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De Moltbot a OpenClaw: A Identidade Final da IA que Conquistou o Vale do Silício

A saga da “lagosta espacial” que paralisou o mundo da tecnologia na última semana ganhou um novo capítulo definitivo. O assistente de inteligência artificial que começou como Clawdbot, e que brevemente se transformou em Moltbot, mudou novamente de nome para OpenClaw.

OpenClaw IA Moltbot Rebranding 2026


Esta metamorfose constante, embora confusa para os utilizadores, reflete o crescimento explosivo de um projeto de fim de semana que, em apenas sete dias, atraiu mais de 2 milhões de visitantes e se tornou um caso de estudo sobre a integração vertical da IA, como destacado recentemente pela IBM Think.



1. Porquê OpenClaw? A Luta pela Identidade Open-Source

A mudança para OpenClaw surge após a curta passagem pelo nome Moltbot. Segundo o criador Peter Steinberger, o novo nome visa reforçar a natureza de código aberto (open-source) do projeto e distanciar-se definitivamente de quaisquer conflitos de marca registada com a Anthropic (detentora do modelo Claude).

  • Soberania Digital: O nome “Open” sublinha a missão do projeto de permitir que cada utilizador corra o seu próprio agente de IA localmente, sem depender exclusivamente de servidores de terceiros.
  • O Símbolo da Lagosta: A identidade visual da lagosta permanece, simbolizando a resiliência e a capacidade de adaptação (ou “muda de casca”) do software.


2. O Fenómeno de Integração Vertical

O OpenClaw não é apenas mais um chatbot. Como reportado pelo O Globo e pela Forbes, este agente está a testar os limites da integração vertical — a capacidade de uma IA não apenas sugerir código, mas de operar diretamente o hardware, gerir ficheiros e interagir com APIs de sistema de forma autónoma.

Este nível de controlo é o que justifica a “corrida ao Mac Mini” que reportámos anteriormente. Ao correr o OpenClaw num hardware dedicado, os utilizadores transformam uma máquina simples num assistente pessoal que “pensa” e “age” 24 horas por dia.



3. Alerta de Segurança: Scams e Riscos de Configuração

O sucesso fulgurante do OpenClaw trouxe também consequências negativas. A Forbes emitiu um aviso sério sobre a proliferação de esquemas fraudulentos:

  • Criptomoedas Falsas: Continuam a surgir tokens como $OPENCLAW em diversas redes. É fundamental reiterar: o projeto OpenClaw não tem qualquer associação com criptoativos.
  • Acesso Remoto Exposto: Devido à configuração rápida, muitos utilizadores estão a deixar a porta de administração do OpenClaw aberta para a internet sem palavra-passe. Isto permite que qualquer pessoa com o seu IP assuma o controlo total do seu computador.
  • A Recomendação: Utilize sempre o Cloudflare Tunnel (como ensinámos no nosso tutorial) para aceder ao OpenClaw fora de casa, garantindo que o seu IP real permanece oculto e a ligação encriptada.


4. Onde encontrar o projeto agora?

Com a mudança final de nome, os endereços oficiais foram atualizados:

  • Repositório GitHub: github.com/openclaw/openclaw
  • Comando de Instalação: npm install -g openclaw@latest

Esta ferramenta continua a ser um “projeto em evolução” e, como tal, deve ser utilizada com cautela, preferencialmente em ambientes de teste antes de ser integrada em fluxos de trabalho críticos.



5. 🖥️ O Hardware Ideal: Mac Mini M4 Disponível na Amazon Espanha

Como referimos, o Mac Mini tornou-se o servidor de eleição para quem procura estabilidade e baixo consumo para o seu agente de IA. Em janeiro de 2026, o modelo equipado com o chip M4 continua a ser o campeão de vendas na Amazon Espanha, oferecendo o equilíbrio perfeito entre o tamanho ultracompacto (apenas 12,7 cm) e o desempenho necessário para tarefas agenticas complexas.

  • Performance M4: Com uma CPU de 10 núcleos e 16 GB de memória unificada na versão base, é capaz de processar os pedidos do OpenClaw de forma quase instantânea.
  • Conetividade de Futuro: Equipado com portas Thunderbolt e suporte para Apple Intelligence, garante que o seu hardware não ficará obsoleto nas próximas evoluções da IA.
  • Eficiência Energética: Ideal para estar ligado 24/7 como o “cérebro” da sua casa inteligente ou assistente pessoal, com um consumo elétrico mínimo.

Pode consultar a disponibilidade imediata e as promoções atuais através do link oficial abaixo:

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Cibersegurança em 2026: Vodafone Business Lança Escudo Proativo 24/7 para PME

O cenário das ameaças digitais em Portugal atingiu um ponto de viragem. Em 2025, 54% das PME portuguesas foram alvo de ciberataques, e as previsões para 2026 apontam para um aumento na sofisticação das ofensivas, agora impulsionadas por Inteligência Artificial (IA) e ataques autónomos. Perante esta realidade, a cibersegurança deixou de ser um luxo para grandes corporações e tornou-se uma questão de sobrevivência para o tecido empresarial nacional.

Vodafone Business Cibersegurança PME Portugal


Para responder a este desafio, a Vodafone Business acaba de lançar em Portugal uma nova oferta integrada de cibersegurança. Este serviço não se limita a reagir a incidentes; foca-se na ciber-resiliência proativa, garantindo uma monitorização contínua através do seu Business Security Operations Centre (VBSOC).



1. Monitorização 24/7: A Democratização da Defesa Digital

Até agora, manter uma equipa de especialistas a vigiar redes e sistemas 24 horas por dia era um custo proibitivo para a maioria das pequenas e médias empresas. A nova proposta da Vodafone visa democratizar este acesso:

  • Vigilância Ininterrupta: Através do VBSOC, os ativos digitais dos clientes são monitorizados em tempo real, permitindo detetar e bloquear tentativas de intrusão antes que causem danos reais.
  • Intervenção Humana Especializada: Enquanto a tecnologia de IA filtra incidentes menores, os eventos críticos são geridos por especialistas dedicados, garantindo uma resposta rápida e inteligente.
  • Conformidade com a NIS2: A oferta surge no momento ideal para ajudar as empresas a cumprirem a nova Diretiva Europeia de Segurança das Redes e da Informação (NIS2), cuja transposição para a lei nacional exige padrões de segurança muito mais rigorosos.


2. Os 3 Pilares da Oferta Proativa

A solução da Vodafone Business assenta num modelo de Zero Trust (Nunca Confiar, Sempre Verificar) e integra parcerias com líderes globais como a Microsoft, Trend Micro e Lookout.

FuncionalidadeO que oferece?Benefício para a Empresa
Endpoint Detection & Response (EDR)Monitorização de computadores, tablets e telemóveis.Bloqueia malware e ransomware no dispositivo antes de entrar na rede.
Managed Mobile SecurityProteção contra phishing em SMS, e-mails e sites maliciosos.Garante que o trabalho remoto e o uso de dispositivos móveis não são portas de entrada.
Security AwarenessFormação e simulações de phishing para colaboradores.Reduz o “risco humano”, treinando a equipa para reconhecer ameaças.


3. Tendências de Cibersegurança para 2026 em Portugal

O lançamento desta oferta alinha-se com as tendências que estão a redefinir o mercado este ano:

  • Ataques de IA vs. Defesa de IA: Os cibercriminosos utilizam agora automação para encontrar falhas. A resposta exige sistemas de defesa igualmente automatizados e rápidos.
  • Fim do Perímetro Tradicional: Com o trabalho híbrido consolidado, a segurança já não se faz “dentro do escritório”, mas sim em torno da identidade do utilizador e do acesso seguro à nuvem.
  • Custo da Inação: Estudos indicam que 24% dos empresários portugueses temem ter de encerrar os seus negócios em caso de um ataque informático bem-sucedido. A prevenção tornou-se, por isso, um investimento com retorno direto na continuidade do negócio.


4. Vantagens do Modelo “As-a-Service”

Uma das grandes barreiras à cibersegurança era a necessidade de infraestruturas caras. O modelo da Vodafone Business elimina esta dor de cabeça:

  • Sem Investimento Inicial (CapEx): O serviço é prestado na nuvem, dispensando a compra de hardware dedicado por parte da empresa.
  • Escalabilidade: A proteção cresce à medida que a empresa contrata mais colaboradores ou expande as suas operações digitais.
  • Ponto de Contacto Único: A faturação e o suporte são centralizados num único consultor, simplificando a gestão administrativa.


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Router 4G Cudy LT400: A Solução Ideal para Internet em Casas de Férias e Zonas Remotas

Num mercado de telecomunicações cada vez mais focado na fibra ótica, muitos utilizadores em Portugal — especialmente em zonas rurais, casas de férias ou autocaravanas — continuam a enfrentar o desafio da falta de infraestruturas fixas. É aqui que o Router 4G Cudy LT400 se destaca como uma alternativa robusta e acessível.

Recentemente, este dispositivo entrou em destaque na Amazon com uma promoção imperdível, tornando-se o aliado perfeito para quem precisa de conectividade imediata sem depender de instalações complicadas ou contratos de fidelização de 24 meses.



1. Plug & Play: Internet Instantânea com um Cartão SIM

O maior trunfo do Cudy LT400 é a sua simplicidade. Ao contrário dos routers tradicionais, este modelo possui um slot para cartão Nano SIM integrado.

  • Sem Configurações: Basta inserir o cartão de qualquer operadora (MEO, NOS, Vodafone ou DIGI) e ligar o aparelho para começar a navegar.
  • Velocidades 4G LTE: Com suporte para a categoria LTE Cat. 4, o router atinge velocidades de download até 150 Mbps, ideal para streaming em HD, videochamadas e teletrabalho.


2. Antenas de Alto Ganho e Cobertura Estável

Muitas vezes, a recepção de sinal em zonas remotas é instável. O Cudy LT400 resolve este problema com um sistema de 4 antenas externas:

  • 2 Antenas 4G: Dedicadas exclusivamente a captar o melhor sinal da torre de telecomunicações mais próxima.
  • 2 Antenas Wi-Fi: Garantem que o sinal N300 (até 300 Mbps) chegue a todas as divisões da casa, suportando até 32 dispositivos em simultâneo.
  • Tecnologia Beamforming: Foca o sinal Wi-Fi diretamente nos dispositivos conectados, reduzindo interferências e zonas mortas.


3. Segurança Avançada e VPN Integrada

Para utilizadores profissionais que necessitam de aceder a redes de escritório de forma segura, o Cudy LT400 surpreende pela sua versatilidade de software. O router traz pré-instalados clientes para WireGuard, OpenVPN, Zerotier e L2TP, permitindo criar túneis de segurança encriptados sem necessidade de hardware adicional.


4. Portas Ethernet: Ligação por Cabo para Maior Estabilidade

Apesar de ser um router 4G, o LT400 não esquece a importância das ligações cabeadas. Inclui 4 portas Ethernet (10/100 Mbps), permitindo ligar diretamente uma Smart TV, consola de jogos ou computador fixo para garantir a mínima latência possível e uma ligação que nunca falha.



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Se procura uma forma económica de ter internet em qualquer lugar, o Cudy LT400 é atualmente uma das melhores opções de “custo-benefício” no mercado nacional.

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Tomodachi Life: Living the Dream — O Regresso Mais Inclusivo da Nintendo Chega em Abril

A espera de mais de uma década terminou. Durante um Nintendo Direct especial realizado hoje, 29 de janeiro de 2026, a gigante nipónica revelou detalhes profundos sobre Tomodachi Life: Living the Dream. Com lançamento marcado para 16 de abril, o novo simulador de vida para a Nintendo Switch promete elevar o caos surrealista do original a um novo patamar de personalização e, finalmente, de inclusão.

Tomodachi Life Living the Dream Portugal Data


O anúncio oficial não trouxe apenas uma data; trouxe a confirmação de que a Nintendo cumpriu a promessa feita há anos, tornando esta sequela a entrada mais representativa de sempre na história dos Miis.



1. Inclusão Total: Géneros e Relacionamentos sem Barreiras

A grande notícia que está a dominar as redes sociais é a reformulação do sistema de identidade e romance. Respondendo ao feedback da comunidade após o título da 3DS, Tomodachi Life: Living the Dream introduz opções de género e orientação sexual sem restrições.

  • Identidade Não-Binária: Ao criar um Mii, os jogadores podem agora escolher entre três opções de género: Masculino, Feminino ou Não-Binário.
  • Preferências de Namoro: Pela primeira vez, é possível definir as preferências românticas de cada habitante. Podes escolher que o teu Mii se sinta atraído por homens, mulheres, ambos, pessoas não-binárias ou nenhuma das anteriores.
  • Casamentos entre Pessoas do Mesmo Sexo: Esta funcionalidade, integrada de raiz no motor do jogo, permite que qualquer par de Miis desenvolva uma relação amorosa, case e até constitua família, independentemente do género.


Tomodachi Life Living the Dream


2. Personalização “Surreal”: Da Ilha aos Animais de Estimação

O salto técnico da 3DS para a Switch permitiu à Nintendo expandir as ferramentas criativas. A nova ilha é vasta e totalmente explorável, funcionando como um ecossistema vivo para as tuas criações bizarras.

  • Mii Maker Avançado: Herdando o sistema de maquilhagem e perucas de Miitopia, podes agora criar personagens com detalhes faciais impressionantes ou seres completamente abstratos (como um urso de peluche ou um alienígena).
  • Desenho Tátil: Utilizando o ecrã tátil da Switch, os jogadores podem agora desenhar padrões para roupas, mobiliário e até criar animais de estimação personalizados que parecem recortes de papel.
  • Vozes e Sintetização: O sistema de voz foi aprimorado com novos seletores de tom, sotaques e velocidade, permitindo que os teus Miis soem exatamente como imaginas (ou o mais estranho possível).


3. Novas Lojas e a Vida na Ilha

A ilha de Living the Dream conta com várias infraestruturas novas que servem de palco para os dramas diários:

  • Fresh Kingdom: Uma mercearia interativa onde descobres os pratos favoritos (e os que causam alergias) dos teus habitantes.
  • Where & Wear: Uma loja de vestuário com coleções que mudam sazonalmente.
  • T&C Reno: Uma loja de materiais de construção para personalizar o interior das casas, que agora podem albergar até oito Miis em coabitação.


4. Lançamento e Compatibilidade com a “Switch 2”

Embora o foco da apresentação tenha sido a atual família de consolas, a Nintendo confirmou que Tomodachi Life: Living the Dream será totalmente compatível com a sucessora da Switch (frequentemente chamada de “Switch 2”).

O jogo chegará às lojas portuguesas (físicas e eShop) no dia 16 de abril de 2026. O preço sugerido deverá seguir o padrão de lançamentos first-party da marca, fixando-se nos 59,99 €.



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Telecomunicações em Portugal: Amigo, WOO e UZO Baixam Preços para Travar a DIGI

O mercado das telecomunicações em Portugal está a viver uma transformação sem precedentes neste arranque de 2026. A entrada em cena da operadora romena DIGI forçou os operadores históricos — MEO, NOS e Vodafone — a uma reação agressiva através das suas marcas low-cost.

Tarifários Telemóvel Fibra Comparativo 2026


As marcas Amigo (Vodafone), WOO (NOS) e UZO (MEO) reformularam os seus tarifários para espelharem quase exatamente a oferta da DIGI. Para o consumidor, esta é a melhor altura dos últimos anos para renegociar contratos ou mudar de operador, com os preços de entrada a caírem para patamares históricos.



1. O “Efeito DIGI”: O Que Mudou no Mercado?

Até há pouco tempo, um pacote de Fibra com telemóvel raramente baixava dos 50€ mensais com fidelizações de 24 meses. Hoje, o cenário é este:

  • Fidelizações Curtas: A norma nas marcas low-cost passou a ser de apenas 3 meses (ou mesmo inexistente no móvel).
  • Dados Móveis Abundantes: Os plafonds de 5GB ou 10GB deram lugar a ofertas base de 100GB ou Ilimitados por valores inferiores a 10€.
  • Preços Fixos: A DIGI prometeu não aumentar preços em 2026, obrigando os rivais a manterem campanhas promocionais ativas para evitar a fuga de clientes.


2. Comparativo de Tarifários Móveis (Janeiro 2026)

Se procura apenas um cartão SIM com uma generosa quantidade de dados, os preços estabilizaram nos 5€ a 8€.

OperadorPlafond de DadosMinutos / SMSPreço MensalFidelização
DIGIIlimitadoIlimitados5,00 €Nenhuma
Amigo100 GB5.500 Min/SMS6,00 €Nenhuma
UZO100 GBMin Ilimitados / 1.000 SMS6,00 €Nenhuma
WOO100 GB2.500 Min/SMS6,00 €Nenhuma

Nota: Na DIGI, o preço de 5€ pelo tarifário Ilimitado é aplicado quando associado ao serviço de Fibra. Em tarifário isolado, o valor base ronda os 7€.



3. Comparativo “Tudo Incluído”: Net 1Gbps + TV + Telemóvel

Para quem precisa do pacote completo para casa, a convergência de serviços é onde se consegue a maior poupança. Analisámos a configuração standard: Fibra de 1Gbps, Televisão (via App ou Box) e 1 Cartão de Telemóvel.

OperadorNet FixaTV (Canais)TelemóvelPreço Total
DIGI1 Gbps+80 canaisIlimitado25,00 €
Amigo1 Gbps70 canais100 GB26,00 €
UZO1 Gbps+70 canais100 GB26,00 €
WOO1 Gbps70 canais100 GB28,00 €


  • DIGI: Continua a ser a opção mais barata, oferecendo dados ilimitados no telemóvel e a maior velocidade de net pelo menor preço. A fidelização na fibra é de apenas 3 meses.
  • Amigo e UZO: Alinharam os preços nos 26€ para o pacote 3P (Net+TV+Móvel). É uma excelente alternativa para quem prefere a cobertura de rede da Vodafone ou da MEO.
  • WOO: Embora ligeiramente mais cara (28€), a WOO destaca-se pela experiência 100% digital e por incluir dados ilimitados no telemóvel em campanhas recorrentes.


4. Como Escolher?

  1. Cobertura de Fibra: Antes de mudar, verifique no site da DIGI se a fibra deles já chega à sua morada. Se não chegar, a Amigo, WOO ou UZO são as melhores alternativas, pois usam as redes nacionais da Vodafone, NOS e MEO, respetivamente, no entanto podem não estar disponíveis em zonas não DIGI.
  2. App de TV vs. Box: Operadores como a UZO e WOO baseiam-se muito em Apps de TV para Smart TVs ou Apple TV/Android TV. Se faz questão de ter uma Box tradicional, confirme se está incluída no preço.
  3. Roaming: Se viaja muito, verifique as condições de Roaming. A DIGI tem vindo a melhorar, mas as marcas dos operadores históricos ainda oferecem, por vezes, maior estabilidade em certos países europeus.


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Subnautica: Below Zero — Guia de Exploração: Onde Encontrar o SeaTruck e Sobreviver ao Ártico

Com a chegada de Subnautica: Below Zero ao catálogo do PS Plus este mês, milhares de novos mergulhadores estão prestes a aterrar nas águas geladas do Planeta 4546B. Diferente do primeiro título, a sequela foca-se mais na exploração terrestre e na gestão da temperatura, mas o domínio das profundezas continua a depender de um elemento crucial: o SeaTruck.

Subnautica Below Zero Localização SeaTruck


Este veículo modular é o sucessor espiritual do Seamoth e do Cyclops, funcionando como uma base móvel que podes expandir conforme as tuas necessidades. Para que não percas horas a nadar à deriva e a arriscar a vida contra a hipotermia, preparámos o guia definitivo para as tuas primeiras horas de jogo.



🛠️ As 3 Ferramentas Prioritárias (Horas 1 e 2)

Antes de pensares em veículos, precisas de garantir que consegues recolher materiais e não morrer sufocado a poucos metros da superfície.

  1. Scanner: É a tua ferramenta mais importante. Sem ela, não consegues ler os fragmentos do SeaTruck. Prioriza a recolha de uma Bateria (feita com Ribbon Plants e Cobre) e Titânio.
  2. Tanque de O2 de Alta Capacidade: No bioma inicial (Shallow Twisty Bridges), foca-te em encontrar Prata para criar o kit de cablagem. Este tanque triplica o teu tempo de exploração, permitindo-te descer aos 100-150 metros com relativa segurança.
  3. Seaglide: Localiza os fragmentos nos destroços perto da cápsula inicial. Este propulsor é vital para fugir dos Sea Monkeys e para voltar rapidamente à superfície quando o oxigénio está no fim.


🚚 Localização dos Fragmentos do SeaTruck

O SeaTruck não se constrói apenas com um plano; precisas de encontrar e escanear 3 fragmentos para desbloquear o motor principal. Embora os fragmentos apareçam de forma semi-aleatória em biomas específicos, estas são as localizações com maior taxa de sucesso:

1. Bioma: Twisty Bridges (Pontes Sinuosas)

Este é o bioma mais próximo da tua zona de aterragem, caracterizado por estruturas em forma de coral que se enrolam.

  • Onde procurar: Desce entre os 75 e os 150 metros de profundidade.
  • Dica: Procura no leito marinho, perto das plantas de oxigénio. É comum encontrar pelo menos dois fragmentos nesta zona. Cuidado com os predadores locais que te podem cercar se te distraíres com o scanner.

2. Bioma: Thermal Spires (Pináculos Térmicos)

Localizado a Sudeste da zona inicial, este bioma tem chaminés térmicas que libertam calor.

  • Onde procurar: Espalhados pelo fundo arenoso, perto das bases das chaminés.
  • Dica: Esta zona é excelente para encontrar o terceiro fragmento que falta, mas tem atenção aos Cryptosuchus — o rugido deles é pior do que a mordida, mas podem ser intimidantes para novatos.

3. Estação Delta (Ilha)

Se seguires o sinal de rádio da Estação Delta, encontrarás destroços nos arredores da ilha.

  • Onde procurar: Na periferia da ilha, onde a plataforma continental começa a descer abruptamente.


❄️ Dica de Sobrevivência: O Perigo à Superfície

Ao contrário do jogo original, em Below Zero podes morrer de frio. Se estiveres na ilha a procurar recursos e a tua temperatura baixar perigosamente:

  • Procura Cavernas: O interior das grutas é mais quente.
  • Lírios Térmicos: Estas plantas vermelhas e brilhantes funcionam como radiadores naturais. Fica perto delas para recuperar calor.
  • Fruta de Pimenta (Spicy Peppers): Come estas frutas para um bónus imediato de temperatura corporal.

📋 Check-list de Construção do SeaTruck

Uma vez desbloqueado o plano, precisas da Baía de Veículos Móvel para o fabricar. Os materiais necessários são:

  • 1 Lingote de Titânio
  • 1 Kit de Cablagem Avançado (requer Ouro e Prata)
  • 2 Vidros Esmaltados (requer Quartzo e Dente de Stalker – neste jogo, cristais de chumbo)
  • 1 Célula de Energia
  • 1 Chumbo


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PS Plus Essential em Fevereiro: Simuladores de Peso e Exploração Épica Lideram o Mês

A Sony acaba de revelar o alinhamento de títulos para o PlayStation Plus Essential referentes ao mês de fevereiro. Com uma seleção equilibrada que atravessa os ringues de boxe, as profundezas geladas do oceano e os céus em chamas, o serviço garante um mês de elevado valor para os subscritores.

PS Plus Essential Fevereiro Jogos


Os novos jogos estarão disponíveis para resgate a partir da próxima terça-feira, 3 de fevereiro, e poderão ser jogados enquanto a subscrição se mantiver ativa. Este mês destaca-se pela chegada de Undisputed, o simulador de boxe que revitalizou o género, e o regresso da aclamada série Subnautica.



1. Os Protagonistas de Fevereiro

A seleção de fevereiro foca-se na imersão e na perícia, oferecendo quatro títulos distintos para PS4 e PS5:

  • Undisputed (PS5): Após anos de ausência de grandes simuladores de boxe, Undisputed preencheu essa lacuna com um sistema de movimentação de pés e golpes ultra-realista. Com mais de 70 lutadores licenciados, é um título obrigatório para fãs de desportos de combate.
  • Subnautica: Below Zero (PS4, PS5): Nesta sequela direta, regressamos ao planeta 4546B, mas desta vez para explorar biomas gelados. É um jogo de sobrevivência único, onde a gestão de oxigénio e o medo do desconhecido nas profundezas abissais criam uma atmosfera inigualável.
  • Ace Combat 7: Skies Unknown (PS4): Um clássico moderno da Bandai Namco. Se procura combates aéreos cinematográficos, uma narrativa intensa e uma banda sonora épica, este simulador de voo arcade continua a ser a referência do género.
  • Ultros (PS5): Para os amantes do estilo artístico psicadélico e exploração não linear, Ultros é um metroidvania visualmente arrebatador que mistura mecânicas de jardinagem com combate rítmico num cenário alienígena.
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2. Datas Importantes e Disponibilidade

EventoData
Último dia para resgatar jogos de Janeiro2 de fevereiro
Disponibilidade dos jogos de Fevereiro3 de fevereiro
Fim da oferta de Fevereiro2 de março


Dica: Certifique-se de adicionar Star Wars Outlaws e Resident Evil Village (jogos de janeiro) à sua biblioteca antes de segunda-feira para não perder o acesso definitivo aos mesmos.



3. Análise de Valor: Vale a pena a subscrição este mês?

O alinhamento de fevereiro é um dos mais fortes dos últimos tempos em termos de variedade técnica.

  • Para quem procura competição: Undisputed oferece um modo carreira profundo e um multijogador competitivo que exige estratégia e paciência, fugindo do estilo “esmagar botões”.
  • Para quem procura relaxar (ou assustar-se): Subnautica: Below Zero permite uma exploração mais livre, mas as criaturas marinhas gigantes garantem momentos de tensão que rivalizam com muitos jogos de terror.
  • Para colecionadores de troféus: Ace Combat 7 é conhecido por ter um conjunto de troféus desafiante, exigindo múltiplas passagens pela campanha em dificuldades elevadas.


4. O que esperar dos níveis Extra e Deluxe?

Embora o anúncio de hoje se foque no nível Essential, os rumores indicam que o catálogo PS Plus Extra e Deluxe receberá adições de peso a meio do mês de fevereiro. Especula-se a inclusão de títulos da Ubisoft e possíveis clássicos da era PS2 remasterizados, continuando a tendência de valorização dos níveis superiores do serviço.


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Soberania Espacial: UE Lança Sistema Próprio de Satélites para Comunicações Seguras

Num passo decisivo para a autonomia estratégica do continente, a União Europeia oficializou esta semana o lançamento do seu programa de comunicações governamentais por satélite. Segundo as declarações do Comissário Europeu para a Defesa e o Espaço, Andrius Kubilius, a Europa dispõe agora de um sistema “seguro e encriptado”, desenhado para reduzir a dependência crítica de infraestruturas externas, como a rede Starlink de Elon Musk.

UE Comunicações Satélite Seguro IRIS2


A iniciativa, baseada no programa GOVSATCOM e na futura constelação IRIS², marca uma nova era na defesa e resiliência digital europeia, garantindo que os Estados-membros, incluindo Portugal, tenham acesso garantido a conectividade soberana para missões militares e governamentais.



1. GOVSATCOM: A Primeira Linha de Defesa

O programa GOVSATCOM (Governmental Satellite Communications) já se encontra operacional nesta fase inicial, integrando oito satélites provenientes de cinco Estados-membros diferentes.

  • Controlo Europeu: Ao contrário de serviços comerciais estrangeiros, este sistema é construído e operado na Europa, sob controlo direto das autoridades da União.
  • Segurança Reforçada: O sistema utiliza tecnologias de encriptação de última geração para proteger dados sensíveis de espionagem ou interferências eletromagnéticas.
  • Aplicações Críticas: O foco inicial reside no apoio a forças militares em teatros de operações, vigilância de fronteiras, gestão de crises humanitárias e proteção de infraestruturas críticas (como redes de energia e água).


2. IRIS²: A Resposta Europeia à Starlink

Embora o GOVSATCOM já forneça serviços essenciais, a visão a longo prazo da UE assenta na constelação IRIS² (Infrastructure for Resilience, Interconnectivity and Security by Satellite).

  • Constelação Multiórbita: O IRIS² não será apenas um sistema; será uma rede de cerca de 300 satélites operando em diferentes órbitas (LEO, MEO e GEO). Esta arquitetura garante baixa latência (velocidade de resposta rápida) e cobertura global.
  • Fim das “Zonas Mortas”: Um dos objetivos centrais é eliminar as falhas de cobertura de rede em toda a Europa e em regiões estratégicas como o Ártico e África.
  • Criptografia Quântica: A segurança destas comunicações será reforçada com tecnologia quântica, tornando-as virtualmente impossíveis de interceptar por métodos convencionais.


3. Impacto na Soberania Digital e Defesa

Para Andrius Kubilius, a concorrência é saudável, mas a dependência é perigosa. “Tínhamos o GPS americano, mas construímos o Galileo como uma versão melhor. Agora, estamos a fazer o mesmo com as comunicações”, sublinhou o Comissário.

SistemaOrigemObjetivo Principal
StarlinkEUA (Privado)Internet de banda larga global.
IRIS² / GOVSATCOMUE (Público-Privado)Conectividade soberana, segura e governamental.
GalileoUE (Público)Navegação e posicionamento de alta precisão.


A antecipação deste sistema é vista como uma peça fundamental na defesa europeia perante o aumento de ameaças híbridas e cibernéticas. O objetivo é que o sistema IRIS² esteja plenamente operacional até ao final da década, com os primeiros serviços comerciais e governamentais alargados a ficarem disponíveis já em 2029.



4. Portugal no Contexto Espacial Europeu

Portugal tem vindo a reforçar a sua posição no setor aeroespacial, com empresas nacionais a participarem ativamente no ecossistema da Agência Espacial Europeia (ESA). A utilização do sistema seguro da UE permitirá às autoridades portuguesas — desde a Proteção Civil até às Forças Armadas — manter comunicações resilientes mesmo em cenários de desastre natural ou falha total das redes terrestres.


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Samsung Galaxy S26 Ultra: A Tecnologia “Pixel-Level” que Vai Tornar as Películas de Privacidade Obsoletas

A indústria dos smartphones prepara-se para uma mudança de paradigma na segurança física dos dispositivos. A Samsung confirmou recentemente que o seu próximo porta-estandarte, o Galaxy S26 Ultra, virá equipado com uma tecnologia de ecrã inédita. Batizada informalmente como Privacy Display, esta inovação promete proteger os utilizadores do fenómeno de shoulder surfing (espreitadelas por cima do ombro) sem os compromissos de brilho e cor das soluções atuais.

Samsung Galaxy S26 Ultra Privacy Display


Após cinco anos de desenvolvimento, esta funcionalidade — que combina engenharia de hardware e inteligência de software — marca o fim da dependência de acessórios de terceiros para garantir a discrição em locais públicos.



1. A Ciência do Flex Magic Pixel: Privacidade ao Nível do Subpixel

Ao contrário das películas de plástico ou vidro temperado que bloqueiam a luz de forma estática, o Galaxy S26 Ultra utiliza o novo painel OLED Flex Magic Pixel. Esta tecnologia permite o controlo da emissão de luz a um nível microscópico.

  • Direcionamento de Luz: O hardware consegue emitir feixes de luz direcionais. Para quem olha de frente, o ecrã exibe cores vibrantes (em true 10-bit) e brilho máximo; para quem observa de um ângulo lateral (a partir de 30 graus), os pixéis “fecham-se” ou escurecem, tornando o conteúdo ilegível.
  • Sem Perda de Qualidade: O grande trunfo desta solução é a transparência. Quando a função está desativada, o painel comporta-se como um ecrã AMOLED convencional de topo, sem o aspeto baço ou as linhas diagonais típicas das películas de privacidade físicas.


2. Automação e Granularidade: Mais que um Botão ON/OFF

O que separa a proposta da Samsung de qualquer outra tentativa anterior (como as vistas em portáteis de gama profissional) é o nível de controlo que o utilizador terá através do One UI 8.5.

  • Ativação por Aplicação: Poderás configurar o sistema para ativar o escudo de privacidade automaticamente apenas quando abres a aplicação do banco, gestores de palavras-passe ou apps de mensagens como o WhatsApp.
  • Mascaramento Parcial: Uma das fugas de informação mais intrigantes sugere que o S26 Ultra poderá proteger apenas partes específicas do ecrã, como uma notificação pop-up ou o campo de introdução de um código PIN, mantendo o resto do conteúdo visível para quem está ao lado.
  • Contexto Inteligente: Através da integração com o modo “Rotinas”, o ecrã de privacidade pode ativar-se automaticamente mal o telemóvel deteta que estás ligado à rede Wi-Fi de um transporte público ou fora de uma “zona segura” (como a tua casa).


3. Especificações Técnicas Confirmadas e Rumoradas

Além da revolução no ecrã, o S26 Ultra prepara-se para liderar as tabelas de performance de 2026:

ComponenteDetalhe TécnicoBenefício
Painel6.9″ M14 OLED (Flex Magic Pixel)Maior eficiência energética e privacidade nativa.
ProcessadorSnapdragon 8 Elite Gen 5Processamento local de IA para segurança e bateria.
Bateria5.500 mAh (Stacked Cell)Maior densidade energética no mesmo espaço físico.
Carregamento60W com fios / 25W s/ fiosRecuperação de energia mais rápida que o antecessor.
CâmaraSensor de 200MP + Telefoto 200MPO maior salto em zoom ótico e detalhe em baixa luz.


4. O Impacto no Mercado de Acessórios

O lançamento desta funcionalidade, que se prevê ser exclusiva do modelo Ultra (com possibilidade de expansão para os modelos Base e Plus), poderá ditar o fim de um mercado milionário de protetores de ecrã de privacidade. Se o hardware da Samsung conseguir oferecer proteção sem sacrificar os ângulos de visão para o próprio utilizador e sem reduzir o brilho do painel, os utilizadores deixarão de ter motivos para aplicar camadas externas que muitas vezes prejudicam a sensibilidade do sensor de impressões digitais ultrassónico.


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De Clawdbot a Moltbot: A Evolução Forçada da IA que “Muda de Casca” para Crescer

O mundo da inteligência artificial move-se à velocidade da luz, e o projeto que paralisou a comunidade tecnológica esta semana acaba de sofrer uma metamorfose inesperada. O Clawdbot, o assistente agentico que se tornou viral pela sua capacidade de controlar o PC via Telegram ou WhatsApp, mudou oficialmente o seu nome para Moltbot.

Moltbot IA Clawdbot Rebranding

A alteração, anunciada pelo criador Peter Steinberger a 27 de janeiro, não foi uma escolha estética, mas sim uma necessidade legal após um pedido de marca registada por parte da Anthropic. A empresa, criadora do modelo Claude, considerou que o nome “Clawd” era foneticamente demasiado semelhante ao seu produto principal.




Nota: Após 2 mudanças de nome o Clawdbot->Moltbot agora é OpenClaw. Veja o artigo aqui



1. Porquê “Moltbot”? O Significado por trás da Mudança

Em vez de encarar o pedido da Anthropic como um obstáculo, a equipa do projeto abraçou a biologia da sua mascote: a lagosta.

  • O Conceito de “Molt”: Em inglês, molting (muda) é o processo pelo qual as lagostas trocam de carapaça para poderem crescer.
  • A Filosofia do Projeto: Steinberger afirmou que o nome encaixa perfeitamente, simbolizando que o software está a desfazer-se da sua “casca” inicial para evoluir para algo maior e mais robusto.
  • Personagem: O assistente, anteriormente chamado “Clawd”, passa agora a chamar-se Molty.


2. Caos no Rebranding: Scams e Criptomoedas

A transição de nome não foi isenta de percalços. Durante a janela de segundos em que as contas de utilizador foram alteradas no GitHub e no X (Twitter), piratas informáticos e especuladores de criptomoedas tentaram ocupar os antigos handles.

Aviso Importante: Surgiram tokens falsos ($CLAWD e $MOLTBOT) em redes como a Solana que atingiram valores de mercado absurdos. O criador do Moltbot já confirmou que o projeto não tem, nem nunca terá, uma criptomoeda. Qualquer projeto que prometa lucros associados a este bot é um esquema fraudulento (scam).



3. O que mudou no Hardware e Software?

Apesar da mudança de nome, a essência técnica que discutimos no nosso artigo anterior sobre o Clawdbot permanece idêntica.

  • Integração: O Moltbot continua a ser a “ponte” entre o seu hardware e os modelos de linguagem (LLMs). Ele continua a funcionar perfeitamente em máquinas como o Mac Mini M4, aproveitando a eficiência energética para estar sempre ligado.
  • Funcionalidades: A capacidade de pesquisar ficheiros locais, executar scripts no terminal e agir proativamente (enviando-lhe mensagens primeiro) mantém-se como o grande diferencial face a chatbots passivos.
  • Segurança: Com o rebranding, foi lançado um novo guia de segurança reforçado. Especialistas continuam a recomendar que o Moltbot seja corrido num ambiente isolado ou numa máquina dedicada, dado o seu acesso profundo ao sistema operativo.


4. Como atualizar para o Moltbot

Se já era utilizador do Clawdbot, a migração é simples, mas requer atenção aos novos repositórios:

  1. Novo Repositório: O código oficial reside agora em github.com/moltbot/moltbot.
  2. Comando de Atualização: Se instalou via NPM, deverá utilizar o novo pacote: npm install -g moltbot@latest.
  3. Configuração: Os ficheiros de configuração antigos (como o SOUL.md) continuam a ser compatíveis, bastando apenas verificar se os caminhos de diretório foram atualizados para a nova nomenclatura.


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