseguirem ultrapassar os alertas de segurança que vão ser mostrados.

É normal existirem estas mudanças no browsers sempre que existem quebras de segurança, mas neste caso a Google avisou com muita antecedência que ia abandonar esta confiança. Todos os sites que se mantiveram com estes certificados conhecem a situação e sabem que vão ser afetados.

Fonte: pplware.sapo.pt

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Dica: Saiba como adiar a próxima atualização de outubro do Windows 10

A próxima grande atualização do Windows 10 deverá chegar em breve. Espera-se que hoje, durante o evento da Microsoft, esta versão seja anunciada e disponibilizada já nos próximos dias.

Como nem todos querem ter as atualizações do Windows 10 de forma imediata, e até imposta, importa saber como é possível adiá-la temporariamente. Saiba o que tem de fazer.

O passado tem mostrado que as grandes atualizações do Windows 10 podem trazer problemas a alguns utilizadores, não apenas ao nível dos drivers, mas também no software instalado.

Como muitos querem colocar em pausa essas atualizações, pelo menos até aos problemas estarem resolvidos, importa saber como retardar ou até pausar estas atualizações.

Retardar a instalação atualização de outubro do Windows 10

A primeira solução é de todas a mais simples, mas também aquela que garante ao utilizador um menos período de tempo antes da instalação da atualização de outubro do Windows 10. Comecem por aceder às Definições e depois a Atualizações e Segurança.

Uma vez ai dentro, devem procurar as Opções avançadas. Dentro dessa área vão encontrar várias opções, sendo a procurada a que indicar Pausar atualizações.

Esta deverá estar desativada, devendo o utilizador torná-la ativa. Esta irá impedir a instalação das atualizações mensais e também as atualizações relevantes, como a atualização de outubro do Windows 10.

Importa referir que esta opção apenas estará disponível para o Windows 10 Professional, Enterprise ou Education. Caso o utilizador tenha a versão Home, não poderá retardar a instalação da atualização.

Atrasar a instalação da atualização de outubro do Windows 10

A segunda opção garante ao utilizador um tempo muito mais alargado, podendo o utilizador controlar o tempo em que a atualização será colocada em pausa. Também aqui devem aceder às Definições e depois a Atualizações e Segurança.

Novamente devem procurar as Opções avançadas. A diferença é que neste caso devem procurar a opção Escolher quando as atualizações são instaladas, e depois alterar essa opção para “Semi-Annual Channel (Targeted)” ou “Semi-Annual Channel“.

Qualquer uma das opções garante que a atualização será atrasada até um máximo de 365 dias. Cada utilizador deverá definir o seu tempo de espera, após o qual a atualização de outubro será instalada. A recomendação é que não definam mais de 4 meses de espera.

Tal como na anterior, também esta  opção apenas estará disponível para o Windows 10 Professional, Enterprise ou Education. Caso o utilizador tenha a versão Home, não poderá realizar os passos indicados.

É desta forma que conseguem atrasar a instalação da próxima grande atualização do Windows 10 e assim garantir que qualquer problema que surja será resolvido até que decidam fazer a instalação.

 

Fonte: pplware.sapo.pt

TP-Link Revela Novas Redes E Soluções Domésticas Inteligentes

A TP-Link®, fornecedora global de soluções de conectividade confiáveis, tem como um dos principais objetivos oferecer aos seus consumidores os melhores produtos e equipamentos para que possam estar cada vez mais – e melhor – conectados.  Na IFA, no Hall 17, stand 111, a TP-Link revela as suas novas soluções incluindo os primeiros routers 802.

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A TP-Link®, fornecedora global de soluções de conectividade confiáveis, tem como um dos principais objetivos oferecer aos seus consumidores os melhores produtos e equipamentos para que possam estar cada vez mais – e melhor – conectados.

Na IFA, no Hall 17, stand 111, a TP-Link revela as suas novas soluções incluindo os primeiros routers 802.11ax, novos modelos da sua solução de rede mesh Deco, duas novas câmaras de segurança e uma nova geração de lâmpadas WLAN inteligentes para uma casa conectada e inteligente, bem como os novos smartphones da marca Neffos.

Redes de alto desempenho para gamers, streamers e pequenas empresas

O router AX11000 e o seu antecessor, o AX6000, iniciam onde os routers clássicos atingem os seus limites. que suporta o novo padrão de transmissão WLAN, a norma 802.11ax, que promete velocidades de até onze gigabits, estes routers são capazes de fazer download de conteúdo 4K em segundos. A nova série AX Archer de routers foi projetada para gerir significativamente mais dispositivos do que os routers atuais, algo essencial à medida que a demanda pela conectividade aumenta. Graças ao apoio ao Amazon Alexa e ao IFTTT, o AX6000 e o AX11000 formam a interface central para todos os dispositivos Smart Home conectados em rede.

Foram ambos projetados para servir os utilizadores Wi-Fi mais exigentes, incluindo jogadores de competição online. O router tri-band para gaming, Archer AX11000, vem com um processador quad-core de 1.8GHz, 64-bit, suportado por três coprocessadores adicionais num novo design sensacional para oferecer velocidades de até 10.755 Mbps. O seu Gaming Mode prioriza as aplicações de jogos para que os jogadores estejam sempre um passo à frente.
O Archer AX6000 e o Archer AX11000 serão lançados no primeiro trimestre de 2019.

Novas soluções de rede Mesh Deco P7 e Deco M9 Plus

Toda a cobertura WLAN doméstica de alta velocidade geralmente requer equipamentos adicionais de expansão de rede, como Extensores de Rede ou Adaptadores Powerline. Soluções de WLAN domésticas completas – também chamadas de rede SMesh inteligentes – como a série Deco da TP-Link, fornecem cobertura WLAN livre de interferências de até 600m2.

Além de WLAN e Bluetooth, o Deco M9 Plus também suporta ZigBee – um protocolo sem fio compatível com muitos equipamentos Smart Home. O router conecta-se a uma variedade de dispositivos, como lâmpadas WLAN, interruptores de luz, fechaduras e muito mais sem a necessidade de hardware proprietário como um hub.

O Deco P7 é o primeiro router Mesh a incorporar a tecnologia powerline, o que permite processar dados através da rede de energia doméstica em vez de WLAN, por exemplo, ligando set-top boxes via Ethernet.

O Deco M9 Plus estará disponível em Portugal a partir de setembro, bem como o Deco P7.

Para os consumidores que anseiam por uma rede Mesh doméstica mais acessível, a TP-Link demonstrará na IFA dois modelos da série Deco: o Deco M4 e o Deco M3. Espera-se que estes sejam lançados no início de 2019 e diferem dos modelos atuais em design, taxa de dados e preço.

Novos membros na família de produtos “Kasa” para uma casa inteligente

Com o Kasa Cam Outdoor (KC200), a TP-Link revela a sua primeira câmara externa da gama Kasa. A robusta câmara de segurança oferece fotos em 1080p (Full HD) cobrindo uma distância de sete metros mesmo em completa escuridão.

A Kasa Cam (KC120), tal como a sua companheira de exteriores, reage ao som e ao movimento para transmitir imagens ao vivo através da aplicação gratuita Kasa. Todos os vídeos das últimas 48 horas podem ser acedidos gratuitamente através do serviço de cloud “Kasa Care” dentro da aplicação. Para utilizadores que desejem armazenar imagens por até 30 dias, a TP-Link lançará um serviço adicional baseado em assinatura em 2019.

A Kasa Cam e a Kasa Cam Outdoor estarão disponíveis a partir do 4º trimestre de 2018.

 

OC200: Gestão de cloud centralizada para pequenas e médias empresas

Com o controlador de cloud Omada OC200, os administradores de rede podem gerir centralmente centenas de Pontos de acesso da Série EAP por meio de uma interface de desktop ou aplicação. O OC200 elimina a necessidade de controladores de hardware ou servidores, reduzindo significativamente os custos de TI na empresa. Todos os pontos de acesso integrados podem ser geridos centralmente em diferentes locais a usar um serviço de cloud gratuito.

FONTE: androidgeek.pt

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Dica macOS: Porque é que não deve mexer nestas pastas?

No macOs, tal como nos outros sistemas operativos, existem ficheiros e pastas muito bem organizados e que são necessários para que tudo funcione na perfeição. No entanto, quem é curioso e gosta de explorar, por vezes, acaba por mexer no que não deve.

Neste artigo vamos dar-lhe a conhecer algumas pastas no macOS que deve evitar abrir e alterar.

A Apple mantém certas pastas escondidas porque mexer nelas pode resultar num sistema instável, apagar dados importantes e, pior que isso, impedir que o computador arranque.

Obviamente, nenhum utilizador quer que estas coisas aconteçam. Hoje em dia, os computadores são ferramentas de trabalho e lazer que precisamos. A verdade é que estamos dependentes deles e não devemos desafiar os nossos conhecimentos nem alimentar a curiosidade quando lidamos com dispositivos tão importantes, sem saber aquilo que estamos a fazer.

Mas conhecer é importante. Por isso, trazemos-lhe este artigo.

Ficheiros e pastas de linguagem…

No Mac, todas as aplicações possuem ficheiros específicos onde vive o conteúdo necessário e que aparece no ecrã dependendo da linguagem para a qual o computador está configurado.

É graças a estes ficheiros importantes que o sistema consegue mudar a linguagem das apps quando as definições do Mac são alteradas. No entanto, há quem aconselhe os utilizadores a eliminar os ficheiros de linguagem se precisarem de espaço.

Realmente, é possível recuperar algum espaço vendo-se livre destes ficheiros. Mas, por exemplo, para remover os ficheiros de linguagem das apps nativas do macOS é necessário desativar a Proteção de Integridade do Sistema, que não recomendamos que faça. Para além disso, caso pretenda ir por esta via para ganhar espaço no seu Mac pode ter que eliminar estes ficheiros sempre que atualiza o sistema operativo do computador.

Por outro lado, quando se remove ficheiros de linguagem é impossível prever quais as aplicações que podem bloquear ou simplesmente deixar de funcionar. O melhor mesmo, é esquecer que estas pastas existem.

Pastas privadas…

O macOS possui várias pastas e ficheiros que são completamente controlados pelo sistema operativo, mas que não estão visíveis para os utilizadores. Alguns destes ficheiros ocupam imenso espaço por isso, uma pergunta que surge frequentemente é: “Onde é que estão localizadas as pastas que contêm estes ficheiros?”

A forma mais fácil de os localizar é através do Finder. Na barra de menu clique em “Ir” >> “Ir para a pasta…”. Irá ser-lhe pedido que insira o caminho para chegar até lá. Deve escrever: “/private/var/folders”. De seguida uma nova janela do Finder irá abrir.

Não deve tentar apagar ou modificar estes ficheiros pois, ao fazê-lo, pode estar a alterar aspetos do comportamento do sistema operativo que não controla. Muitas vezes é assim que se causa danos sérios ao sistema operativo e que o impede de funcionar corretamente. Muitas vezes, quando estes ficheiros são alterados é possível ter que se reinstalar o sistema operativo.

Biblioteca do sistema…

O sistema de ficheiros do macOS contem algumas pastas com o nome “Biblioteca”.

  • /Library
  • /System/Library

A Biblioteca do sistema suporta todos os aspetos do sistema operativo e contem ficheiros que é necessário operar. Apenas o SO tem permissão para modificar os dados nesta pasta e apenas eventos ao nível do sistema devem afeta-la.

Deste modo, não se deve alterar seja de que forma for o conteúdo desta pasta.

Biblioteca na pasta Home…

Esta pasta pode ser encontrada no Finder, à esquerda, no ícone que tem a casa. No entanto, esta pasta encontra-se escondida. A Apple não quer que os utilizadores mexam nela.

Esta pasta Biblioteca não deve ser confundida com a que vimos acima. Se quiser espreitar o seu conteúdo basta fazer “Command + Shift + Ponto Final”. Esta pasta contem dados e definições do email, marcadores do Safari, dados do Calendário e muito mais.

Apesar de ser possível eliminar estas pastas, aconselhamos que não o faça. É necessário perceber que muitas vezes, uma ação destas tem consequências inesperadas que podem resultar no mau funcionamento de aplicações e do sistema como um todo.

Conclusão

Os sistemas operativos permitem-nos fazer muita coisa; tanta coisa que muitas vezes achamos que já percorremos todos os cantos. Mas a verdade é que há muito para explorar, mexer e, por vezes, estragar.

Esperamos que tenha achado este artigo útil, que tenha aprendido mais acerca das funções de certas pastas no macOS e que siga algumas boas práticas que aqui lhe deixamos.

FONTE: pplware.sapo.pt