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PS Plus Essential em Fevereiro: Simuladores de Peso e Exploração Épica Lideram o Mês

A Sony acaba de revelar o alinhamento de títulos para o PlayStation Plus Essential referentes ao mês de fevereiro. Com uma seleção equilibrada que atravessa os ringues de boxe, as profundezas geladas do oceano e os céus em chamas, o serviço garante um mês de elevado valor para os subscritores.

PS Plus Essential Fevereiro Jogos


Os novos jogos estarão disponíveis para resgate a partir da próxima terça-feira, 3 de fevereiro, e poderão ser jogados enquanto a subscrição se mantiver ativa. Este mês destaca-se pela chegada de Undisputed, o simulador de boxe que revitalizou o género, e o regresso da aclamada série Subnautica.



1. Os Protagonistas de Fevereiro

A seleção de fevereiro foca-se na imersão e na perícia, oferecendo quatro títulos distintos para PS4 e PS5:

  • Undisputed (PS5): Após anos de ausência de grandes simuladores de boxe, Undisputed preencheu essa lacuna com um sistema de movimentação de pés e golpes ultra-realista. Com mais de 70 lutadores licenciados, é um título obrigatório para fãs de desportos de combate.
  • Subnautica: Below Zero (PS4, PS5): Nesta sequela direta, regressamos ao planeta 4546B, mas desta vez para explorar biomas gelados. É um jogo de sobrevivência único, onde a gestão de oxigénio e o medo do desconhecido nas profundezas abissais criam uma atmosfera inigualável.
  • Ace Combat 7: Skies Unknown (PS4): Um clássico moderno da Bandai Namco. Se procura combates aéreos cinematográficos, uma narrativa intensa e uma banda sonora épica, este simulador de voo arcade continua a ser a referência do género.
  • Ultros (PS5): Para os amantes do estilo artístico psicadélico e exploração não linear, Ultros é um metroidvania visualmente arrebatador que mistura mecânicas de jardinagem com combate rítmico num cenário alienígena.
Confira Também…

Subnautica: Below Zero — Guia de Exploração: Onde Encontrar o SeaTruck e Sobreviver ao Ártico



2. Datas Importantes e Disponibilidade

EventoData
Último dia para resgatar jogos de Janeiro2 de fevereiro
Disponibilidade dos jogos de Fevereiro3 de fevereiro
Fim da oferta de Fevereiro2 de março


Dica: Certifique-se de adicionar Star Wars Outlaws e Resident Evil Village (jogos de janeiro) à sua biblioteca antes de segunda-feira para não perder o acesso definitivo aos mesmos.



3. Análise de Valor: Vale a pena a subscrição este mês?

O alinhamento de fevereiro é um dos mais fortes dos últimos tempos em termos de variedade técnica.

  • Para quem procura competição: Undisputed oferece um modo carreira profundo e um multijogador competitivo que exige estratégia e paciência, fugindo do estilo “esmagar botões”.
  • Para quem procura relaxar (ou assustar-se): Subnautica: Below Zero permite uma exploração mais livre, mas as criaturas marinhas gigantes garantem momentos de tensão que rivalizam com muitos jogos de terror.
  • Para colecionadores de troféus: Ace Combat 7 é conhecido por ter um conjunto de troféus desafiante, exigindo múltiplas passagens pela campanha em dificuldades elevadas.


4. O que esperar dos níveis Extra e Deluxe?

Embora o anúncio de hoje se foque no nível Essential, os rumores indicam que o catálogo PS Plus Extra e Deluxe receberá adições de peso a meio do mês de fevereiro. Especula-se a inclusão de títulos da Ubisoft e possíveis clássicos da era PS2 remasterizados, continuando a tendência de valorização dos níveis superiores do serviço.


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Soberania Espacial: UE Lança Sistema Próprio de Satélites para Comunicações Seguras

Num passo decisivo para a autonomia estratégica do continente, a União Europeia oficializou esta semana o lançamento do seu programa de comunicações governamentais por satélite. Segundo as declarações do Comissário Europeu para a Defesa e o Espaço, Andrius Kubilius, a Europa dispõe agora de um sistema “seguro e encriptado”, desenhado para reduzir a dependência crítica de infraestruturas externas, como a rede Starlink de Elon Musk.

UE Comunicações Satélite Seguro IRIS2


A iniciativa, baseada no programa GOVSATCOM e na futura constelação IRIS², marca uma nova era na defesa e resiliência digital europeia, garantindo que os Estados-membros, incluindo Portugal, tenham acesso garantido a conectividade soberana para missões militares e governamentais.



1. GOVSATCOM: A Primeira Linha de Defesa

O programa GOVSATCOM (Governmental Satellite Communications) já se encontra operacional nesta fase inicial, integrando oito satélites provenientes de cinco Estados-membros diferentes.

  • Controlo Europeu: Ao contrário de serviços comerciais estrangeiros, este sistema é construído e operado na Europa, sob controlo direto das autoridades da União.
  • Segurança Reforçada: O sistema utiliza tecnologias de encriptação de última geração para proteger dados sensíveis de espionagem ou interferências eletromagnéticas.
  • Aplicações Críticas: O foco inicial reside no apoio a forças militares em teatros de operações, vigilância de fronteiras, gestão de crises humanitárias e proteção de infraestruturas críticas (como redes de energia e água).


2. IRIS²: A Resposta Europeia à Starlink

Embora o GOVSATCOM já forneça serviços essenciais, a visão a longo prazo da UE assenta na constelação IRIS² (Infrastructure for Resilience, Interconnectivity and Security by Satellite).

  • Constelação Multiórbita: O IRIS² não será apenas um sistema; será uma rede de cerca de 300 satélites operando em diferentes órbitas (LEO, MEO e GEO). Esta arquitetura garante baixa latência (velocidade de resposta rápida) e cobertura global.
  • Fim das “Zonas Mortas”: Um dos objetivos centrais é eliminar as falhas de cobertura de rede em toda a Europa e em regiões estratégicas como o Ártico e África.
  • Criptografia Quântica: A segurança destas comunicações será reforçada com tecnologia quântica, tornando-as virtualmente impossíveis de interceptar por métodos convencionais.


3. Impacto na Soberania Digital e Defesa

Para Andrius Kubilius, a concorrência é saudável, mas a dependência é perigosa. “Tínhamos o GPS americano, mas construímos o Galileo como uma versão melhor. Agora, estamos a fazer o mesmo com as comunicações”, sublinhou o Comissário.

SistemaOrigemObjetivo Principal
StarlinkEUA (Privado)Internet de banda larga global.
IRIS² / GOVSATCOMUE (Público-Privado)Conectividade soberana, segura e governamental.
GalileoUE (Público)Navegação e posicionamento de alta precisão.


A antecipação deste sistema é vista como uma peça fundamental na defesa europeia perante o aumento de ameaças híbridas e cibernéticas. O objetivo é que o sistema IRIS² esteja plenamente operacional até ao final da década, com os primeiros serviços comerciais e governamentais alargados a ficarem disponíveis já em 2029.



4. Portugal no Contexto Espacial Europeu

Portugal tem vindo a reforçar a sua posição no setor aeroespacial, com empresas nacionais a participarem ativamente no ecossistema da Agência Espacial Europeia (ESA). A utilização do sistema seguro da UE permitirá às autoridades portuguesas — desde a Proteção Civil até às Forças Armadas — manter comunicações resilientes mesmo em cenários de desastre natural ou falha total das redes terrestres.


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Samsung Galaxy S26 Ultra: A Tecnologia “Pixel-Level” que Vai Tornar as Películas de Privacidade Obsoletas

A indústria dos smartphones prepara-se para uma mudança de paradigma na segurança física dos dispositivos. A Samsung confirmou recentemente que o seu próximo porta-estandarte, o Galaxy S26 Ultra, virá equipado com uma tecnologia de ecrã inédita. Batizada informalmente como Privacy Display, esta inovação promete proteger os utilizadores do fenómeno de shoulder surfing (espreitadelas por cima do ombro) sem os compromissos de brilho e cor das soluções atuais.

Samsung Galaxy S26 Ultra Privacy Display


Após cinco anos de desenvolvimento, esta funcionalidade — que combina engenharia de hardware e inteligência de software — marca o fim da dependência de acessórios de terceiros para garantir a discrição em locais públicos.



1. A Ciência do Flex Magic Pixel: Privacidade ao Nível do Subpixel

Ao contrário das películas de plástico ou vidro temperado que bloqueiam a luz de forma estática, o Galaxy S26 Ultra utiliza o novo painel OLED Flex Magic Pixel. Esta tecnologia permite o controlo da emissão de luz a um nível microscópico.

  • Direcionamento de Luz: O hardware consegue emitir feixes de luz direcionais. Para quem olha de frente, o ecrã exibe cores vibrantes (em true 10-bit) e brilho máximo; para quem observa de um ângulo lateral (a partir de 30 graus), os pixéis “fecham-se” ou escurecem, tornando o conteúdo ilegível.
  • Sem Perda de Qualidade: O grande trunfo desta solução é a transparência. Quando a função está desativada, o painel comporta-se como um ecrã AMOLED convencional de topo, sem o aspeto baço ou as linhas diagonais típicas das películas de privacidade físicas.


2. Automação e Granularidade: Mais que um Botão ON/OFF

O que separa a proposta da Samsung de qualquer outra tentativa anterior (como as vistas em portáteis de gama profissional) é o nível de controlo que o utilizador terá através do One UI 8.5.

  • Ativação por Aplicação: Poderás configurar o sistema para ativar o escudo de privacidade automaticamente apenas quando abres a aplicação do banco, gestores de palavras-passe ou apps de mensagens como o WhatsApp.
  • Mascaramento Parcial: Uma das fugas de informação mais intrigantes sugere que o S26 Ultra poderá proteger apenas partes específicas do ecrã, como uma notificação pop-up ou o campo de introdução de um código PIN, mantendo o resto do conteúdo visível para quem está ao lado.
  • Contexto Inteligente: Através da integração com o modo “Rotinas”, o ecrã de privacidade pode ativar-se automaticamente mal o telemóvel deteta que estás ligado à rede Wi-Fi de um transporte público ou fora de uma “zona segura” (como a tua casa).


3. Especificações Técnicas Confirmadas e Rumoradas

Além da revolução no ecrã, o S26 Ultra prepara-se para liderar as tabelas de performance de 2026:

ComponenteDetalhe TécnicoBenefício
Painel6.9″ M14 OLED (Flex Magic Pixel)Maior eficiência energética e privacidade nativa.
ProcessadorSnapdragon 8 Elite Gen 5Processamento local de IA para segurança e bateria.
Bateria5.500 mAh (Stacked Cell)Maior densidade energética no mesmo espaço físico.
Carregamento60W com fios / 25W s/ fiosRecuperação de energia mais rápida que o antecessor.
CâmaraSensor de 200MP + Telefoto 200MPO maior salto em zoom ótico e detalhe em baixa luz.


4. O Impacto no Mercado de Acessórios

O lançamento desta funcionalidade, que se prevê ser exclusiva do modelo Ultra (com possibilidade de expansão para os modelos Base e Plus), poderá ditar o fim de um mercado milionário de protetores de ecrã de privacidade. Se o hardware da Samsung conseguir oferecer proteção sem sacrificar os ângulos de visão para o próprio utilizador e sem reduzir o brilho do painel, os utilizadores deixarão de ter motivos para aplicar camadas externas que muitas vezes prejudicam a sensibilidade do sensor de impressões digitais ultrassónico.


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De Clawdbot a Moltbot: A Evolução Forçada da IA que “Muda de Casca” para Crescer

O mundo da inteligência artificial move-se à velocidade da luz, e o projeto que paralisou a comunidade tecnológica esta semana acaba de sofrer uma metamorfose inesperada. O Clawdbot, o assistente agentico que se tornou viral pela sua capacidade de controlar o PC via Telegram ou WhatsApp, mudou oficialmente o seu nome para Moltbot.

Moltbot IA Clawdbot Rebranding

A alteração, anunciada pelo criador Peter Steinberger a 27 de janeiro, não foi uma escolha estética, mas sim uma necessidade legal após um pedido de marca registada por parte da Anthropic. A empresa, criadora do modelo Claude, considerou que o nome “Clawd” era foneticamente demasiado semelhante ao seu produto principal.




Nota: Após 2 mudanças de nome o Clawdbot->Moltbot agora é OpenClaw. Veja o artigo aqui



1. Porquê “Moltbot”? O Significado por trás da Mudança

Em vez de encarar o pedido da Anthropic como um obstáculo, a equipa do projeto abraçou a biologia da sua mascote: a lagosta.

  • O Conceito de “Molt”: Em inglês, molting (muda) é o processo pelo qual as lagostas trocam de carapaça para poderem crescer.
  • A Filosofia do Projeto: Steinberger afirmou que o nome encaixa perfeitamente, simbolizando que o software está a desfazer-se da sua “casca” inicial para evoluir para algo maior e mais robusto.
  • Personagem: O assistente, anteriormente chamado “Clawd”, passa agora a chamar-se Molty.


2. Caos no Rebranding: Scams e Criptomoedas

A transição de nome não foi isenta de percalços. Durante a janela de segundos em que as contas de utilizador foram alteradas no GitHub e no X (Twitter), piratas informáticos e especuladores de criptomoedas tentaram ocupar os antigos handles.

Aviso Importante: Surgiram tokens falsos ($CLAWD e $MOLTBOT) em redes como a Solana que atingiram valores de mercado absurdos. O criador do Moltbot já confirmou que o projeto não tem, nem nunca terá, uma criptomoeda. Qualquer projeto que prometa lucros associados a este bot é um esquema fraudulento (scam).



3. O que mudou no Hardware e Software?

Apesar da mudança de nome, a essência técnica que discutimos no nosso artigo anterior sobre o Clawdbot permanece idêntica.

  • Integração: O Moltbot continua a ser a “ponte” entre o seu hardware e os modelos de linguagem (LLMs). Ele continua a funcionar perfeitamente em máquinas como o Mac Mini M4, aproveitando a eficiência energética para estar sempre ligado.
  • Funcionalidades: A capacidade de pesquisar ficheiros locais, executar scripts no terminal e agir proativamente (enviando-lhe mensagens primeiro) mantém-se como o grande diferencial face a chatbots passivos.
  • Segurança: Com o rebranding, foi lançado um novo guia de segurança reforçado. Especialistas continuam a recomendar que o Moltbot seja corrido num ambiente isolado ou numa máquina dedicada, dado o seu acesso profundo ao sistema operativo.


4. Como atualizar para o Moltbot

Se já era utilizador do Clawdbot, a migração é simples, mas requer atenção aos novos repositórios:

  1. Novo Repositório: O código oficial reside agora em github.com/moltbot/moltbot.
  2. Comando de Atualização: Se instalou via NPM, deverá utilizar o novo pacote: npm install -g moltbot@latest.
  3. Configuração: Os ficheiros de configuração antigos (como o SOUL.md) continuam a ser compatíveis, bastando apenas verificar se os caminhos de diretório foram atualizados para a nova nomenclatura.


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ARC Raiders: Atualização “Headwinds” e Roadmap Revelam o Futuro do Extraction Shooter

A Embark Studios acaba de lançar a atualização 1.13.0, intitulada “Headwinds”, para o seu aclamado extraction shooter, ARC Raiders. Disponível a partir desta quarta-feira, 28 de janeiro, o patch não traz apenas correções técnicas, mas sinaliza uma mudança profunda na filosofia de jogo, simplificando mecânicas controversas e revelando os planos ambiciosos do estúdio para o resto do ano.

ARC Raiders Atualização Headwinds Roadmap


Este patch é acompanhado pelo Roadmap oficial, que detalha a chegada de novos mapas, inimigos colossais e a expansão da narrativa deste mundo pós-apocalíptico onde a sobrevivência depende da cooperação e da gestão rigorosa de recursos.



1. Atualização Headwinds: O Fim dos Puzzles Frustrantes

Uma das mudanças mais celebradas pela comunidade nesta atualização foi a remoção de um dos puzzles de acesso mais complexos e “enervantes” do jogo. A Embark Studios ouviu o feedback dos jogadores que consideravam certos obstáculos ambientais como barreiras artificiais ao ritmo do combate.

  • Acesso Facilitado a Zonas de Loot: Áreas anteriormente bloqueadas por sequências de lógica obscuras foram redesenhadas para focar a dificuldade no combate contra as máquinas (ARC) e na tensão com outros jogadores.
  • Ajustes na Balística: A atualização 1.13.0 introduz melhorias no registo de impactos (hit registration) e um novo sistema de recuo para as armas de longo alcance, tornando os confrontos mais previsíveis e baseados na perícia.
  • Otimização de Performance: Foram implementadas correções críticas para quedas de frames em zonas de alta densidade de partículas, algo essencial para manter a fluidez durante as incursões mais intensas.


2. Roadmap: O que esperar nos próximos meses

O Roadmap oficial revela um calendário agressivo de conteúdos, com atualizações trimestrais que prometem manter a base de jogadores ativa e desafiada.

PeríodoConteúdo PrincipalDestaques
PrimaveraExpansão “The Buried City”Novo mapa urbano subterrâneo focado em combate de proximidade (CQB).
VerãoAtualização “Titan Fall”Introdução de uma nova classe de inimigo: o ARC Colossus, que exige equipas de 6 jogadores para ser derrotado.
OutonoSistema de Clãs e BasesPossibilidade de os jogadores construírem e defenderem esconderijos permanentes no mundo exterior.
InvernoEvento de Invasão GlobalUm modo de jogo por tempo limitado onde toda a comunidade deve cooperar para repelir uma ofensiva massiva.


3. Alterações Ocultas: O que a Comunidade Descobriu

Como é hábito em jogos da Embark, nem tudo o que mudou foi listado nas notas oficiais do patch. Jogadores atentos descobriram alterações “ninja” que estão a mudar a dinâmica das incursões:

  • Novos Sons de Proximidade: O som dos passos dos Raiders inimigos foi subtilmente alterado para ser mais direcional, recompensando jogadores que utilizam auscultadores com áudio 3D.
  • Drops de Loot Raro: Parece haver um aumento ligeiro na taxa de aparecimento de componentes eletrónicos de alta qualidade em contentores escondidos, incentivando a exploração minuciosa em vez de apenas correr para os objetivos principais.
  • Comportamento da IA: Os drones de patrulha estão agora mais agressivos e utilizam táticas de flanqueamento que não eram visíveis na versão anterior.


4. Dicas para Sobreviver à Atualização 1.13.0

Se vai entrar hoje nas zonas de exclusão, tenha em conta estas mudanças estratégicas:

  1. Reavalie o seu Equipamento: Devido aos ajustes no recuo das armas, teste o seu armamento no campo de tiro antes de uma incursão real.
  2. Explore os Novos Caminhos: Com a remoção dos puzzles antigos, existem agora rotas de flanqueamento em zonas que antes eram autênticos “estrangulamentos” de tráfego.
  3. Foco nos Componentes Industriais: Com o roadmap a apontar para a construção de bases no final do ano, começar a acumular materiais de construção e eletrónica avançada agora pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso no futuro.


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Tutorial: Como Criar uma Rede Segura com Cloudflare Tunnel (cloudflared)

Expor um servidor doméstico, uma aplicação em localhost ou o seu Home Server à Internet é, tradicionalmente, um risco de segurança que envolve abrir portas no router (Port Forwarding). O Cloudflare Tunnel (através do serviço cloudflared) elimina esta necessidade, criando uma ligação encriptada e segura entre o seu servidor e a rede da Cloudflare.

Cloudflare Tunnels 23fd

Neste tutorial, vamos aprender a configurar uma rede Zero Trust, permitindo que o seu servidor fique invisível para ataques de varredura de IPs, enquanto permanece acessível através de um domínio público.



📋 Pré-requisitos

  • Um domínio próprio registado (ou transferido) para a Cloudflare.
  • Uma conta gratuita na Cloudflare com o plano Zero Trust ativado.
  • Um servidor ou PC (Linux, Windows, macOS ou Docker) que deseja expor.


Passo 1: Instalação do Cloudflared

O primeiro passo é instalar o conetor no seu servidor local. Este binário será o “túnel” que liga a sua máquina ao mundo exterior.

curl -L --output cloudflared.deb https://github.com/cloudflare/cloudflared/releases/latest/download/cloudflared-linux-amd64.deb sudo dpkg -i cloudflared.deb

brew install cloudflared

  • Windows:

    Descarregue o .exe oficial e execute-o via PowerShell.
https://one.dash.cloudflare.com/


Passo 2: Autenticação e Login

Para que o túnel saiba a que conta pertence, deve autenticar a aplicação:

  1. No terminal, digite: cloudflared tunnel login
  2. Um link será gerado. Copie e cole no seu navegador.
  3. Selecione o domínio que deseja utilizar para este túnel e autorize a ligação. Isto descarregará um ficheiro de certificado (cert.pem) para a sua máquina.


Passo 3: Criar o Túnel via Dashboard (Recomendado)

Embora possa ser feito via linha de comandos, a gestão via Cloudflare Zero Trust Dashboard é mais intuitiva e permite alterações remotas.

  1. Aceda ao Cloudflare Zero Trust.
  2. Vá a Networks > Tunnels e clique em Create a Tunnel.
  3. Escolha um nome para o túnel (ex: “Home-Server-PT”) e clique em Save Tunnel.
  4. Selecione o seu sistema operativo e copie o comando de instalação fornecido. Execute-o no seu servidor para ativar o conetor.


Cloudflare Tunnels


Passo 4: Configurar o Acesso (Public Hostname)

Agora que o túnel está ativo, precisamos de dizer à Cloudflare para onde enviar o tráfego:

  1. No separador Public Hostname do seu túnel, clique em Add a public hostname.
  2. Subdomain: Escolha um nome (ex: app ou server).
  3. Domain: Selecione o seu domínio (ex: omeudominio.com).
  4. Service Type: Selecione o protocolo (geralmente HTTP).
  5. URL: Digite o endereço local da sua aplicação (ex: localhost:8000 ou 192.168.1.50:8000).
  6. Clique em Save. A Cloudflare criará automaticamente o registo CNAME no seu DNS.


Cloudflare Tunnels app publishing
Cloudflare Tunnels app publishing


Passo 5: Reforçar a Segurança com Zero Trust Access

Expor o servidor é apenas metade do trabalho. Para garantir uma rede verdadeiramente segura, deve restringir quem pode aceder a esse domínio:

  1. No Dashboard Zero Trust, vá a Access > Applications.
  2. Clique em Add an application > Self-hosted.
  3. Configure o domínio (ex: app.omeudominio.com).
  4. Em Policies, crie uma regra que permita o acesso apenas a e-mails específicos ou endereços de IP de Portugal.
  5. Pode ativar a autenticação via Google, GitHub ou código único enviado por e-mail (OTP).


🚀 Vantagens desta Configuração

  • Portas Fechadas: Não precisa de abrir a porta 80 ou 443 no seu router. O router não recebe pedidos externos; é o servidor que inicia a ligação com a Cloudflare.
  • Proteção DDoS: O seu IP real nunca é revelado. Todo o tráfego passa pelos filtros de segurança da Cloudflare.
  • SSL Gratuito: A Cloudflare gere automaticamente os certificados HTTPS, garantindo que a ligação entre o utilizador e o túnel é sempre encriptada.


💡 Dica Extra: Monitorização

Pode verificar o estado do seu túnel e o volume de tráfego em tempo real no painel do Zero Trust. Se o servidor local for desligado, o túnel aparecerá como “Down”, e o acesso externo será imediatamente cortado para evitar falhas de segurança.


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Terraria 1.4.5: Atualização “Bigger & Boulder” Já Disponível com Crossovers de Palworld e Dead Cells

A Re-Logic acaba de lançar a tão aguardada atualização 1.4.5, batizada de “Bigger & Boulder”, para o lendário sandbox Terraria. Disponível a partir de 27 de janeiro, esta atualização marca um momento histórico: 15 anos após o lançamento original, o jogo recebe uma das suas expansões mais ambiciosas, unificando as versões de PC, Consolas e Mobile simultaneamente.

Terraria 1.4.5 Bigger and Boulder Novidades


A atualização não é apenas um “remendo” de correção; é um festival de conteúdos que introduz crossovers épicos com Palworld e Dead Cells, além de uma reformulação profunda em sistemas vitais como o inventário e a criação de itens.



1. Crossovers de Peso: Palworld e Dead Cells chegam ao Terraria

A grande surpresa desta vaga de conteúdos é a integração de elementos de dois gigantes do gaming moderno:

  • Colaboração Palworld: Pela primeira vez, os “Pals” chegam ao mundo de Terraria. Poderá encontrar criaturas como Digtoise (que ajuda na mineração), Cattiva e o temível Foxparks (que pode ser usado como um lança-chamas vivo). Há também um novo conjunto de armadura inspirado no título da Pocketpair.
  • Conteúdo Dead Cells: O universo de Dead Cells expande a sua presença com o fato do protagonista “The Beheaded”, novas armas para todas as classes (como chicotes e espadas), itens decorativos como as icónicas garrafas penduradas e até uma “Fonte de Saúde” para o seu vilarejo.


2. Mecânicas de Jogo: Menos Gestão, Mais Aventura

A Re-Logic focou-se em eliminar as barreiras que tornavam o jogo lento para veteranos e intimidante para novatos.

  • Criação Inteligente: O sistema de crafting foi totalmente redesenhado. Agora, pode fabricar itens utilizando materiais que estejam em baús próximos, sem necessidade de os mover para o seu inventário pessoal. Foi também adicionada uma barra de pesquisa e filtros por categorias.
  • Menu de Sementes (Seeds): Criar um mundo novo é agora uma experiência personalizada. Pode misturar mecânicas de sementes secretas (como Drunk World e Not the Bees) e experimentar o novo Modo Skyblock, onde começa numa pequena ilha flutuante com recursos limitados.
  • Transformações e Montadas: Foram introduzidas quatro novas montadas de transformação, permitindo que o jogador se transforme em criaturas como ratos ou morcegos para explorar espaços apertados.


3. Novidades Técnicas e Qualidade de Vida

CategoriaO que mudou?
Itens NovosMais de 650 novos itens, elevando o total para mais de 6.000.
Música10 novas faixas, incluindo temas renovados para bosses clássicos como o Skeletron e The Twins.
Interface (UI)Novo sistema de botões radiais personalizáveis para consolas e mobile, facilitando o acesso rápido a poções e ferramentas.
MultijogadorNova funcionalidade de Espectador, permitindo observar outros jogadores enquanto aguarda pelo respawn.


4. O Caminho para o “Crossplay” Total

Embora a atualização 1.4.5 tenha sido lançada com paridade entre todas as plataformas (PC, Xbox, PlayStation, Switch e Mobile), a Re-Logic confirmou que este é o passo final antes do objetivo final: o Crossplay.

O estúdio indicou que, uma vez estabilizada a versão 1.4.5 e corrigidos os eventuais erros iniciais, o foco total da equipa passará a ser a implementação da funcionalidade que permitirá a jogadores de diferentes plataformas explorarem o mesmo mundo em conjunto — algo previsto para uma atualização subsequente ainda este ano.



5. Destaque Especial: A Obsessão pelos “Boulders”

O nome da atualização, “Bigger & Boulder”, não é por acaso. O jogo recebeu uma dose massiva de novos tipos de rochas armadilhadas e itens relacionados:

  • Boulders de Arco-íris: Causam danos variados e efeitos visuais únicos.
  • Poo Boulders: Uma adição humorística que deixa um rasto… peculiar.
  • Boulders que caem para cima: Desafiando a gravidade em biomas específicos.
  • Pet de Rocha: Agora pode ter uma pequena pedra saltitante como companheira de viagem.


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Êxodo Digital: Porque Milhares de Utilizadores Estão a Trocar o TikTok pelo UpScrolled

O panorama das redes sociais sofreu um sismo inesperado nesta última semana de janeiro de 2026. O TikTok, que durante anos dominou o mercado de vídeos curtos, está a enfrentar uma debandada massiva de utilizadores. O destino? Uma aplicação independente chamada UpScrolled, que subiu meteoricamente para o top 2 da App Store, superando o próprio gigante da ByteDance.

upscrolled


Este movimento não é apenas uma tendência passageira de moda digital, mas sim o resultado de uma tempestade perfeita envolvendo mudanças de propriedade nos EUA, novas políticas de privacidade invasivas e acusações graves de censura política.



1. A Faísca: Mudança de Propriedade e Novas Regras nos EUA

A 22 de janeiro de 2026, a operação do TikTok nos Estados Unidos foi oficialmente transferida para a TikTok USDS Joint Venture LLC, uma entidade controlada por investidores americanos, incluindo a Oracle. Esta transição trouxe consigo uma atualização imediata dos Termos de Serviço que acendeu o rastilho do protesto:

  • Dados Sensíveis: A nova política de privacidade menciona explicitamente a recolha de dados sobre orientação sexual, crenças religiosas e, crucialmente, estatuto imigratório.
  • Rastreio Geográfico: O regresso de um rastreio de localização mais preciso, que tinha sido limitado anteriormente por pressões regulatórias.
  • Algoritmo sob Suspeita: Utilizadores e criadores de conteúdo reportaram que, após a mudança, as visualizações de vídeos críticos da administração Trump ou focados em direitos humanos (como denúncias contra o ICE — serviço de imigração americano) sofreram uma queda drástica ou foram eliminadas.


2. O Fenómeno UpScrolled: A Alternativa “Anti-Algoritmo”

Desenvolvida pelo empreendedor palestiniano-australiano Issam Hijazi, a UpScrolled posiciona-se como o “antídoto” para a manipulação algorítmica. O que começou como uma plataforma de nicho focada na liberdade de expressão para ativistas, tornou-se agora o refúgio do utilizador comum.

FuncionalidadeTikTok (EUA 2026)UpScrolled
Feed PrincipalAltamente algorítmico e curado.Cronológico por defeito (vê o que os seus amigos publicam).
CensuraAcusações de shadowbanning político.Promessa de Zero Shadowbanning.
PrivacidadeRecolha de dados sensíveis e imigratórios.Foco em segurança e encriptação básica.
PropriedadeGrandes corporações e investidores.Startup Independente (Indie).


3. A Explosão de Downloads e Disponibilidade em Portugal

A subida foi tão súbita que os servidores da UpScrolled chegaram a vacilar sob a carga. De uma média de 460 downloads diários, a app passou para mais de 14.000 instalações por dia no último fim de semana.

  • Disponibilidade: A UpScrolled está disponível em Portugal e no resto da Europa tanto para iOS como para Android.
  • Interface Familiar: Para quem está habituado ao Instagram ou ao TikTok clássico, a curva de aprendizagem é mínima. O design mistura o melhor dos dois mundos, oferecendo carrosséis de fotos e vídeos verticais com ferramentas de edição integradas.
  • Crescimento Orgânico: Ao contrário de outras redes que dependem de anúncios, a UpScrolled está a crescer através do “passa-palavra” no próprio TikTok e no X (antigo Twitter), onde a hashtag #DeleteTikTok se tornou viral.


4. Veredicto: É o Fim do TikTok?

Embora o TikTok ainda mantenha uma base de utilizadores ativa gigantesca, este êxodo para a UpScrolled revela uma mudança de paradigma. Em 2026, o utilizador já não quer ser apenas “alimentado” por um algoritmo que decide o que ele deve ver; há uma sede crescente por transparência e controlo sobre os dados.

A UpScrolled ainda enfrenta desafios, como a necessidade de moderar conteúdos de ódio sem cair na censura que critica, mas para já, é o símbolo da resistência digital contra a hegemonia das grandes tecnológicas.


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Apple AirTag 2026: A Nova Geração do Localizador que Encontra o “Impossível”

Quase cinco anos após a estreia que revolucionou a forma como protegemos os nossos bens, a Apple apresentou oficialmente a segunda geração do seu localizador. Lançado a 26 de janeiro de 2026, o novo AirTag (que mantém o nome simples, mas com hardware totalmente renovado) foca-se em resolver as três grandes limitações do modelo original: alcance, volume sonoro e facilidade de localização em espaços abertos.

Apple AirTag 2026


Para os utilizadores em Portugal, a atualização chega com o mesmo preço competitivo, mas com uma inteligência que promete reduzir drasticamente o tempo perdido a procurar chaves, malas ou até a bagagem extraviada em aeroportos.



1. Chip Ultra Wideband de 2.ª Geração: Alcance 50% Superior

A grande revolução interna é a inclusão do novo chip de banda ultralarga, o mesmo que equipa a linha iPhone 17 e os novos Apple Watch Series 11. Esta atualização transforma a experiência da “Localização Exata”:

  • Busca à Distância: Onde o modelo anterior precisava que estivesse a cerca de 10-15 metros para mostrar a seta de direção, o novo AirTag consegue guiar o utilizador a partir de 27 a 30 metros (ou até 60 metros em campo aberto, segundo testes técnicos).
  • Feedback Tátil e Visual: A orientação no ecrã do iPhone é agora mais estável, com menos perda de sinal, ideal para encontrar objetos escondidos sob mobília pesada ou em divisões diferentes da casa.


2. Altifalante 50% mais Potente: Ouça-o em Qualquer Lado

Quantas vezes tentou ouvir o “bip” do AirTag abafado dentro de uma mochila ou debaixo de uma almofada do sofá? A Apple redesenhou o design interno para tornar o som 50% mais alto.

  • Novo Toque Exclusivo: Além do volume, o som emitido tem uma frequência mais nítida, facilitando a identificação do ruído mesmo em ambientes com barulho de fundo (como televisões ligadas ou trânsito).
  • Alcance Sonoro Duplicado: Na prática, isto significa que conseguirá ouvir o seu localizador ao dobro da distância anterior, uma melhoria crucial para quem depende do som em vez do ecrã.


3. Integração com Apple Watch e Partilha com Companhias Aéreas

A nível de software, a integração com o ecossistema atingiu a maturidade total com o iOS 26 e o watchOS 26:

  • Localização no Pulso: Pela primeira vez, os utilizadores de Apple Watch Series 9 (ou modelos Ultra posteriores) podem usar a Localização Exata diretamente no relógio. Já não precisa de tirar o iPhone do bolso para ser guiado até às suas chaves.
  • Recuperação de Bagagem: Foi introduzida uma nova funcionalidade de “Partilha Temporária”. Pode agora partilhar a localização de um objeto com terceiros de confiança, como balcões de apoio ao cliente de mais de 50 companhias aéreas, acelerando a recuperação de malas perdidas de forma segura e encriptada.


4. Comparativo Técnico: AirTag (2021) vs. AirTag (2026)

FuncionalidadeModelo Original (1.ª Gen)Novo AirTag (2.ª Gen)
ProcessadorChip U1Chip UWB 2.ª Geração
Alcance Localização Exata~15 metros~30 a 60 metros
Volume do AltifalanteBase+50% mais potente
Compatibilidade Apple WatchNotificações apenasLocalização Exata no pulso
Bateria1 ano (CR2032)1 ano+ (CR2032)
Design FísicoIdenticoIdentico (Retrocompatível)


Nota Importante: O design exterior mantém-se inalterado, o que significa que todos os seus porta-chaves, suportes e acessórios originais ou de terceiros continuam a ser 100% compatíveis.



5. Preço e Disponibilidade em Portugal

A Apple decidiu manter a estratégia de preço de 2021, tornando o novo modelo um substituto direto do anterior (que será descontinuado).

  • Unidade Individual: 39 €
  • Pack de 4 Unidades: 129 €
  • Personalização: A gravação gratuita de emojis ou iniciais continua disponível exclusivamente através da Apple Store Online.


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Clawdbot: A IA Viral que está a Esgotar o Mac Mini nas Lojas em 2026

O mundo da tecnologia tem um novo protagonista em janeiro de 2026: o Clawdbot. Mais do que um simples chatbot, este assistente de IA “agêntico” tornou-se viral por conseguir fazer algo que o ChatGPT ou o Claude (na web) não fazem — ele assume o controlo total do seu computador para realizar tarefas do mundo real enquanto você descansa.

Clawdbot IA


O impacto foi tão grande que gerou um fenómeno de mercado inesperado: uma corrida desenfreada ao Mac Mini M4. Entusiastas de Silicon Valley e da Europa estão a comprar o pequeno computador da Apple em massa apenas para servirem de “servidores dedicados” para o Clawdbot.



Nota: Após 2 mudanças de nome o Clawdbot agora é OpenClaw. Veja o artigo aqui



1. O que é o Clawdbot e por que é diferente?

Criado pelo engenheiro austríaco Peter Steinberger (e recentemente renomeado para Moltbot devido a questões de marca), o Clawdbot é um agente de IA de código aberto que vive dentro do seu sistema operativo.

Ao contrário da IA tradicional, que apenas sugere o que fazer, o Clawdbot executa. Se lhe pedir para “organizar as minhas faturas e enviar um resumo ao meu contabilista”, ele:

  • Abre o seu e-mail e descarrega os anexos.
  • Analisa os documentos usando modelos como o Claude 3.5 Opus.
  • Cria uma folha de cálculo no seu disco local.
  • Redige e envia o e-mail final através da sua própria conta.

A interação é feita através de apps de mensagens como Telegram, WhatsApp ou iMessage, permitindo que controle o seu PC de qualquer lugar do mundo.



2. O Fenómeno Mac Mini: O “Cérebro” Ideal

Por que razão o Mac Mini se tornou o hardware de eleição para o Clawdbot? A resposta reside na eficiência e na natureza “sempre ligada” do dispositivo.

  • Consumo de Energia: O Mac Mini consome quantidades mínimas de eletricidade, permitindo que o Clawdbot funcione 24h por dia como um assistente incansável.
  • Memória Unificada: A arquitetura dos chips M4 lida excecionalmente bem com as exigências de memória dos modelos de linguagem locais.
  • Tamanho Silencioso: É o servidor perfeito para esconder atrás do monitor ou numa prateleira, sem ruído de ventoinhas.

Relatórios de vendas indicam que o modelo base do Mac Mini (com 16GB de RAM) está a esgotar em várias lojas da Amazon e retalhistas europeus, com utilizadores a reportarem compras de múltiplas unidades para criarem “clusters” de assistentes pessoais.

👉 Ver Mac Mini M4 na Amazon Espanha



3. Guia Rápido: Como configurar o Clawdbot

Embora seja uma ferramenta poderosa, a instalação requer alguns conhecimentos técnicos. Aqui está o roteiro básico para quem quer começar:

  1. Requisitos: Precisa do Node.js (versão 22+) instalado no seu sistema.
  2. Instalação: Abra o terminal e execute npm install -g clawdbot@latest.
  3. Configuração (Onboarding): Digite clawdbot onboard. O assistente irá pedir-lhe:
    • API Key: Recomenda-se o uso do Claude (Anthropic) ou Gemini pela sua capacidade de raciocínio.
    • Gateway de Mensagens: Escolha o Telegram (via @BotFather) pela facilidade de configuração.
  4. A “Alma” (SOUL.md): Edite o ficheiro de configuração para dar uma personalidade ao seu bot. Pode instruí-lo a ser “curto e direto” ou a “nunca apagar ficheiros sem perguntar”.


4. Alerta de Segurança: Com grandes poderes…

O Clawdbot tem acesso total ao seu teclado, rato e sistema de ficheiros. Isto significa que a segurança é crítica. Recentemente, a empresa de segurança SlowMist emitiu um alerta sobre centenas de instâncias de Clawdbot que foram expostas na internet por falta de configuração de autenticação.

  • Nunca partilhe a sua API Key.
  • Use um Token de Autenticação forte (mínimo 32 caracteres) no seu ficheiro de configuração.
  • Isole o bot: Se possível, corra o Clawdbot numa máquina dedicada (como o Mac Mini) que não contenha dados bancários críticos ou use uma conta de utilizador separada.


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