Uso da internet aumenta riscos para a saúde? Entre maiores de 50 anos não, pelo contrário

Fazer novas amizades através a internet e manter as existentes reduz o isolamento social e os sintomas depressivos, diminuindo assim os riscos de morte. Mas também há benefícios no que diz respeito a diabetes e AVC.

Desde o agravamento da saúde mental até danos físicos, como problemas de visão, as preocupações de que o tempo passado online traga efeitos nocivos para a saúde são antigas. No entanto, a conotação negativa pode estar a mudar com um novo estudo que aponta alguns benefícios que resultam do uso da internet, especialmente para as populações com mais idade.

Abrangendo os EUA, Europa, China e México, o relatório indica que os utilizadores de internet com 50 anos ou mais têm em média menos 33% de risco de morte do que aqueles que não usam.

A distração de conhecer pessoas novas e de manter as amizades existentes através da internet são fatores que reduzem o isolamento social e os sintomas depressivos, diminuindo assim os riscos de morte, apontam os autores do estudo.

O valor sobe para os 40% se considerados apenas os participantes da região da Europa e aumenta mais quatro pontos percentuais, para os 44%, quando se olha apenas aos utilizadores de internet na China.

Os resultados gerais indicam ainda que navegar online entre os maiores de 50 também está associado a um risco 17% menor de diabetes e a um risco 19% menor de sofrer um acidente vascular cerebral, comparativamente àqueles que não a utilizam.

Clique nas imagens para obter dados mais detalhados sobre o estudo citado pela AtlasVPN

No primeiro caso são apresentadas vantagens como recorrer à internet para procurar informação sobre como manter a dieta, atividades e exames de saúde de rotina.

Relativamente à menor probabilidade de um acidente vascular cerebral, aponta-se a pesquisa por sintomas próprios, que pode permitir uma identificação mais rápida dos sinais de alerta. Além disso, estar online também parece contribuir para baixar o stress – que sentido de forma crónica se correlaciona biologicamente com maior risco AVC, através de vias como a inflamação.

Também aqui os valores variam consoante a região analisada.

Fonte: tek.sapo.pt

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