A CES 2026AMP em Las Vegas está a ser o palco de uma das maiores revoluções tecnológicas da década: a apresentação oficial do Samsung Galaxy Z Tri-Fold. O dispositivo, que transita entre um smartphoneAMP e um tablet de 10 polegadas através de uma estrutura de dobra tripla, captou as atenções de todo o mundo. No entanto, quem desejar adquirir esta peça de engenharia terá de enfrentar listas de espera, uma vez que as primeiras unidades esgotaram em minutos nos mercados de lançamento.
O sucesso comercial imediato, registado em países como a Coreia do Sul, Singapura e Emirados Árabes Unidos, ocorre mesmo perante um preço que ultrapassa a barreira dos 2.500 euros, confirmando que o apetite por inovação radical continua forte.
O Galaxy Z Tri-Fold não é apenas mais um dobrável; é o primeiro dispositivo da Samsung a utilizar duas dobradiças independentes para criar três painéis de visualização.
A Samsung não poupou no hardware para sustentar o enorme ecrãAMP e as exigências de multitarefa:
Apesar do preço elevado — fixado em cerca de 2.400$ a 2.600$ (aproximadamente 2.200€ a 2.500€ na Europa) — a procura superou todas as expectativas. Na Coreia do Sul e em Singapura, o primeiro lote esgotou-se instantaneamente, forçando a Samsung a abrir uma terceira vaga de vendas antecipadas a 6 de janeiro de 2026.
Quando chega a Portugal? Embora o lançamento inicial tenha focado mercados asiáticos e o Médio Oriente, a Samsung confirmou que a expansão global acontecerá durante o primeiro trimestre de 2026. Em Portugal, o dispositivo é esperado entre o final de janeiro e o início de fevereiro, coincidindo com a janela de lançamento da linha Galaxy S26.
O Galaxy Z Tri-Fold posiciona-se como o “dispositivo definitivo” para profissionais e entusiastas. A capacidade de editar documentos complexos, participar em videochamadas com ecrãAMP dividido e consumir conteúdo multimédia num ecrãAMP de 10 polegadas, tudo a partir de um objeto que cabe no bolso das calças, justifica o rótulo de “futuro do mobile”. No entanto, a sua fragilidade estrutural (com certificação IP48) e o custo de reparação continuam a ser os pontos de maior cautela para os utilizadores.